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19. Você é ouvido por Deus?

#PACI17 – faltam 2 dias

“14 Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a vontade de Deus, ele nos ouvirá. 15 E se sabemos que ele nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que temos o que dele pedimos. 16 Se alguém vir seu irmão cometer pecado que não leva à morte, ore, e Deus dará vida ao que pecou. Refiro-me àqueles cujo pecado não leva à morte. Há pecado que leva à morte; não estou dizendo que se deva orar por este. 17 Toda injustiça é pecado, mas há pecado que não leva à morte.” 1João 5:13-17

A figura de Deus como Pai e dos crentes como filhos, identificados com o Filho Unigênito, Jesus Cristo, é constante nas Escrituras e, em particular, na Primeira Carta de João. Essa figura de família é bastante interessante e sugere um relacionamento próximo, amoroso, constante, cotidiano. Como funciona esse relacionamento? De que maneira os filhos de Deus se relacionam com o Pai celestial? Como podermos ter certeza de mantermos um relacionamento diário com Deus e não adiarmos nossa vida eterna para um futuro distante, vivendo uma religiosidade teórica e vazia no presente? É sobre isso que João quer falar conosco nesse texto.

[Ver] O que você vê nesse texto?
João terminou a seção anterior, em que falou da construção da fé a partir de testemunhos confiáveis e coerentes, relevantes e funcionais, dizendo que havia escrito aquelas coisas para que os crentes soubessem (literalmente vissem) que tem a vida eterna. Agora ele se volta para trabalhar com outra certeza que se refere ao dia a dia, ao cotidiano dessa vida eterna e do relacionamento com Deus no presente. Ele se concentra em os crentes falarem com Deus e serem por ele ouvidos.

  • Como a certeza da vida eterna se aplica no relacionamento cotidiano com Deus? “Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a vontade de Deus, ele nos ouvirá. E se sabemos que ele nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que temos o que dele pedimos” – confiança é ousadia, a certeza, a segurança de quem sabe que é amado, que não tem medo de ser castigado com a privação, a ausência ou a falta. É a ideia de uma pessoa resolvida. Ao nos aproximarmos não significa que às vezes estamos longe, a ideia é ‘a segurança no relacionamento com ele’. O termo usado para ‘vontade’ tem ênfase no resultado a ser obtido, aquilo que Deus deseja obter. Se aquilo que pedimos é o que Deus quer para ele mesmo, então ele ouve. Isso implica em que, apesar de estarmos em um relacionamento de vida eterna com Deus, ele não ouviria uma oração nossa que pedisse algo que ele mesmo não desejasse obter. Isso é interessante, porque não se trata de um Deus caprichoso, que se recursa a dar algo, mas um Deus que atua em plena cooperação conosco quando temos o mesmo objetivo que ele tem. Finalmente, além da interessante sequêcia nós vemos, ele ouve, nós temos, o verbo ter está no presente. Há duas coisas que nós vemos (sabemos), se sabemos que Deus está ouvindo, sabemos que já recebemos, quer porque isso é garantido, mas, em um sentido mais amplo, tudo o que somos e temos é resultado da vontade incontível de Deus.
  • Que exemplo João dá de uma oração que Deus ouve e de outra que ele não ouviria? “Se alguém vir seu irmão cometer pecado que não leva à morte, ore, e Deus dará vida ao que pecou. Refiro-me àqueles cujo pecado não leva à morte. Há pecado que leva à morte; não estou dizendo que se deva orar por este” – João nos dá um exemplo de algo que é um objetivo ao qual Deus deseja atingir, se pedirmos isso, ele nos ouve. Trata-se da intercessão por alguém que pecou. Apesar de nossa tradução dizer que ‘Deus’ lhe dará vida, isso é uma interpretação. A redação diz que a pessoa que ora, ele lhe dará vida. Certamente João está pensando em algo como seu relato da Grande Comissão, em que os crentes representam Jesus junto aos pecadores: “Se perdoarem os pecados de alguém, estarão perdoados; se não os perdoarem, não estarão perdoados” João 20:23. E quem é esse irmão? O termo pode ser usado no sentido de outros crentes, como na maioria das vezes nessa carta, mas pode ter o sentido amplo de alguém próximo. Esse parece ser o caso, porque esse ‘irmão’ é pecador e está morto no pecado – “e lhe dará vida”. No contexto da carta, podem ainda ser religiosos que estavam na igreja mas não pertenciam aos filhos de Deus: “Eles saíram do nosso meio, mas na realidade não eram dos nossos” 1 João 2:19. O crente verdadeiro, quando eventualmente peca, é chamado à confissão (veja 1Jo 1:9). Portanto, a oração pelo perdão e salvação (vida eterna) de pessoas que estão mortas no pecado é algo que Deus quer obter, quando queremos e pedimos isso, Deus ouve e atende nossa oração. Porém, a oração de pessoas que pecaram de um modo que as levou à morte eterna, condição em que são incapazes de receber a vida eterna, Deus não tem o objetivo de dar vida a essas pessoas, portanto os crentes não devem orar por isso.
  • Como João define pecado nessa passagem? “Toda injustiça é pecado, mas há pecado que não leva à morte” – para João, todo pecado é igual na essência, diferindo apenas no resultado. Na essência todo pecado é injustiça, sendo que João já disse que é anomia, isso é, falta de lei ou ilegalidade. O termo injustiça tem como base o conceito de uma sentença judicial, quando o juiz determina que se faça algo. Pecado é não cumprir ou ir contra a determinação do juiz. Portanto, João repete virtualmente a ideia de ilegalidade, e fortalece o conceito de pecado que, em si mesmo, é ‘não ter parte’, isto é, não ter parte no Reino, na vontade, na lei, na justiça de Deus. Mas, como alguns pecados podem levar à morte eterna, aquela que incapacita definitivamente a pessoa receber a vida eterna, e outros pecados não produzem esse efeito? Parece que João estava falando de algo bem conhecido dos crentes, algo que não exigia explicação. É inevitável pensar no ensino de Jesus quando foi acusado de expulsar demônios pelo príncipe dos demônios (Mt 12:31, 32; Mc 3:28, 29). Jesus disse que a blasfêmia contra o Espírito Santo, diferente da blasfêmia contra o próprio Jesus, nunca seria perdoada. O termo blasfêmia é composto de duas palavras, devagar e fama, significando a demora em reconhecer a fama de alguém. Jesus se referia à demora das pessoas em reconhecer a obra do Espírito Santo. Nós entendemos que, sendo pelo Espírito Santo que se confessa que Jesus é o Cristo e assim se recebe a vida eterna, quem não reconhece o Espírito Santo não é capaz de reconhecer Jesus e, portanto nunca adquire a vida.

[Ouvir] O que você ouve nesse texto?
Comunicação, é a plena funcionalidade de um relacionamento. Falar e ser ouvido, receber resposta, define a qualidade de qualquer relacionamento. É maravilhoso que os crentes tenham segurança da vida eterna, mas qual a segurança que eles podem ter para cada dia? Será que o cristianismo seria apenas algo para o futuro e não para o presente. O que João quer que os crentes entendam aqui é que sua fé é algo do dia a dia: falamos com Deus e vemos que Deus nos ouve, vemos que ele responde! Esse texto deve estimular os crentes a buscar esse relacionamento presente e permanente com Deus:

  • Os crentes devem pedir – devem falar continuamente com Deus acerca das coisas que querem. Nisso eles podem ser firmes, ousados, bem resolvidos.
  • Os crentes devem ter critério – se querem ser ouvidos devem pedir aquelas coisas que Deus deseja obter, precisam alinhar os seus desejos com os desejos de Deus.
  • Os crentes devem ouvir – jamais serem surdos à voz do Espírito Santo, nunca ignorar aquilo que ele ensina acerca de Jesus Cristo.

Algo interessante para pensar é que se pecado é não ter parte, é não estar conforme a lei ou a justiça de Deus, então, o que seria pedir algo contrário à vontade de Deus, contrário aos objetivos dele? Quando insistimos em uma oração contrária à vontade de Deus, além de não sermos ouvidos, ainda estamos muito próximos da definição de pecado.

[Sentir] O que você sente nesse texto?
Para alguém que pergunte sobre a importância da oração, deveríamos saber se tal pessoa entende a importância da comunicação nos relacionamentos. É possível manter um relacionamento familiar saudável sem falar com o pai ou o pai falar com os filhos? A vida eterna que recebemos de Deus se realiza em um relacionamento cotidiano, constante e próximo com o Pai. Nós falamos, ele nos ouve e responde. Por isso mesmo devemos ter cuidado no que falamos. Nós temos um Pai celestial com quem podemos cooperar, desejando e buscando os mesmos objetivos que ele. Que grande privilégio! Que maravilhosa segurança! E o que estamos fazendo com isso? Temos falado com Deus? Temos falado de um modo que ele nos ouça? Temos tratado de assuntos pelos quais Deus se interessa? Volte ao texto e então responda a essas perguntas:

  • [-] Que coisas esse texto leva você a tirar de sua vida?
  • [+] Que coisas esse texto leva você a somar à sua vida?
  • [/] Que coisas esse texto leva você a dividir com os outros?
  • [x] Que coisas esse texto orienta para multiplicar o Reino?

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Para mais estudos bíblicos em 1João veja:

01. Você tem comunhão com Deus? 1João 1:5-7
02. Você conhece Jesus? 1João 2:3-6
03. Você está na luz? 1João 2:9-11
04. Você tem o amor do Pai? 1João 2:15-17
05. Você tem o Pai? João 2:22,23
06. Você permanece no Filho e no Pai? 1João 2:24,25
07. Você permanece em Jesus? 1João 3:4-6
08. Você é nascido de Deus? 1João 3:7-10
09. Você já passou para a vida? João 3:11-15
10. Você sabe o que é amor? 1João 3:16-18
11. Você sabe se é da verdade? 1João 3:19-23
12. Você reconhece o Espírito de Deus? 1João 3:24-4:3
13. Você reconhece o Espírito da verdade? 1João 4:4-6
14. Você é nascido de Deus? 1João 4:7-12
15. Você permanece em Deus? 1João 4:13-16
16. Você ama a Deus? 1João 4:19-21
17. Você ama os filhos de Deus? 1João 5:1-3
18. Você tem a vida? 1João 5:10-13
19. Você é ouvido por Deus? 1João 5:14-17
20. Você é nascido de Deus? 1João 5:18-21

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