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14. Você é nascido de Deus?

#PACI17 – faltam 7 dias

“7 Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. 8 Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. 9 Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. 10 Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. 11 Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros. 12 Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor está aperfeiçoado em nós.” 1João 4:7-12

A reação de muitos crentes contra a ignorância e o misticismo que domina a religiosidade pagã que há nas igrejas, que procura fórmulas de arrancar benefícios de Deus como em qualquer culto animista, é um movimento de pêndulo. Saem de um extremo e vão para outro, mergulham em livros velhos, admitem novos gurus, colocam sua fé em novos sistemas e continuam tão religiosos como eram. João enfrentou algo muito similar em seu tempo, uma Igreja que vagabundava entre as mais diversas ideias de Deus e de fé. No ápice de uma carta que escreveu para reavivar a Igreja, encontramos a essência da teologia bíblica. Quem é Deus, como ele se relaciona conosco e o que quer de nós. Está tudo aqui, em seis versículos. Aprenda e pratique isso, ensine a quem você puder. Não erraremos o caminho!

[Ver] O que você vê nesse texto?
Esse texto é um pináculo, não só na carta ou apenas na literatura Joanina, é um ponto alto em toda a Escritura, porque, de um modo muito especial, descreve Deus em sua essência, em sua função e em seu relacionamento com os seres humanos. Se alguém quisesse entender Deus deveria se concentrar nesses seis versículos. Apesar disso, é um texto simples e objetivo. Seu ritmo é marcado pela fórmula ‘amemos uns aos outros’, repetida três vezes, primeiro como edificação, depois como exortação e finalmente como consolação. Para cada uma das vezes em que a fórmula é apresentada, João desfia um poderoso argumento e favor dela: o argumento da origem, o argumento da função e o argumento do resultado. Podemos ver o texto dividido em três partes, em cada uma há a fórmula ‘amemos uns aos outros’, uma declaração sobre quem é Deus e um argumento em favor do amor.

  • Ao edificar os crentes para o amor, como João apresenta Deus e que argumento oferece para amarem? “Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.” – a primeira vez em que a fórmula ‘amar uns aos outros’ é apresentada é uma edificação, já que vem no presente do subjuntivo: “que nós amemos”. Chama, motiva, impulsiona a fazer algo melhor. O argumento para isso, ou a razão pela qual devemos amar, é a origem do amor. O amor vem de Deus, portanto somente aquele que ama vem de Deus (é nascido) e está em Deus (conhece). Ao contrário, quem não ama, não o conhece ou não está nele. A afirmação sobre a identidade de Deus trata de sua essência. Poucas vezes na Bíblia ouvimos uma afirmação do que ou de que é feito Deus. João já afirmou que ele é luz e agora afirma que ele é amor. Essa declaração vai além da ideia de que Deus nos ama e define que todas as suas palavras e todos os atos dele são expressões de amor. Isso oferece uma chave hermenêutica para compreendermos qualquer relato sobre Deus. Partimos do princípio de que tudo foi ou será dito e feito por amor. Embora João defina o público de sua mensagem como ‘amados’, ao declarar que Deus é amor, ele torna isso independente de quem ele ama. Do mesmo modo como Deus sendo definitivamente luz, não há nele treva alguma, sendo amor, nenhum de seus atos tem menos amor (desprezo).
  • Ao exortar os crentes para o amor, como João apresenta Deus e que argumento oferece para amarem? “Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros.” – João usa uma palavra que originalmente era o termo legal para a dívida material e depois moral. ‘Devemos’ é, pois, uma ótima tradução. Nós somos devedores e o apóstolo exorta ao pagamento dessa dívida. O argumento para isso é o funcionamento do amor de Deus. Depois de apresentar Deus como sendo amor, João o apresenta como alguém que ama efetivamente, por ação. Por isso, sua conduta superou o fato de que nós não o amávamos, e chegou ao extremo de enviar seu legítimo filho ao mundo indesejável, para que somente assim a ira contra nossos pecados fosse amenizada e pudéssemos ter vida através dele, quando estávamos mortos. Ai está a dívida que somos chamados a pagar. A vida que temos não é nossa, ela nos foi dada pelo modo como o amor de Deus funciona e, por isso, deve ser vivida em amor pelos outros. Novamente, essa exortação se refere à comunidade daqueles que são amados.
  • Ao consolar os crentes para o amor, como João apresenta Deus e que argumento oferece para amarem? “Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor está aperfeiçoado em nós.” – na terceira vez em que a fórmula ‘amar uns aos outros’ é apresentada, aparece dominada pela partícula condicional ‘se’, seguida do presente do subjuntivo: ‘se amarmos’. Portanto, temos aqui uma consolação; somos estimulados à ação pela esperança que é proposta. Se amarmos uns aos outros, Deus habita em nós e o amor que vem de Deus ‘chega ao último estágio’ em nossa vida. João também faz mais uma revelação sobre a identidade de Deus. Ele é amor, ele ama efetivamente e ele se relaciona com as pessoas que ama. Esse relacionamento acontece apesar da invisibilidade e intangibilidade de Deus. Ao chegarmos ao estágio mais alto do amor, também chegamos ao pleno relacionamento com Deus. Ao falar da invisibilidade de Deus, João pode estar resgatando aquilo que ensinou em seu evangelho: “Ninguém jamais viu a Deus, mas o Deus Unigênito, que está junto do Pai, o tornou conhecido.” João 1:18. É o cúmulo da perfeição.

[Ouvir] O que você ouve nesse texto?
A intenção de João é fácil de resumir aqui. Ele quer que amemos uns aos outros. Ele nos edifica, exorta e consola para isso. Ele baseia sua intenção em quem é Deus, o que ele faz e como se relaciona conosco. Ele oferece como argumentos a origem, a funcionalidade e o resultado do amor. Se não amamos uns aos outros, não viemos de Deus, não funcionamos como ele quer e não atingimos os resultados que ele exige.

Um dos muitos pontos admiráveis nesses poucos versículos, porém, é a ideia do último estágio do amor vindo de Deus em nossa vida. Olhando para o contexto, podemos considerar quatro estágios: primeiro, Deus nos amou sem que nós o amássemos; segundo, nós amamos a Deus porque ele nos amou primeiro; terceiro, desejamos agradá-lo em tudo por causa do amor e alcançar os objetivos determinados por ele (essa é a graça); quarto, por causa do terceiro, chegamos ao último estágio, à plena perfeição do amor de Deus, amamos as pessoas que ele amou, do modo como Jesus amou.

Em um cenário com tanta teologia, de todo tipo e com todas as intenções; em um momento em que alguns se desviaram tanto da verdade para o misticismo que outros, tentando corrigir o erro, erram mais ainda e se voltam para doutrinas humanas, sistemas artificiais intrincados e profissões de fé complexas, que procuram validar pela cronologia ou pela democracia; nessa situação de tantos anticristos, esses seis versículos são o evangelho essencial, a teologia fundamental.

[Sentir] O que você sente nesse texto?
Depois de estudar um texto como esse, deveríamos ficar mudos, dispostos apenas a nos levantarmos e ir logo amar alguém que é amado por Deus, exatamente como Jesus amou. O que precisamos deixar de lado para amar assim? O que precisamos fazer para amar efetivamente? O que temos para repartir com quem vamos amar? Como podemos ensinar esse Evangelho simples e verdadeiro a outras pessoas? Volte ainda ao texto, e responda essas perguntas.

  • [-] Que coisas esse texto leva você a tirar de sua vida?
  • [+] Que coisas esse texto leva você a somar à sua vida?
  • [/] Que coisas esse texto leva você a dividir com os outros?
  • [x] Que coisas esse texto orienta para multiplicar o Reino?

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Para mais estudos bíblicos em 1João veja:

01. Você tem comunhão com Deus? 1João 1:5-7
02. Você conhece Jesus? 1João 2:3-6
03. Você está na luz? 1João 2:9-11
04. Você tem o amor do Pai? 1João 2:15-17
05. Você tem o Pai? João 2:22,23
06. Você permanece no Filho e no Pai? 1João 2:24,25
07. Você permanece em Jesus? 1João 3:4-6
08. Você é nascido de Deus? 1João 3:7-10
09. Você já passou para a vida? João 3:11-15
10. Você sabe o que é amor? 1João 3:16-18
11. Você sabe se é da verdade? 1João 3:19-23
12. Você reconhece o Espírito de Deus? 1João 3:24-4:3
13. Você reconhece o Espírito da verdade? 1João 4:4-6
14. Você é nascido de Deus? 1João 4:7-12
15. Você permanece em Deus? 1João 4:13-16
16. Você ama a Deus? 1João 4:19-21
17. Você ama os filhos de Deus? 1João 5:1-3
18. Você tem a vida? 1João 5:10-13
19. Você é ouvido por Deus? 1João 5:14-17
20. Você é nascido de Deus? 1João 5:18-21

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