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Não tenham medo

“Não tenham medo nem desanimem.” Dt 1:21

Muitas vezes nos perguntamos por que demoram as bênçãos do Senhor. Percebemos que em algum momento as coisas pareciam caminhar bem e evoluíam sem dificuldades, depois pararam. Nos sentimos no meio do deserto, andando em círculos, longe da fartura prometida. Como isso sucedeu? Quer estejamos tentando retornar ao fluir de Deus, quer estejamos evitando nos desviarmos e perdermos sua bênção, o texto que temos diante de nós, os primeiros três capítulos de Deuteronômio, nos trazem uma lição de vida que responde a essas questões.

Como um pai carrega seu filho
Depois de quarenta anos da maravilhosa saída do Egito, o povo de Israel, tão numeroso como as estrelas do céu, acampa-se a oeste do Jordão, próximo de onde o Jordão entra no Mar Morto. Moisés começa, então, a repassar a história e as normas do contrato daquele povo com o Senhor, o seu Deus, e enfatiza o amor paternal e cuidadoso do Senhor.

Israel estivera no Horebe por dois anos, tornando-se uma nação, fazendo uma aliança, estabelecendo um contrato com Deus. Antes de saírem dali para a terra que Deus prometera a Abraão, Moisés estruturou a liderança da nação. Quando chegaram em Cades-Barnéia, no vale ao sul do Mar Morto, Moisés exortou o povo a avançar e tomar posse da terra que o Senhor lhes dava e os preveniu dizendo: “Não tenham medo nem desanimem.”.

Naquele momento o povo sugeriu e Moisés achou bom enviarem doze homens para espiarem a terra, para obterem informações e organizarem sua estratégia. Sugestão insuspeita, cheia de prudência, aparentemente sábia. Sabemos que, quando os espias voltaram, deram um relatório verdadeiro sobre a riqueza da terra que estavam para possuir, e até apresentaram frutos de muito boa qualidade para comprovar o que diziam. Sabemos também que, depois, dez deles deram sua impressão particular, sua visão pessoal, de quão poderosos e invencíveis eram os habitantes daquela terra. Isso causou medo e consequente rebelião em Israel e eles se recusaram a avançar.

Não importavam as evidências de que aquela era a bênção do Senhor. O fato de que tinham que lutar para tomarem posse do que Deus lhes dava causou o medo que os impediu. Não olharam para as evidências: as promessas cumpridas – eles eram numerosos como as estrela (1:10), exatamente como Deus prometera a Abraão; os frutos colhidos (1:28), um cacho de uvas que dois homens precisavam carregar; a história recente – Deus os havia tirado do Egito e mantido no deserto de um modo maravilhoso (1:30,31); os sinais miraculosos – as colunas de nuvem durante o dia e de fogo durante a noite (1:33). Todas essas evidências apontavam para a vitória, para a posse do que Deus prometera, mas o medo os impediu de ver e eles se rebelaram.

Deus determinou, então, que eles dessem meia volta e fossem de volta para a Península do Sinai, onde deveriam peregrinar até que a geração medrosa e rebelde se extinguisse e a nova geração pudesse herdar a terra. Não se pode dizer que caíram em si. Em um movimento compensatório, tentando reparar o erro a seu modo, ignorando que, sobretudo, o contrato com Deus exige obediência, Israel se rebelou novamente e tentou invadir a terra, quando a ordem era voltar para o deserto. O Senhor, o seu Deus não foi com eles e sofreram terrível derrota. Depois de algum tempo chorando e se lamentando em Cades-Barnéia, voltaram para o meio do deserto e ficaram lá outros trinta e oito anos, até que todos os medrosos rebeldes morressem. Uma nova geração estava agora às portas da promessa, já havendo vencido no caminho a Seom, rei de Hesbom e a Ogue, rei de Basã.

Ouça os decretos e as leis
Ao preparar a nova geração para entrar na terra, Moisés retoma o aspecto fundamental para receber as promessas de Deus. Ele é o Deus amoroso, que fez um contrato para abençoar o povo que escolheu. A parte do povo nesse contrato é obedecer, integral e espontaneamente, à vontade do Senhor, o seu Deus, mesmo que tenham que enfrentar cidades fortificadas e soldados poderosos; “E agora, ó Israel, ouça os decretos e as leis que lhes estou ensinando a cumprir, para que vivam e tomem posse da terra que o Senhor, o Deus dos seus antepassados, dá a vocês.” Dt 4:1. A história que Moisés relembra serve de advertência para o poder do medo em causar rebelião e desobediência.

A prudência é aquele medo na medida certa, que fez o povo sugerir o envio de espias. Esse medo é sadio e inspirou o cuidado como também inspira a reverência, o zelo e a boa administração. O problema é o medo excessivo quando domina as pessoas e altera sua conduta.

  • O medo excessivo dos espias contagiou todo o povo. Dez homens contaminaram toda a nação e desviaram aquelas pessoas da vontade e do favor de Deus. Aqueles espias foram os profetas da carne, falaram do que eles próprios sentiam e não da parte de Deus. Sua influência deveu-se ao poder que o medo tem para dominar a quem afeta.
  • O medo excessivo impediu que as pessoas vissem as evidências de qual era a vontade e a bênção de Deus. Mesmo diante de todos os indicadores de que aquele era o caminho a seguir, eles se recusaram a avançar. O mesmo medo impediu as pessoas de ouvirem as palavras sensatas dos dois espias que não tiveram medo ou de seu líder Moisés. Amedrontados os israelitas agiram irracionalmente.
  • O medo excessivo levou Israel ao desânimo e à rebelião. Amedrontados eles ficaram desanimados, frustrados, desistiram da promessa, desobedeceram e se voltaram contra a Palavra de Deus e se insurgiram contra a liderança que o Senhor havia estabelecido. Por causa disso perderam a promessa e foram enviados de volta ao deserto.
  • O medo excessivo provocou Israel a uma reação desmedida. Ainda contagiando uns aos outros, ainda sem atentar para as evidências e para as ordens, totalmente rebelados contra Deus e contra a liderança, o medo fez Israel atacar o inimigo sem a aprovação do Senhor, o seu Deus.
  • O medo excessivo afetou e prejudicou a todos, mesmo os que não se amedrontaram. Josué e Calebe ficaram 40 anos sem desfrutar da promessa a que tinham direito. Moisés se queixou por duas vezes de que, por causa da natureza medrosa e rebelde do povo, foi impedido de entrar na terra (1:37; 2:26).

Fortaleça-o e encoraje-o
Quando os medrosos e rebeldes se extinguiram, chegou a hora de entrar na terra prometida. Moisés suplicou para entrar também, mas o medo excessivo que o povo teve e a rebelião consequente produziram um prejuízo que afetou a sua vida também. Ele não poderia entrar, seu discípulo Josué é quem guiaria o povo. A orientação de Deus para o comissionamento de Josué incluiu cuidadosas advertências contra o medo que trouxera rebeldia e tantos prejuízos: “Portanto, dê ordens a Josué, fortaleça-o e encoraje-o; porque será ele que atravessará à frente deste povo, e lhes repartirá por herança a terra que você apenas verá.” 3:28.

Muitas vezes estamos andando no deserto há tempos e nos perguntamos porque a bênção do Senhor tarda tanto. Não percebemos que nosso próprio medo é que causa esse atraso. O medo é uma emoção primária do ser humano, e muito útil. Mas quando esse medo é excessivo nos leva a agir de modo irracional, contagia as pessoas à nossa volta, nos leva à rebelião, desobediência e a muitos prejuízos.

Talvez o Senhor apontou um caminho a seguir, falou ao seu coração, guiou você, lhe deu evidências e sinais de que era promessa dEle, bênção para sua vida, então o medo apareceu, talvez em você, talvez nas pessoas que lhe cercam, com o medo veio o desânimo, as conversas nos bastidores, a reclamação, as palavras contrárias, a rebelião e a desobediência. Agora você está no deserto. Devo lhe dizer que o deserto também é a vontade do Senhor, porque a rebelião causada pelo medo, que nos impede de obedecer e avançar, precisa ser extinta. Mas poderia ser melhor. Se isso ainda não aconteceu com você, não deixe que aconteça.

As bênçãos do Senhor para nós, nesse ano que hoje recebemos, estarão sempre depois de lutas contra cidades fortificadas e soldados de aspecto terrível. Se deixarmos que o medo nos afete e, através de nós, até contagie a outros à nossa volta, deixaremos de lado as promessas de Deus, duvidaremos de sua Palavra, nos rebelaremos e romperemos o contrato da obediência. Se permitirmos que o medo nos afete sofreremos grave prejuízo como família, como igreja, como povo.

São os fortalecidos e encorajados que entrarão na promessa de Deus e usufruirão dela depois de lutarem a luta que se lhes propõe. Tomemos, então, essa palavra para fortalecermos e encorajarmos uns aos outros, de modo que não sejamos dominados pelo medo dos desafios diante de nós. “Não tenham medo nem desanimem.”, essa é a mensagem que quero lhe transmitir da parte do Senhor nesse primeiro dia de 2013. “O Senhor, o seu Deus, que está indo à frente de vocês, lutará por vocês, diante de seus próprios olhos…” Dt 1:30.

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1 comment to Não tenham medo

  • Márcia

    Muito bom. Importante entendermos o que Deus nos falou e lutarmos contra o medo da incerteza que nos apavora em muitos momentos.

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