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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7673)

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Porque seguir Cristo?

José Bernardo

“Então, ele foi para casa. Não obstante, a multidão afluiu de novo, de tal modo que nem podiam comer. E, quando os parentes de Jesus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si. Os escribas, que haviam descido de Jerusalém, diziam: Ele está possesso de Belzebu. É pelo maioral dos demônios que expele os demônios.” Mc 3:20-22

Muitas pessoas rapidamente abandonam Cristo quando a perseguição começa. Esses tais fazem parte dos milhares, milhões que vêm para a Igreja por causa dos milagres, pela possibilidade de enriquecer, para desfrutar da música e entretenimento, das amizades e à procura de companhia. A perseguição frustra profundamente a expectativa de uma religião que produza bem estar, como é anunciada pelo novo marketing religioso. O texto que temos diante de nós trata justamente desse tema e nos leva a refletir sobre nossos motivos para seguir Cristo e se, com eles, podemos perseverar na fé.

Gente muito especial
O capítulo começa descrevendo a popularidade de Jesus. Uma multidão seguia Jesus por causa das curas que ele fazia. Marcos diz que “todos os que padeciam de qualquer enfermidade se arrojavam a ele para o tocar.” (Mc 3:10). A pressão da multidão era tanta que Jesus recomendou aos seus discípulos que, enquanto ministrava na praia, deixassem à mão um barco em que ele pudesse se abrigar para continuar ministrando.

Marcos relata que, em dado momento, Jesus chamou a pessoas que escolheu de entre a multidão (Mc 3:13). Quantos seriam? Uns 70? Talvez. O fato é que os tais devem terem sentido-se bastante especiais com o destaque que receberam. Então, dentre esses escolhidos, Jesus designou 12: a) para estarem com ele; b) para os enviar a pregar; c) para exercer autoridade de expelir demônios. É provável que, enquanto caminhavam para a casa de Jesus, aqueles doze homens se sentiram privilegiados e imaginavam que vantagens e grandes benefícios viriam com a posição tão especial que tinham agora.

Então, em uma sequência proposital, Marcos relata, em apenas dois versículos, três tipos de perseguição que Jesus e também seus discípulos enfrentaram. Quase se pode ouvir Pedro contando estas coisas a Marcos, e o Espírito Santo inspirou o evangelista a que o escrevesse para nós.

Perseguição física: “Não obstante, a multidão afluiu de novo, de tal modo que nem podiam comer.” – Pessoas com todo o tipo de doença pressionavam Jesus de todas as formas. Não se preocupavam com as necessidades dele mesmo, somente com as suas próprias, não lhe davam espaço e nem queriam realmente saber o que ele pensava ou queria dizer. Toda aquela gente queria apenas explorar o Senhor e tirar dele tudo o que pudesse. Hoje conhecemos uma síndrome que se desenvolve quando a pessoa é tão solicitada fisicamente: burnout. Professores, executivos e pastores sofrem disso e o principal sintoma é a aversão ao trabalho, um enorme sentimento de desistência. Assim, embora não seja a intenção, tamanha solicitação tem o mesmo efeito da perseguição.

Perseguição emocional: “E, quando os parentes de Jesus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si.” – Jesus não estava se alimentando corretamente, não estava trabalhando no ofício da família, estava se opondo às autoridades… Não podia estar em seu juízo perfeito, esse era o raciocínio de Maria e de seus outros filhos. Então foram prender Jesus, para trazê-lo à força e provavelmente trancá-lo em um quarto na esperança de que voltasse a si. Era assim que tratavam os loucos naquela época e assim acontecia a perseguição em família, com forte impacto emocional contra Jesus e contra seus discípulos. Imagine como se sentiam se a família de seu mestre o acusava de estar louco.

Perseguição espiritual: “Os escribas, que haviam descido de Jerusalém, diziam: Ele está possesso de Belzebu. É pelo maioral dos demônios que expele os demônios.” – Os escribas eram encarregados de copiar os livros sagrados e, por isso, adquiriam grande conhecimento das Escrirturas Agora a perseguição vinha da própria ‘igreja’ de Jesus. Os líderes de sua comunidade de fé viajaram de uma província a outra somente para encontrar alguma coisa que pudessem usar contra ele em um processo de heresia e expulsão. Sem poder encontrar nada do que acusá-lo passaram a caluniá-lo, terrivelmente.

Nesse capítulo em que a mensagem intencional é mostrar quanta perseguição segue aqueles que se tornam próximos de Cristo e que são por Ele enviados, vemos também como Jesus lidou com cada tipo de perseguição. Quando a perseguição foi física, Jesus dividiu sua carga, distribuindo tarefas e treinando discípulos para fazerem o que ele fazia. Quando a perseguição foi emocional, o Senhor se apoiou na família espiritual, naqueles que estavam dispostos a ouvir Deus e fazer a sua vontade. Quando a perseguição foi espiritual, Jesus a enfrentou com a Palavra de Deus, falando do caráter dele.

Uma motivação superior
Mesmo que Jesus tenha enfrentado e vencido cada tipo de perseguição, dando fiel exemplo aos discípulos de como deveriam agir, muitos crentes desejarão fazer essa pergunta: Porque seguir a Cristo? Se há tanta perseguição, tantos ataques, se a vida pode se tornar tão pior, que razão haveria para segui-lo?

Em uma certa oportunidade, quando Jesus ensinava sobre a comunhão sacrificial que os discípulos deviam ter com ele, as pessoas ficaram tão escandalizadas que a maioria desistiu de estar com ele. Quando Jesus viu isso porguntou aos que haviam ficado se queriam ir embora também. Então Pedro respondeu: Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; e nós temos crido e conhecido que tu és o Santo de Deus.” Jo 6:68, 69.

Se decidimos seguir Cristo por causa das vantagens que podemos obter dele, por milagres ou favores de que necessitamos, não seremos capazes de perseverar na fé e abandonaremos o Caminho como multidões tem sempre feito ao menor sinal de perseguição. O pequeno número que fica é o daqueles que estão com Jesus por causa dele mesmo, por causa de quem ele é. Na iminência de maior perseguição, devemos examinar nossos motivos

 

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