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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (8003)

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#Quarta carta

O pastor José Bernardo, presidente da AMME Evangelizar e do ministério Salva Vidas tem pesquisado sobre o desvio de adolescentes e jovens e se propôs a apresentar as principais causas do problema em cinco cartas dirigidas à Igreja Brasileira. Aqui está a quarta carta. [Veja aqui] as anteriores.

À Igreja Brasileira,
pastores, líderes, pais e adolescentes, saudações em Cristo. Nessa quarta carta, das cinco que planejo escrever sobre as causas do desvio de adolescentes e jovens, quero lhes falar do que chamamos de elementos da cosmovisão, ou seja, o modo de ver o mundo e sua influência na perseverança ou no abandono da fé.

Há alguns anos, quando eu quis ajudar os crentes a perseverarem na fé sem se deixarem vencer pelas lutas e tentações do dia a dia, lidei com uma característica comum dos brasileiros: a esperança no ‘padrinho’, a síndrome de ‘salvador da pátria’. O colonialismo deixou esta marca muito forte em nossa cultura. Mesmo sendo um povo trabalhador e esforçado, em nosso sub-consciente cultural os resultados estão dissociados do esforço, o salário está separado do empenho, os efeitos desconectados das ações. Os brasileiros dependem sempre de algo externo, seja do padrinho, do vigário, do coronel, do patrão, do presidente, do bolsa família ou do sorteio na loteria para terem o que necessitam.

Quando chegamos ao âmbito espiritual, até queremos viver uma vida santa, vitoriosa, evangélica, mas não percebemos que isso está diretamente conectado à disciplina espiritual. Não entendemos que a carne não não vai deixar milagrosamente de nos tentar, a vontade pelo pecado não vai desaparecer em um acampamento, não nos tornaremos santos quando uma pessoa especial orar por nós – não é assim que Deus costuma agir. O Senhor quer nos fortalecer e equipar para uma luta de todos os dias até que sejamos arrebatados desse mundo perverso. Mas a maioria não está pronta para isso, a maioria não está pronta para insistir e perseverar. Como se preparar então?

O texto da Armadura Espiritual na carta de Paulo aos Efésios oferece a resposta. Foi a partir desse texto que desenvolvi um programa de discipulado um-a-um que tem abençoado milhares de irmãos em todo o país há alguns anos: Nossa Luta. É na abertura daquele programa que falo sobre os quatro elementos da cosmovisão, todos eles presentes no contexto da Armadura Espiritual no capítulo seis da Carta aos Efésios. São quatro elementos que precisam estar presentes em nosso modo de ver o mundo ou não somos capazes de viver com perseverança. Recentemente vi que uma socióloga norte americana encontrou os mesmos quatro elementos, não no texto bíblico, não com os mesmos nomes, mas, ainda assim, exatamente como são.

Eu sou um soldado – Ter uma clara identidade missional, a percepção do ser ligada a uma função e resultado que se deve alcançar, liga a perseverança à própria razão de existir. O mundo, os fatos, os sonhos, os planos são profuntamente modificados por esse elemento da visão. ‘É para isso que eu existo’, quando essa certeza existe, ela ajuda a pessoa a perseverar. No caso dos adolescentes temos duas condições para a construção desse elemento. A primeira é que o adolescente está definindo sua identidade e depende de ajuda externa para fazer isso. Os adultos, os colegas, o meio e a própria experiência dirão ao adolescente quem ele é e qual a sua missão de vida. Isso determinará sua perseverança ou desistência. A segunda é que a identidade evangélica tem sido diluida na pós-modernidade brasileira, basta dizer que nos últimos anos a referência tem sido sempre negativa: ser evangélico não é isso, não é aquilo, não é assim… O fato é que muita gente não sabe mais o que é ser evangélico e isso não coopera para a perseverança. Para ajudar os crentes de Éfeso e a nós também, o apóstolo Paulo ensinou que somos soldados, alistados por Cristo para lutar contra os poderes das trevas que escravizam as pessoas no mundo. É para isso que existimos e o adolescente que sabe disso tem mais chances de perseverar.

Eu tenho uma luta – Entender que não estamos soltos no tempo e no espaço, mas que temos uma história que começou muito antes de nós e se prolongará por muito tempo ainda é decisivo para a perseverança de qualquer crente e dos adolescentes também. A ‘grande nuvem’ de testemunhas que nos observa da eternidade nos faz ver tudo de uma perspectiva diferente. Para perseverar, um adolescente deve ter muito clara e bem presente a história que começou lá no Eden e se prolongará até a Cidade Santa. Precisa lembrar de tantos homens e mulheres que vieram antes e de seu exemplo admirável, precisa estar comprometido com as pessoas que virão depois e com o exemplo que deve deixar. É muito importante essa consciência de que nossa luta não é particular, não é individual. Ser parte de uma história conecta, ancora e enraiza, mas o individualismo desestabiliza completamente. Infelizmente, a desesperada busca pelo novo faz com que a história seja desprezada e sobre o indivíduo incapaz e só.

Eu estou no exército – O senso de pertencimento é o terceiro elemento da cosmovisão que facilita a perseverança. O adolescente que se sentir parte importante da igreja, membro funcional do Corpo de Cristo, soldado necessário no exército contra o pecado, permanecerá mais facilmente na fé. Infelizmente, quanto mais se desenvolvem os ministérios de entretenimento nas igrejas tanto mais segregados ficam os adolescentes, ensimesmados em suas atividades privativas, alheios ao que é a Igreja e quais são as suas funções. O culto de domingo já não é a expressão de uma igreja rica em relacionamentos, onde os membros estão firmemente ligados pelos vínculos da paz. Ainda assim, nesse culto principal, os adolescentes costumam ser praticamente invisíveis, exceto por algumas rodinhas de bate papo e muitas risadas no final do culto. Limitados a reuniões no sábado, menos para envolvê-los na missão da Igreja e mais para competir com atrativos mundanos, eles são, infelizmente, a improvável ‘igreja do futuro’. Não preenchendo na Igreja sua necessidade de pertencer, não se vinculando fortemente a outros cristãos, os adolescentes se tornam radicais livres e toda a sua energia se volta contra o Corpo, oxidando e corroendo. Então, quando o adolescente se vincula mais a amigos não cristãos no ensino médio, passa a ver o mundo, as oportunidades, a ética e até a própria Igreja pelos olhos deles. É isso que chamamos de desvio. Não é demais dizer também que os adolescentes precisam ser a Igreja do presente.

Eu posso vencer – A esperança altera completamente as nossas perspectivas. Quando achamos que podemos vencer nos esforçamos mais e vencemos. Quando achamos que vamos ser derrotados desistimos intimamente e de fato somos vencidos. O mundo exerce uma forte pressão contra a esperança em tudo o que se refere à luta contra o pecado. Incapaz de vencer os impulsos da carne, o mundo os justifica, depois valoriza e por fim impõe. Sabe-se que a masturbação, por exemplo, não é boa, é um vício que desajusta a pessoa para o relacionamento sexual normal. Como o mundo não tem esperança de vencer a masturbação, diz que ela não é errada, depois diz que ela é boa e por fim diz que é necessária. Elimina-se assim toda a esperança de viver uma sexualidade conforme o plano de Deus. Isso acontece em todas as outras áreas da vida. A estratégia do mundo é destruir a esperança da santidade até que o pecado seja visto como a única opção. Se nossos adolescentes são expostos a essa destruição da esperança, eles desistirão e desviarão. Nossso esforço deve se concentrar em fortalecer sua esperança para que permaneçam.

Pastores, líderes e pais, despertem-se para suprir os adolescentes com esses quatro elementos: missão, história, pertencimento e esperança. Esses elementos compõe uma cosmovisão que evita o desvio e facilita a perseverança.

Seu para evangelizarmos todo mundo,

José Bernardo
AMME Evangelizar

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