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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7879)

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Missões além dos limites geográficos

 Texto – Mateus 28:19,20 – Marcos 16:15 – Atos 1:8

 1. Jerusalém
Quando somos lembrados de que devemos ir a Jerusalém, Judéia, Samaria e aos confins da terra, pensamos em Jerusalém como a região onde nascemos ou nos estabelecemos. Provavelmente nenhum dos discípulos em Pentecostes era natural de Jerusalém. Eles estavam de visita ali. Jerusalém era a cidade onde eles estavam, o lugar em que, naquele momento, tinham possibilidade de se relacionar com as pessoas, estar em contato com elas. Evangelizar em nossa Jerusalém não tem um sentido geográfico, mas relacional.

Muitas vezes nos esquecemos de que se nós somos cristãos, outros semelhantes a nós também podem vir a ser. Falar de Cristo a pessoas que entendemos, conhecemos, com quem nos relacionamos diariamente, pode ser mais fácil. ( Ex. Família, colega de trabalho, colegas de classe…)

2. Judéia
Se Jerusalém pode representar nossos relacionamentos, as pessoas com quem temos contato, Judéia é algo mais distante, mais abrangente, mas ainda não tão difícil ou complexo. Como podemos estabelecer contato com pessoas fisicamente próximas, com quem não temos necessariamente alguma afinidade ou relacionamento? Lembre-se que devemos ir por todo mundo e pregar a toda criatura!

A resposta está em uma estrutura de organização da evangelização que permeie toda a estrutura da Igreja. A dificuldade em alcançar mais pessoas, e pessoas de diferentes grupos, deve-se ao fato de que raramente a evangelização obtém essa abrangência.

Para que a evangelização permeie toda a atividade da igreja, ela não pode ser um departamento, uma salinha ou um evento. A evangelização deve ser como a circulação do sangue na igreja: Um coração batendo e impulsionando evangelização por cada vaso do corpo de Cristo. Quanto mais a evangelização se espalha pela igreja, mais ela alcança pessoas diferentes ao redor. ( Ex: Vizinhos, moradores do bairro da igreja, trabalhadores de outros setores da empresa)

4. Samaria
Mandar os discípulos judeus anunciar o Evangelho em Samaria, sabendo que os samaritanos, além de não serem próximos deles, também tinham preconceito e até inimizade e ódio, revela bem o caráter transformador da mensagem do Evangelho. Nossa Samaria são aqueles grupos que além de estarem fisicamente distantes ainda estão bastante afastados culturalmente. ( Ex. Moradores de rua, prostitutas, idoso…)

Uma boa forma de evangelizar tais pessoas é a evangelização servidora. É lógico que a maioria de nossas igrejas sabe o que é distribuir cesta básica, realizar um dia de ação social em uma favela, organizar um programa de reforço escolar ou até uma creche, mas isso muitas vezes é feito de modo desconectado da evangelização e se torna uma ação isolada. Um grupo norte americano tem trabalhado a idéia de evangelização servidora de modo bastante especial. De seu site em www.servantevangelism.com tiramos as seguintes informações

4.1. Pequenas coisas feitas com grande amor mudam o mundo
Talvez nosso slogan deveria ser “Pequenas coisas feitas com grande amor estão mudando o mundo”, porque é isso o que está acontecendo. Nós recebemos relatórios de pastores, líderes e crentes ao redor do mundo que descobriram o poder e o impacto de “mostrar o amor de Deus de modo prático”.

O poder da bondade. Para ter plena compreensão da Evangelização Servidora, você deveria ler “Conspiração da Bondade” de Steve Sjogren, pastor fundador de uma igreja que cresceu a partir de um punhado de crentes para uma assistência de 7.500 pessoas em apenas quinze anos. Tais coisas acontecem agora tanto como antes. O que faz essa história tão especial é que aconteceu em Cincinnati, Ohio – uma cidade que tem sido conhecida por sua rudez. Quando aquela igreja começou, Cincinnati estava classificada como a terceira cidade menos amistosa dos Estados Unidos. Depois de haver servido cerca de 12 millhões de pessoas ao longo desses quinze anos, o tom da cidade mudou literalmente e essa mudança trouxe um impacto permanente em vários aspectos. Evangelização Servidora (Servant Evangelism SE) conecta pessoas de um modo natural, simples, de baixo risco e de grande graça.

Quem não gostaria de receber uma Coca-cola gelada em um dia quente? Especialmente de alguém sorridente e feliz em fazê-lo?

A Evangelização servidora ganha o coração antes de confrontar a mente. Um pequeno ato de bondade traz a pessoa para mais perto de Deus, normalmente de um modo intenso, porque ultrapassa as defesas mentais. O crente normal não se sentiria ameaçado em oferecer uma Coca gelada a um estranho em um dia quente (baixo risco). A grande graça manifesta-se na típica reação: “Oh, obrigado!”, “Que gentil!”, “Nem posso acreditar que é de graça!” e “ Por que você está fazendo isso?”.

A bondade constrói a ponte para que a pessoa receba um toque do amor de Deus. É simples, prático, efetivo, barato e divertido!

5. Confins da terra
Se Jerusalém representa as pessoas próximas com quem temos relacionamento, Judéia as pessoas próximas com quem não temos relacionamento e Samaria as pessoas distantes com quem temos um relacionamento ruim, nos confins da terra estão aquelas pessoas distantes, com quem nem pensamos em nos relacionar. Precisamos evangelizá-las também.

Grupos afastados, desconhecidos dos membros da igreja, com os quais dificilmente se relacionam, podem estar em sua própria cidade: Estrangeiros, por exemplo – muitas cidades têm comunidades árabes, japonesas, alemãs; Deficientes – surdos, cegos, cadeirantes; Doentes – leprosos, aidéticos, deficientes mentais; Prisioneiros; Travestis, prostitutas; Marinheiros. Tais pessoas têm hábitos, linguajar, necessidades e interesses tão diferentes que alcançá-los pode parecer uma viagem a países exóticos.

É preciso um coração missionário para alcançar essas pessoas e a mobilização missionária da igreja é justamente o melhor recurso para fazer isso. A diferença entre uma igreja que não cruza a barreira do desconhecido e aquela que o faz pode ser vista na parábola do Bom Samaritano. Sacerdote, levita e samaritano iam pelo mesmo caminho, viram a mesma cena, os dois primeiros seguiram seu caminho, mas o samaritano parou porque sentiu compaixão. Mobilizar uma igreja para missões é sobretudo exercitar a compaixão que deve existir nos crentes.

5.1. Intercessão
A intercessão é uma excelente forma de ver e se compadecer de outros grupos à margem do grupo de que fazemos parte. Para o “ver” há muitos filmes, e outros recursos que ajudam a entender outras realidades que não experimentamos. O bom mobilizador de missões usará esses recursos sabendo que eles não são capazes de, por si só, mover o coração de uma igreja. A intercessão levará a igreja à compaixão aos perdidos.  É a pregação que leva uma igreja a clamar pelos perdidos. Para fazer uma igreja missionária, seus pregadores devem estar comprometidos com missões e pregar sobre isso.

5.2. Doação
Doar, não somente dinheiro, mas o tempo, o serviço, os bens são uma forma intensa de envolvimento e, ao mesmo tempo, uma prova honesta de que a igreja está envolvida: colocamos nosso tesouro onde também colocamos nosso coração! É fato que sempre queremos compromissos missionários de longo prazo, que permitam programas de evangelização mais consistentes e eficazes, contudo, quando começamos a exercitar uma igreja na doação para missões, o investimento em projetos estanques é mais interessante. Ao doar para um projeto com valor e prazo pré-definidos, e depois celebrar o resultado alcançado, a igreja fica mais e mais motivada a doar. O projeto, entretanto, representa apenas o ver, a compaixão que, novamente, vem com a Palavra – a palavra seguida do exemplo. Em muitas igrejas dizer “dai e vos será dado” já não surte efeito porque os crentes deram, mas não viram sua igreja dando. De fato, se a igreja não sustenta obreiros, para que levantaria recursos?

5.3. Evangelização
Novamente, quando se trata de mobilizar uma igreja para missões e levar seus membros a se comprometerem com a evangelização de grupos distantes, é preciso exercitar como que exercita os músculos. Pequenas viagens missionárias, para outras cidades e estados, para outros países ou para comunidades isoladas dentro da própria cidade são experiências valiosas na mobilização. Líderes, muitas vezes desligados do trabalho missionário, mudam e começam a se envolver intensamente em programas desse tipo. Mas ainda tratamos somente do ver aqui. A compaixão vem ainda com a pregação. “Sigam-me e eu vos farei pescadores de homens” – este chamado deve ecoar continuamente dos púlpitos, trazendo pessoas para o grupo de vocacionados da igreja, para se prepararem para o ministério. O esforço contínuo e intencional no envio de missionários, na plantação de igrejas é um impulso vivificador na igreja.

6. Relacionamentos
 A grande porta aberta para a evangelização em nossos dias são os relacionamentos. O esforço do inimigo em separar e dividir as pessoas tem resultado em uma desesperada solidão de cada um no meio das multidões. É o pesado preço do individualismo, do egocentrismo e do antropocentrismo. Por outro lado, a Bíblia, o Evangelho, nossa fé é sobre relacionamentos. O verdadeiro e único Deus se interessa pelas necessidades humanas.
É triste que as habilidades de relacionamento, tão bem ensinadas nas Escrituras e providas pelo Espírito Santo, sejam tão pouco desenvolvidas pela Igreja. É necessário pregar mais sobre isso, ensinar, ler, falar e ajudar os crentes a desenvolver a inteligência relacional. Em um cenário onde a evangelização parece ser cada vez mais difícil, relacionamentos são a grande porta que Deus abriu para trazermos pessoas a Cristo. Façamos bom uso dessa porta.

Texto escrito por Jóse Bernardo
Fundador e presidente da AMME

 A AMME está promovendo através do ministério Salva Vidas várias oficinas práticas para uma evangelização criativa e contextualizada, para maiores informações ligue 4473-4373/ 4428-3222 ou e-mails: atendimento@salvavidas.biz , rosana@salvavidas.bz e fale com a missionária Rosana ou missionário Daniel.

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