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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7631)

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Do racismo e da perseguição religiosa

Existe perseguição religiosa no Brasil? Não! Esta seria a resposta da grande maioria dos evangélicos. Embora haja uma perseguição insistente e destrutiva, ela é tão invisível quanto o racismo no país. A questão racial está altamente politizada para a conveniência da ideologia governante e as controversas medidas de segregação racial conduzem a uma piora no quadro geral, simplesmente para satisfazer a ganância dos políticos – dividir para submeter. Mesmo assim é inegável que existe racismo. Basta notar, por exemplo, conforme várias pesquisas, que a diferença da média salarial nos extremos da palheta de cores de pele é de quase 50% desfavorável para os negros, isso entre pessoas do gênero masculino.

A maioria das medidas governamentais apresentadas contra o racismo na última década são reprováveis, já que promovem o segregacionismo, a soberba, o revanchismo, ocultando e preservando as causas da pobreza e do desrespeito. O racismo é um tema para o qual a Igreja deve oferecer a solução incontaminada do Evangelho, a partir do princípio divino da não acepção de pessoas no amor prático que é fruto do Espírito. Infelizmente, como não percebe claramente o racismo, a Igreja, de modo geral, também não percebe a perseguição religiosa contra os evangélicos e falha em enfrentar esse mal e em ensinar seus membros a se prepararem e lutarem contra isso. O racismo cultural que domina as relações entre as pessoas, é visto como normal e até como merecido, do mesmo modo a perseguição.

Negros contando histórias jocosas e demeritórias contra os negros é um sinal da invisibilidade desse tipo de pecado, de quanto o racismo impregna nossa cultura. Da mesma forma, a perseguição religiosa contra os evangélicos é vista como normal e até como missional, já que está prevista nas Escrituras. Contudo, o fato de a Palavra de Deus prever que sofreríamos perseguições não torna esse pecado menos indigno, nem tira a nossa responsabilidade de denunciá-lo e combatê-lo.

Mal iniciamos nossos encontros de Resistência Evangélica, para identificar, denunciar e combater o pecado da perseguição contra os evangélicos, vários irmãos se levantaram para nos ‘informar’ que aqui não há perseguição e que os verdadeiros perseguidos estão em países de governo ‘maomeista’ ou na Índia hinduísta. Há severa perseguição contra os cristãos em grande parte do mundo, inclusive na Europa pós cristã. Eu não ouso comparar e dizer o que é pior, a perseguição aberta e física, ou a perseguição velada e emocional, mas quando percebemos que, por exemplo, a imprensa brasileira somente denuncia a religião de um criminoso quando ele se diz evangélico e que crimes envolvendo evangélicos têm cobertura despropositadamente maior do que outros, é preciso reconhecer o inimigo atuando nas sombras.

Para exercermos nosso direito natural de resistência, uma vez que o Estado brasileiro não demonstra interesse e nem capacidade de proteger seus melhores cidadãos desse crime de perseguição, iniciamos uma série de encontros que denominamos Resistência Evangélica. Esses encontros que estão sendo realizados nas quartas feiras das 8:00 às 10:00 horas da manhã, na Casa da Palavra, sede da AMME Evangelizar, à Av. D. Pedro II, 1695 – Bairro Campestre, Santo André – SP. No programa, a intercessão pela igreja perseguida no exterior, o estudo das Escrituras sobre o tema, o exame de casos e a oração sobre a perseguição no Brasil. Todos os evangélicos são bem vindos.

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