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Perseguição aqui e agora

Estou indignado com a inversão dos fatos promovida pela mídia contra uma professora evangélica em S. Bernardo – SP.

Roseli, uma dedicada professora de história evangélica, está sofrendo forte violência da mídia por ter procurado ajudar seus alunos a superarem a violência e o bullying compartilhando com eles a sua experiência na fé. Um dos alunos, um rapaz de 15 anos e sua família, que deveriam estar gratos pelo esforço da professora em promover a paz, colocam a culpa do bullyng que ele tem sofrido por parte dos colegas em quem o procurou ajudar. Um jornal da região explorou viciosamente a ação perpetrada pelo rapaz e seus pais.

A Secretaria Estadual da Educação que deveria estar comprometida com a educação mas, segundo se observa no noticiário, se especializou em promover a promiscuidade e é incapaz de debelar a violência entre os alunos e contra os professores, parece ter prometido intimidar e coagir a professora, brandindo uma tendenciosa legislação sobre religião do Estado que dizendo-se laico posiciona-se como ateu. A Secretaria Estadual (São Paulo) da Justiça e Defesa da Cidadania vai abrir processo administrativo para apurar a responsabilidade e, como em casos recentes, pode-se prever que seja pressionada por ação política de minorias [veja por exemplo].

O mesmo Estado que ataca a professora que está lutando contra a violência patrocina o ensino de religião africana a título de cultura (LEI No 10.639, DE 9 DE JANEIRO DE 2003.), ignorando que o cristianismo é a maior religião africana. Associa-se nisso uma tal de Associação Federativa da Cultura e Cultos Afro-Brasileiros, que quer mais – pretendendo combater o ensino da Palavra de Deus com a imposição de mais ‘cultura afro-brasileira’ financiada com os impostos pagos pelos cristãos.

1. Estou orando sobre isso – para que Deus tenha misericórdia da nação brasileira. Para que Deus se apiede dos que se mancomunaram para perseguir essa professora.

2. Estou me posicionando novamente contra o acordo da Igreja com os gibeonitas, pois os conchavos das últimas eleições está produzindo efeitos como esse por toda parte.

3. Estou alertando você, para que ouça as notícias com ouvidos críticos e não faça como ditos cristãos, tolos e ignorantes, que se posicionaram contra a professora em nome de uma tolerância e uma neutralidade que não é possível nem é bíblica. A imprensa reconhecidamente preconceituosa, que somente declara a religião de um criminoso quando se diz evangélico, está ampliando seus assaltos à fé.

4. Estou estimulando advogados evangélicos, e são muitos, para que se associarem e formem um movimento de resistência contra o massivo ataque malígno travestido de ‘direitos humanos’. Quantos advogados evangélicos se levantarão ao lado dessa professora para defendê-la da perseguição religiosa orquestrada pelo estado e por essa religião dita afro-brasileira? A denúncia estufada pelo preconceito e anti-cristianismo já recebeu a promessa de total apoio por parte das organizações afro-religiosas. Nesta fase da perseguição o direito ainda pode ser achado pela justiça comum. Quando se instalar o stalinismo que se delineia, já não haverá direito.

5. Finalmente tenho que questionar essa utopia de ‘Estado laico’. Ainda que esse absurdo seja repetido por um milênio não se tornará verdade. É escandaloso que uma minoria de ateus, céticos e agnósticos queira impor suas crenças à maioria. É retrógado que a falta de fé seja, de qualquer modo, vista como mais moderna e promissora. Entendo que o Estado deveria se declarar, ao invez de laico, incapaz em questões religiosas.

O Estado é incapaz em matéria de fé! Também não é onipotente, não é onipresente, não pode substituir Deus. Que seja cancelada toda a legislação sobre religiosidade e impedida toda a ação do Estado contra a liberdade de crença e expressão da fé.


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2 comments to Perseguição aqui e agora

  • Mark Lemos

    Parabens Pr. Jose Bernardo, que Deus continue lhe usando para denunciar as violencias promovidas contra a Igreja e corpo de Cristo

  • Obrigado pelo apoio pastor Mark. Estou convicto de que esse é o momento em que a igreja precisa se despertar e reagir.

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