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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7884)

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Ministério itinerante

É justificável a proclamação sem ensino? Quando podemos dizer que de fato evangelizamos? Há muitas missões especializadas em missões de curto prazo ” short missions” e seus defensores têm muitos argumentos a favor. Estariam certos?

A ordem clara e explícita do Senhor Jesus foi: ” Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei com vocês, até o fim dos tempos. Mt 28:19,20. Mesmo assim, há muitos crentes que se acham despensados da responsabilidade de fazer discípulos. Eles pensam que estão fazendo a obra missionária, mesmo quando não passam mais que uns poucos dias em cada lugar onde vão.

Viajar pelo mundo passando por várias cidades e países é um programa cada vez mais incentivado. Chama-se a isso de viagem missionária. Há igrejas grandes que não investem mais no sustento de missionário. Uma vez por ano, o pastor junta um grupo de membros e vão para algum destino exótico ” fazer missões”.

A ordem de Jesus, de ir por todo mundo, tem um controle de resultados,” façam discípulos”, e uma medida de qualidade, ” ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei“. Se não ensinamos pessoas a obedecer a tudo o que nos foi ordenado, podemos dizer que fizemos missões? Depois, há aquele monte de fichas de conversão entregues à igreja local. Será que alguém tem a ilusão de que se ela não cuidou de evangelizar seu bairro antes, vai repentinamente se aplicar a visitar e discipular as pessoas que os “missionários de curto prazo” deixaram para trás?

Por outro lado, há essa força adicional de pessoas querendo ter uma experiência missionária, que bem pode abrir sua visão e melhor seu treinamento. Como utilizar adequadamente esse recurso? Tenho visto pastores e membros voltarem a suas igrejas verdadeiramente incendiados para missões depois de uma viagem missionária curta. Tenho visto pessoas de terceiros países serem alcançadas como é pouco provável que fossem em seu próprio país.

Há situações em que viagens curtas ou um ministério itinerante sejam úteis. Por outro lado, há muito fruto que é perdido porque não cumpre a Grande Comissão como ela nos foi ordenada. Como  definir as situações em que ministérios itinerantes são aceitáveis ou úteis? Como medir os resultados em viagens de curto prazo? Afinal, como bons mordomos de Cristo, devemos prestar contas. Como garantir que alguém vai continuar a evangelização que foi apenas iniciada em uma viagem curta? De que maneira o avanço das cominicações poderia amenizar o problema gerado por esse tipo de ação?

O fato é que as viagens missionárias de curto prazo estão relacionadas a uma visão de semeadura e não de colheita; do processo e não dos resultados; do que satisfaz aos crentes e não a Deus. Como podemos lidar com essa falha de visão?

Uma questão de frutos!

Jesus apresentou a evangelização sempre como algo em que precisamos produzir resultados: pescadores de homens, multiplicadores de talentos, árvores frutíferas, ceifeiros na seara do mestre, discipuladores que ensinam a obedecer, luz do mundo, sal da terra, água viva…

Evangelizar é produzir resultados que glorifiquem a DEUS e transformam a vida das pessoas. Qualquer plano de evangelização deve ser fundamentado nesse princípio, porque é assim que Deus nos avalia.

A AMME está promovendo através do ministério Salva Vidas várias oficinas práticas para uma evangelização criativa e contextualizada, para maiores informações ligue 4473-4373/ 4428-3222 ou e-mails: atendimento@salvavidas.biz , rosana@salvavidas.bz e fale com a missionária Rosana ou missionário Daniel.

 

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