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Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7790)

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Endo-apologia II

Enfrentando o desvio

Três falsos evangelhos
José Bernardo

Como Satanás está arrastando milhares de adolescentes e jovens para fora da Igreja e para longe da fé? Porque a Igreja não está sendo capaz de perceber e conter essa evasão? Onde toda essa maldade e destruição estão se apoiando? Um olhar cuidadoso para o cenário faz perceber que a estratégia usada pelo inimigo tem sido um ‘cavalo de troia’, belo por fora e cheio de destruição por dentro: a religião do ‘bem estar’.

Apoiado em uma interpretação flexível da própria Bíblia, o inimigo vem minando a fé bíblica da igreja evangélica e substituindo por essa nova religião, ainda difícil de distinguir para muitos, mas definitivamente oposta ao que Jesus ensinou. Há três correntes principais desse neo-paganismo, três falsos evangelhos que a grande maioria dos crentes está seguindo para longe de Cristo. Tais evangelhos não tem poder para salvar, não oferecem os elementos para a perseverança na fé. Adolescentes e jovens aprendem tais heresias de seus pais e essa é uma razão central de seu desvio.


Primeiro, enumeremos esses três ataques malígnos:

O evangelho do bem estar material – ou a teologia da prosperidade, movimento religioso surgido nas primeiras décadas do século XX nos Estados Unidos da América. Sua doutrina afirma, a partir da interpretação de alguns textos bíblicos como Gênesis 17.7, Marcos 11.23-24 e Lucas 11.9-10, que quem é verdadeiramente fiél a Deus deve desfrutar de uma excelente situação na área financeira, na saúde, etc. Não mais capaz de seduzir a população norte-americana que emergiu das crises econômicas no pós-guerra, esse falso evangelho foi despejado na América Latina por tele-evangelistas, rapidamente absorvido aqui pelo nascente movimento neo-pentecostal e é hoje refugo lançado covardemente contra a África por uma equivocada ação missionária.

O evangelho do bem estar psicológico – movimento que visa a descoberta e o tratamento de problemas emocionais, como medo, complexos, baixa auto-estima, no intuito de que as pessoas sejam tratadas no espírito, na alma e no corpo, com ênfase na cura da alma. O movimento, também originado nos Estados Unidos, resultou do esforço de manter a Igreja atraente para uma sociedade cada vez mais materialista e egocêntrica e têm raízes, tanto no evangelicalismo histórico, como no movimento carismático. Entre os evangélicos históricos surgiu no condicionamento do aconselhamento cristão pela psicologia e psicanálise, entre os pentecostais, dos esforços de cura interior. Ambas as correntes proliferaram a partir dos anos 80 com a enxurrada de livros evangélicos de auto-ajuda e hoje são um mal perfeitamente institucionalizado.

O evangelho do bem estar social – é um movimento essencialmente político que utiliza elementos do Cristianismo como alegoria para facilitar a disseminação de idéias de diferentes pensadores socialistas. Seus defensores a apresentam como, por exemplo, “uma interpretação da fé cristã através do sofrimento dos pobres, sua luta e esperança, e uma crítica da sociedade e do cristianismo através dos olhos dos pobres”. O movimento surgiu no seio do catolicismo Latino Americano, na esteira da influência marxista, foi fortemente combatido e diminuido pela Igreja Romana, proliferou entre ditos evangélicos em alguns países da América Hispânica e influenciou o evangelicalismo brasileiro com mais força a partir dos anos 80.

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Diagnose do insólito
As causas dessa monstruosidade espiritual

Embora pareçam propostas diferentes, as três correntes religiosas são extremos próximos, identificados por três ensinos heréticos centrais: a) Antropocêntrismo – O cristianismo defende a centralidade de Deus e apresenta o ser humano como inútil e sem valor, as três teologias malígnas retomam o ser humano como centro de tudo e fazem Deus gravitar ao redor de suas necessidades, desejos e ações; b) Temporalidade – O cristianismo aponta para a vida na terra como uma passagem de provação para um mundo novo e eterno, as três teologias corrosivas se concentram no que pode ser obtido imediatamente, fixando a quem pode seduzir no que é presente, temporal e passageiro; c) Materialismo – O cristianismo aponta para as coisas espirituais, invisíveis, as três correntes teológicas cativam seu público ao que é material e carnalmente desfrutável, são evangelhos da sensualidade.

Os falsos evangelhos da prosperidade, terapêutico ou da libertação se contrapõe ao verdadeiro Evangelho do Reino, que anuncia o governo soberano de Deus em Cristo sobre a vontade humana e leva ‘cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo’ 2Co 10:5. Tais evangelhos são produzidos pelos inimigos da cruz, seu deus é o ventre (Fp 3:19).

A endo-apologia combaterá com dificuldade esses ataques malígnos. Os falsos evangelhos se mimetizam com capricho, usando o vocabulário dos evangélicos, suas expressões e a própria Bíblia para surpreender e destruir a fé bíblica. Esses falsos evangelhos promovem uma interpretação flexível das Escrituras, baseada principalmente na dedução e em um criticismo pretensamente acadêmico e energicamente desconstrutor. No discurso, usam e abusam do palavrório apaixonado, como se estivessem militando por uma grande causa e, quando não funciona, abundam na irreverência, no sarcasmo, na ironia e na zombaria. Todas os três praticam também uma contra-apologia preventiva, acusando de reacionários, desumanos, anti-cristãos e fundamentalistas aqueles que se atrevem a ir contra suas ambições egocêntricas, temporais e materialistas. Dessa forma surpreendem, sequestram e escravizam uma igreja que deixou as Escrituras de lado para abraçar o sensacionalismo.

Mas o aspecto mais venenoso de tais falsos evangelhos, é que são virais, não estão baseados nas teologias alucinadas que os geraram, mas nas características de seus hospedeiros. Quando o apóstolo Paulo nos preveniu disso, disse: “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas…” 2Tm 3:1ss. Não é a teologia maligna, principalmente, que faz essa maldade prosperar, mas a natureza egoísta que impede os seres humanos de clamarem pelo verdadeiro Evangelho do Reino: Seja feita a Tua vontade, ó Deus. Egoístas, egocêntricos, esses são os hospedeiros de evangelhos oportunistas, que contagiam os mais jovens e causam seu desvio.

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10 comments to Endo-apologia II

  • Flávia bezerra

    Lamentavelmente, pastor Bernardo, o Evangelho deve ser olhado, sim, na perpectiva dos pobres e dos menos favorecidos. É lógico que é mais amplo que isto.

    Sou fã e contribuinte da sua missão, mas não posso concordar com este terceiro item do dito evangelho pagão.

    A paz.

    Pastora Flávia Bezerra

  • Prezada pastora Flávia Bezerra,
    Saudações em Cristo.

    “O rico e o pobre se encontram; a um e a outro faz o SENHOR.” Pv 22:2

    Seu comentário em nosso site chegou a mim e o apreciei muitíssimo. É sempre maravilhoso ouvir aqueles que estão próximos e que nos apoiam, mesmo quando inquirem e fazem crítica construtiva ao que fazemos ou dizemos.

    A partir de sua frase “é lógico que é mais amplo que isto”, entendi seu comentário muito mais como uma ressalva do que discordância. De fato o Evangelho deve ser considerado sempre na perspectiva de Deus, jamais dos homens, sejam pobres ou ricos, sábios ou ignorantes, afinal, o Evangelho pertence a Deus, vem dEle, é sobre Ele para realizar a vontade dEle. No Evangelho de Deus há muito sobre a questão do pobre e do rico, da probreza e da riqueza, mas não é isso que o evangelho social tem pregado à margem das Escrituras. Não estou me referindo às igrejas que têm se desdobrado para socorrer os necessitados, nem aos crentes que têm repartido seus bens para aliviar a fome de outros. Estou me referindo a um movimento politico socialista que contaminou alguns setores da Igreja no Brasil e na América Latina com uma idéia de ‘salvação’ que nada tem de bíblica nem de evangélica em sua concepção, em seus meios ou em seus recursos.

    O que faz esse evangelho social ser falso é que ele coloca o pobre no centro e não Deus, faz com que a esperança do pobre esteja no tempo presente e não na glória futura, seduz o pobre com perspectivas materialistas e o desvia das coisas espirituais que são superiores. O evangelho social não acha que a pregação, a evangelização, pode transformar vidas – seus meios são políticos. A Bíblia é, na boca dos defensores desse falso evangelho, apenas um livro para citar junto com as teorias sociais, em textos que atendem suas intenções e em interpretações muito particulares. A Bíblia não tem sido a base das teorias desespiritualizadoras que têm aparecido nos últimos anos. Para essas pessoas, toda a Igreja está errada, somente as teorias deles estão certas. Tenho certeza que a irmã não concorda com isso.

    Tenho certeza que a irmã não acha que o pobre é mais digno da salvação e do Evangelho. Sabemos que a pobreza não torna ninguém mais justo ou mais merecedor da salvação. Olhando para os pobres e menos favorecidos na perspectiva de Deus, nós os veremos como pecadores que precisam ser limpos pelo sangue de Jesus, reconciliados com Deus e submetidos à vontade dEle. Exatamente o mesmo que vemos quando olhamos os ricos sob a perspectiva de Deus. Com o caráter verdadeiramente transformado por Deus nos desdobraremos em socorrer a cada um em suas necessidades e desesperos, não nos faremos surdos ao clamor dos necessitados, mesmo sabendo que não é a nossa ajuda que os salvará. Mas não deixaremos de fazê-lo, porque o Espírito Santo encheu nosso coração de amor pelo próximo. Contudo, e acima de tudo, ensinaremos os pobres e os ricos, os jovens e os idosos, os cidadãos e os estrangeiros a obedecerem todas as coisas que o Senhor nos ensinou. Pois o sofrimento terreno é finito, mas o sofrimento eterno é infinito. Pregaremos o Evangelho a toda criatura, sem acepção de pessoas. Essa é a ordem que recebemos e a esperança que podemos dar a eles.

    Se desejar aprofundar ainda esse tema, pastora Flávia, terei alegria em ouvir-lhe mais.

    Seu para a evangelização total,

    José Bernardo
    AMME Evangelizar

  • ymara rodriguez de almeida

    Caro pastor , li seu artigo , gostei muito. Não acredito num evangelho criado por Deus para esta ou aquela classe de pessoas . o SENHOR Jesus se entregou lá na “CRUZ DO CALVÁRIO”por toda humanidade.É nisso que creio e entendo e o amo cada dia mais . Ele jamais fez, faz ou fará acepção de pessoas.Ele se entregou por todos que” estão cansados sobrecarregados, tristes, doentes, perdidos, sem esperança…” Ele não se importou com cores ou status social, porque ele se doou por inteiro.
    Querido pastor é sempre um prazer lê-lo, Que o Senhor de Missões continue abençoando seu árduo trabalho.
    Fique com a paz de Cristo Jesus,(o Senhor de todas as dores).
    Ymaraz , missionária do Deus vivo

  • Nelson Trigo

    A contribuição da pra.Flávia Bezerra, sem dúvida enriqueceu muito o artigo.
    Muito bom.

    Nelson Trigo
    São Roque-SP

  • EVERALDO DUTRA BARBOSA DA SILVA

    Caro pastor Bernardo,

    Li o seu artigo,o que muito me edificou na verdadeira fé em Cristo Jesus. Sou um novo convertido e já pude perceber a propagação desse evangelho falso, triunfalista, nas áreas material, psicológica e social, afastando principalmente os jovens, da verdade bíblica.

    “Se esperamos em Cristo só nesta vida,somos os mais miseráveis de todos os homens” 1ª Cor. 15.19.
    O verdadeiro evangelho nos ensina a atentar para as coisas espirituais, para a glória do porvir. Deus que sabe tudo, nos dará o que precisamos, ao seu tempo. Devemos procurar em primeiro lugar as coisas do reino de Deus e sua justiça; as demais coisas serão acrescentadas. Jesus acima de tudo.

  • Marcos Antonio da Silva

    Prezados, irmãos.
    Graça e Paz!

    Eu estou muito feliz pela riqueza do debate sobre o assunto em pauta. Não quero aqui fazer um juízo de valor. Sobretudo. Vejo que a máteria é um alerta, como de um atalaia. Estamos nas últimas horas da Igreja. [...]

    Na verdade precisamos resgatar urgentemente a essência da Igreja Primitiva, ou seja, a igreja de Atos dos Apóstolos, pois eles tinham tudo em comum, repartiam seus bens segundo as suas posses e depositavem aos pés dos apóstolos, para suprir as necessidades dos menos favorecidos. Portanto, eles não possuíam megatemplos, não tinham convenções, não estavam envolvidos com políticas, pelo contrário eram contra toda e qualquer tipo de idolatria e apostasia, eram homens que sairam para suas missões sem nada nas mãos a não ser a unção de Deus em Cristo Jesus.

    Estamos na verdade crucificando Jesus Cristo novamente com nossa capacidade de dissuação, pois a questão denominacional é um câncer dentro do cristianismo protestante do Brasil, são vários dogmas, doutrinas, costumes, teologias, mas estamos falando de um único Deus, de um único Salvador, de um só Espírito Santo, de uma única Igreja, e de um único Reino. Fico perplexo que somente nesse artigo, já detectamos vários embates e opiniões diversas, quando na verdade, o evangelho é somente um, o de Jesus Cristo.

    Estamos , sim, precisamos é de uma nova reforma protestante, pois nem protestante conseguimos ser, basta observarmos a posturas dos líderes e pastores, diante do lamaçal de corrupção, comunismo e satanismo declarado que esta veículando-se dentro dos nossos lares pela mídia, no congresso nacional e infelizmente, dentro das nossas igrejas. Os três falsos evangelhos são uma realidade, que há muito precisa ser combatida.

    Att. Pb Marcos Antonio.

  • Almyr Correa

    Caro pastor Bernado, graça e paz.
    Deixo aqui o meu total apoio a síntese sobre o assunto da propagação desse tipo de evangelho em nossa nação, temos observado que essa heresia tem contaminado muitas denominações em crescimento e muitos servos de Deus, inclusive tem sido solicitado por alguns de nossos membros para realizarmos esses trabalhos ” das chamadas campanhas de prosperidade” com temas diversos. O evangelho genuíno tem de ser anunciado. Concordo plenamente com a matéria, e estarei postando a mesma em nosso site. http://www.ipjnr.com.
    Que o nosso Deus em sua infinita sabedoria possa usá-lo poderosamente nessa grande obra.

  • ymara

    Estou muito feliz por estarmos todos envolvidos nestas questões tão complexas e paradoxais.
    Me remete a uma música de João Alexandre que diz:

    …”Reconstruindo o que Jesus derrubou
    Re-costurando o véu que a cruz já rasgou
    Ressuscitando a lei pisando na graça
    Negociando com Deus…
    Estão distantes do trono, caçadores de deus
    Ao som de um shofar
    E mais um ídolo importado dita as regras
    Pra nos escravizar…
    A extravagâncias vem de todos os lados
    E faz chover profetas apaixonados
    Morrendo em pé rompendo a fé dos cansados
    Com suas canções
    Estar de bem com vida é muito mais que renascer
    Deus já me deu sua palavra
    E é por ela que ainda guio o meu viver”…

    Pastor Bernardo, obrigada mais uma vez pelo privilégio de poder expressar o que o Senhor tem nos ensinado através de Sua Palavra.
    Quê o Senhor seja glorificado através de sua vida.
    Ymaraz

  • Muito bom o artigo!
    Permita-me fazer um comentário.

    O cristão deve ser equilibrado e não colocar seu coração nas riquezas e nem mesmo na pobreza!

    Qualquer situação da vida, seja ela pensada ideologicamente em favor da pobreza ou riqueza, não deve ser o ponto de partida para uma vida cristã. O ponto de partida é Cristo SOMENTE, assim como o fim (finalidade) também deve ser Cristo.

    Infelizmente, o que se tem em muitas instituições é o desiquilíbrio, uns a favor de um determinado “franciscanismo evangélico” e outro a favor de uma teologia geral do enriquecimento (penso ser mais apropriado do que prosperidade por questões linguísticas).

    Entretanto, a vida cristã não se resume em favor de um ou de outro, mas naquilo que realmente está depositado o seu coração: Cristo Jesus, o Senhor da Glória.

    Nesse sentido, morremos e vivemos por Ele, e se temos algum bem que seja para honra d’Ele (e não em prol de uma teoria teológica), e se pensamos em ajudar o próximo, seja para honra d’Ele (e não em prol de uma ideologia social).

    Saudações, em Cristo, a toda família de Deus.

  • Pb J Costa

    Caro Pr Bernardo,
    Quando se olha para o mundo pela perspecitiva de Deus (analisando as coisas conforme as Escrituras) vê-se que o evagelho de Cristo não é para nenhum grupo social em particular, seja pobres ou ricos, cultos ou incultos, etc, mas para todos. Nesta perspectiva (bíblica) vê-se que todo homem sem Deus é mais do que pobre, é cego, é miserável, está nu e nem sabe disto (cf Ap 3.17), dessa forma o evagelho do Senhor Jesus Cristo deve ser dirigido igualmente a todos sem distinção, sem grupos preferenciais, em linguagem sóbria e solene. Jesus salvou igualmente ricos e pobres. Paulo era dos maiorais na sociedade da época. Pedro era dos pobres. Todos os que não nasceram do Espírito são igualmente pobres, indigentes na perspectiva de Deus.
    Que Deus continue abençoando a todos quantos amam a segunda vinda de Cristo e muito anelam por ela.

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