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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7797)

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#Terceira Carta

À Igreja Brasileira,
pastores, líderes, pais e adolescentes, saudações em Cristo. Esta é a terceira carta que lhes escrevo sobre as causas do desvio de adolescentes e jovens. Planejo escrever cinco cartas, cada uma apresentando uma causa que exige sua atenção. Nesta carta quero falar sobre a transição da fé.

Apoiado em pesquisas que temos feito sobre o assunto, já escrevi mais detalhadamente sobre esse tema, aqui desejo me deter sobre ações práticas que devemos tomar no enfrentamento do desvio a partir dessa causa. As pesquisas mostram que o desvio de pessoas que se converteram na infância e adolescência é grande, e os filhos de famílias evangélicas tendem a se desviar mais do que aqueles criados em outros ambientes religiosos. A partir destes dados e do conhecimento sobre o funcionamento do cérebro dos adolescentes, nasceu uma hipótese sobre o processo que leva ao desvio por causa da transição da fé.

Lembrando que nosso culto é racional ou lógico (Rm 12:1), é fácil perceber que o funcionamento do cérebro das crianças e dos adolescentes é muito diferente. Tanto uns como outros, podem se apresentar a Deus vivos, santos e agradáveis, mas isso se dará de um modo bem diverso. As crianças têm o que podemos chamar de fé afetiva, baseada na lógica de que, se todas as pessoas que amam crêem de determinada forma, elas também devem crer assim. O testemunho do Evangelho, desse modo, tem predominância em levar as crianças a entregarem-se a Cristo, principalmente quando vem dos pais. Já os adolescentes desenvolvem uma capacidade verbal e argumentativa bastante ampla nos primeiros anos a partir da puberdade. Essa capacidade de discutir sobre tudo é a essência da expressão “culto racional” onde ‘racional’ significa literalmente ‘da palavra’. Ser capaz de falar sobre a fé e testemunhar, discutir aspectos conflitantes até harmonizá-los, fazer perguntas, dar respostas – isso faz com que a fé do adolescente, que podemos chamar de racional, seja virtualmente diferente da fé da criança.

Com o desenvolvimento da capacidade de abstração, na medida em que o raciocínio se torna mais apto e mais veloz, a fé argumentativa se sublima facilmente, e o diálogo dirigido às outras pessoas vai se tornando mais e mais um diálogo do adolescente com Deus. Assim a fé lógica se qualifica e se torna relacional. Essa transição do verbal para o relacional tende a ser mais natural, mais fácil, um passo dentro do mesmo âmbito. Contudo, aquela passagem entre a fé afetiva e a fé racional parece ser um degrau muito maior e mais difícil de ultrapassar, principalmente para os filhos dos crentes. Isso explicaria a questão do desvio.

Muitos adolescentes que vêm de contextos não evangélicos, chegam à fé a partir de muita argumentação, questionamento e conciliação mental. Portanto, a fé que desenvolvem é genuinamente racional e atualizada com sua capacidade mental. Mas há muitos outros adolescentes não crentes que vêm para a Igreja em busca de afetividade, amigos, diversão, namoro, compreensão para suas dificuldades de ajuste etc. Esses, mais aqueles adolescentes nascidos na igreja e que não tiveram a oportunidade de avançar para a fé racional, permanecerão imaturos, com uma fé desatualizada de sua capacidade mental.

O grande problema é que, na medida em que o adolescente deixa o ambiente protegido do ensino fundamental e enfrenta uma realidade mais exigente no ensino médio e depois na faculdade, a fé afetiva não é suficiente para mantê-lo espiritualmente vivo e ativo. Sentir-se aceito, amado e acolhido na Igreja gera uma fé que mantém a criança conectada à Igreja e a Cristo; adolescentes e jovens precisarão de muito mais do que isso. Quando os professores do ensino médio e da faculdade, dotados da soberba irrefletida de quem tem pouca ciência, começam a ridicularizar a fé dos adolescentes, e a repetir hipóteses marqueteadas pelos céticos como se fossem verdades absolutas, a fé em Cristo cai na categoria dos contos de fada. Essa pressão é muitas vezes aumentada pelos colegas que já não têm uma fé viva e procuram convencer o adolescente evangélico a pecar. O apelo do grupo e dos prazeres da sensualidade, os pecados da mocidade, farão o restante.

De um lado o adolescente não pergunta de outro lado os adultos não respondem. Fica a dúvida oculta. Parece ser tabú o adolescente que cresceu na Igreja questionar a fé. É preciso superar isso, deixar perguntar e responder: Ensinar. Recente li no livro “Almost Christian” (Dean, 2010) que trata da religiosidade inútil que está contaminando a nova geração de evangélicos nos Estados Unidos um pensamento que me fez refletir até em minhas próprias atitudes. A autora disse “Nos não temos depositado na conta deles: nós ensinamos baseball para os jovens, mas apenas os expomos à fé. Nós provemos treinamento e oportunidades para que os jovens desenvolvam e melhorem seus lançamentos (baseball) e sua pontuação SAT (teste para admissão na universidade), mas nós displicentemente assumimos que a identidade religiosa vai acontecer por osmose, emergindo quando o jovem estiver pronto (uma confiança que geralmente nos falta quando o assunto é, digamos, álgebra).”

Ensinar o Evangelho como ensinamos matemática, é isso que está faltando para diminuirmos o desvio por causa da transição da fé. Na medida em que nossos adolescentes entram na puberdade, devemos aproveitar a tagarelice deles para treiná-los em falar sobre sua fé. Eles devem ser capazes de discutir os mais variados temas relacionados ao Evangelho. Devem ter, na ponta da língua, respostas para porque não fazer sexo antes do casamento, porque falar sempre a verdade, porque não resolver questões com violência etc. Precisamos apresentar os temas, repetir quanto for necessário, dar exercícios, corrigir, verificar se aprenderam, recordar, enfim, precisamos ensiná-los a responder a quem questionar sua fé.

Na medida em que vão avançando adolescência adentro, devemos insistir em que aprendam a se relacionar com Deus de maneira pessoal e efetiva. Faremos isso da mesma forma como se estivéssemos ensinando gramática. Novamente explicaremos, apresentaremos exercícios, corrigiremos erros, levaremos o mandato de fazer discípulos e ensinar todas as coisas que Jesus nos ensinou ao limite.

Pastores, líderes e pais, rogo que vocês se apliquem ao ensino da fé. Apliquem-se a isso, porque é mandado de Cristo. Apascentem as ovelhas mais jovens, os cordeiros, porque essa será a evidência de seu amor a Cristo. Tenham certeza de que seus adolescentes e jovens chegaram a uma fé racional e relacional, isso evitará que milhares de nossos adolescentes sejam fisgados, seduzidos e arrastados para o mundo.

Seu para evangelizarmos todo mundo,

José Bernardo
AMME Evangelizar

P.S. Conte com a AMME Evangelizar. Para ajudar vocês a desenvolver a fé dos adolescentes e dos jovens estamos realizando o PACIFICADORES. Lá trataremos desses temas com profundidade e daremos recursos a eles que usarão para seus próprio fortalecimento e para ajudar a outros. Selecione pelo menos um adolescente e um jovem de sua igreja e envie. Para mais informações [www.pacificadores.org]

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