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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (8004)

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#END Segunda carta

À Igreja Brasileira,
pastores, líderes, pais e adolescentes, saudações em Cristo. Nesta segunda carta de cinco que planejo escrever sobre as causas do desvio de adolescentes e jovens quero falar sobre a participação deles na Igreja.

Sabemos que um membro por muito tempo inativo entra em um processo de estagnação e morte, colocando em risco todo o corpo. A circulação é prejudicada, os nervos se deterioram, a musculatura entra em colapso até que a situação seja irreversível. Pessoas imobilizadas nos hospitais passam por isso com frequência indesejável. Paulo usou essa idéia para falar da saúde da Igreja: “Dele todo o corpo, ajustado e unido pelo auxílio de todas as juntas, cresce e edifica-se a si mesmo em amor, na medida em que cada parte realiza a sua função.” Ef 4:16.

Para Paulo a Igreja só é sadia, só cresce e se fortalece quando cada parte realiza sua função. Infelizmente, na maior parte das igrejas os adolescentes não participam do movimento do Corpo (muitos adultos também não) e estão se estagnando. O sangue de Cristo não circula por eles, os impulsos do Espírito não os movimentam, eles perdem as forças e morrem aos poucos, causando dano também para o restante da igreja.

Não estou falando de qualquer atividade, afinal os adolescentes fazem acampamentos, praticam esportes, assistem filmes, fazem festas de aniversários, tem suas reuniões e em muitas igrejas participam de um culto separado. Mas todo esse ativismo não impede que estejam virtualmente separados do Corpo de Cristo. Deixe-me explicar isso melhor, apontando para alguns aspectos do que estou chamando de não participação.

Desconexão: Quer porque os adultos não se dispõem a se relacionar com eles, quer porque uma cultura ímpia os afasta dos adultos, os adolescentes ficam segregados na igreja. A prática de exclusão mútua faz com que os adultos não se beneficiem dos dons dos adolescentes e esses não se beneficiem dos dons dos adultos. Ambos são prejudicados. Esse é um dos aspectos da separação que produz estagnação e desvio: marginalizados em seu cultinho, isolados do pastoreio, invisíveis em seu gueto, os adolescentes não estão conectados com os outros membros da igreja. O contato saudável entre adultos e adolescentes, na oração, no discipulado, em atividades comuns é essencial para a saúde de todos e principalmente dos próprios adolescentes.

Desorientação: Embora haja muita atividade de adolescentes, já que são tão ativos, frequentemente tais atividades não são orientadas para cumprir a missão da Igreja. Em tempos em que muitas igrejas perderam de vista a própria missão bíblica, os adolescentes ficam ainda mais distantes de realizarem atividades com relevância missional. O ativismo espiritualmente inútil, mesmo que inclua algumas boas obras conforme o mundo, não resulta em cooperação com o Espírito Santo, não produz frutos eternos que agradem a Deus e justifiquem a permanência na videira. Sabemos que os ramos que não produzem frutos são cortados e lançados fora. Porque seria diferente com os adolescentes? Sua juventude não justifica que sejam tratados como meio crentes. A missão da igreja é manifestar o Evangelho de tal forma que as pessoas se submetam ao governo de Deus em Cristo. Chamamos isso de evangelização. Essa é a missão que deve caracterizar as atividades dos adolescentes para que sejam efetivamente parte da Igreja, crentes integrais.

Desconcentração: A Igreja tem aceito o pensamento mundano de que a adolescência é um tempo de férias, diversão, folga e distração. Parece que não se aplica aos adolescentes o chamado do Getsêmani: “Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.” Mc 14:38. Por toda parte encontramos líderes de adolescentes preocupados com que filme vão exibir, como organizar a próxima festa, qual música será mais do gosto dos adolescentes. Ocupados em maximizar o prazer sensual/ sensorial dos adolescentes, tais líderes não percebem que dando muito mais atenção à carne do que ao espírito estão levando os adolescentes por um caminho de separação e morte. É preciso por um fim ao ‘ministério de entretenimento’ e ensinar aos adolescentes que não estão em um playground mas em um battleground (A. W. Tozer), em um campo de batalha. O ataque do inimigo não será mais ameno porque eles são adolescentes, eles precisam levar a sério sua vida espiritual e se concentrar em vencer a batalha para a qual foram chamados como verdadeiros soldados.

Desincumbência: Discute-se novamente a redução de idade para a maioridade penal. Sempre que essa discussão é reiniciada um coro de vozes se levanta para absolver os adolescentes de qualquer responsabilidade civil. É fato que os adolescentes tem um cérebro diferenciado, desenhado por Deus para muitas atividades importantes, mas não para avaliar consequências de longo prazo em suas ações. Porém, isso apenas indica que os adolescentes precisam estar plenamente integrados a adultos em um grupo, família ou igreja, para serem completos em suas funções sociais. Dar ampla ‘liberdade’ individualista aos adolescentes e tirar-lhe as responsabilidades porque não podem assumi-las sozinhos é sinal de uma sociedade profundamente corrompida pelo pecado. É assim que acontece o estímulo ao sexo com o apoio ao aborto, para citar apenas um exemplo que tem afetado inclusive a Igreja. Quando desincumbimos os adolescentes de responsabilidades porque não nos dispomos a manter os vínculos complementares que os ajudarão a cumprir seu papel social, os estamos condenando ao desvio e à destruição. Os adolescentes precisam ser responsabilizados pela Igreja.

Desvalorização: Já vimos bastante desse conceito de exclusão – você é adolescente então não é do Corpo. Mas algo que também tem motivado a separação é a falta de consciência da importância dos adolescentes como membros funcionais. Os adolescentes tem dons específicos, peculiares, que são substituidos por outros quando se tornam adultos. Os dons dos adolescentes não amadurecem, são substituídos. Os dons dos adolescentes são maduros e urgentemente necessários na Igreja. Deus os dotou de capacidades e eles desenvolvem habilidades importantes para a saúde da Igreja. Sem eles o Corpo fica deficiente, menos capaz, aleijado. É mal sinal que os crentes não percebam isso e por isso continuem a excluir os adolescentes. Tenho que dizer que a igreja não superará o desvio de adolescentes se não perceber neles a importância que têm para a saúde do Corpo de Cristo e efetivamente incluí-los.

Peço a vocês, pastores, líderes e pais que atentem para isso, que os adolescentes estarem sob o mesmo teto não significa que estejam participando do Corpo. Pela compaixão de Cristo, pelo amor de Deus, incluam os adolescentes como membros plenamente funcionais, como alvos e como agentes da evangelização, missão da Igreja. A vocês, adolescentes, peço que não se façam de rogados, não esperem ser chamados, sejam verdadeira Igreja agora, verdadeiros membros. Essa é uma medida prática para enfrentar o desvio de adolescentes.

Seu para evangelizarmos todo mundo,

José Bernardo
AMME Evangelizar

PS. No PACIFICADORES, nossa escola de liderança para adolescentes e jovens, vamos enfatizar a integração dos adolescentes na Igreja como membros plenamente funcionais. Envie adolescentes e jovens de sua igreja. De 7 a 21 de janeiro, PACIFICADORES vai treiná-los para perseverarem na fé e equipá-los para ajudarem a outros. Para mais informações veja www.pacificadores.org

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