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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7389)

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6° CBM – Segundo dia

Realizar um evento nas dimensões do 6º Congresso Brasileiro de Missões não é fácil, e a equipe organizadora merece parabéns pelo feito heróico. Contudo, há um grande espaço para revisão e melhoria, considerando um próximo evento. Um dos primeiros aspectos a considerar foi a condição que a liderança da AMTB se impôs de que o evento deveria ser realizado fora do eixo Rio – São Paulo. Embora cheio de boas intenções, o racocínio geográfico não concorda com a realidade da distribuição de infra-estrutura em nosso país. Isso se fez sentir mais nitidamente no segundo dia, depois da euforia da chegada.

Embora a esperança de orientação e direção nesses dias conturbados tenha trazido um número expressivo de pessoas ao 6° CBM, e o apelo de unir o útil ao agradável tenha inflacionado um pouco o número de inscritos com a vinda de várias famílias em seus trajes de banho, o fato é que o evento nos interiores de Goiás onerou bastante a participação.

Início e final do Congresso foram perturbados pela movimentação das mais diversificadas e custosas combinações de transportes que os participantes precisaram fazer para chegar e sair do local do evento. Entre o minúsculo aeroporto da capital goiana, por exemplo e as antes quentes águas de Caldas Novas, ainda era necessário se transportar por mais de duas horas em rodovia. Para quem saiu de qualquer parte mais densa e permanentemente habitada do país (‘permanentemente’ exclui Brasília), 10 horas ou mais de estradas estreitas e frequentemente precárias foi o preço que se adicionou à inscrição.

Uma vez hospedados em diversos hotéis do monopólio diRoma, logo se notou a diferença entre um complexo turístico da classe média e um centro de convenções. O salão principal, ao pé de uma colina, obrigava os participantes a uma peregrinação penitencial, quase sempre sob sol quente, dos quartos para as plenárias, das plenárias para o almoço, do almoço para as oficinas, das oficinas para o jantar e do jantar para as plenárias. Centenas ficavam pelo caminho, esqueciam-se nos quartos, iam se refrescar nas piscinas ou se arriscavam no cruzamento comprovadamente perigoso da avenida em frente. Isso esvaziou as oficinas da tarde, atrasou o quorum no início das plenárias, dispersou a atenção, arriscou vidas e provocou saudades dos eventos realizados em Águas de Lindóia – SP.

Notou-se também a falta de muitos pequenos serviços que a empresa contratada não planeja dispor a famílias que se hospedam para suas piscinas populares, mas que deveriam estar disponíveis para convencionais. Coffee breaks nas palestras, bebedouros nas salas de reunião, lanchonete, internet, nota fiscal (emitiam cupons fiscais para cada consumo) e coisas assim.

Paciência. Fico imaginando o que seria se houvesse prevalecido a idéia de se realizar o evento em algum lugar ainda menos aparelhado do nordeste.

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