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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7799)

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Evangélicos não praticantes

Há duas ou três décadas, era impensável que um evangélico fosse não praticante e descomprometido com sua fé. Nominalismo era coisa dos católicos apenas. Os tempos mudaram. Em julho próximo passado a AMME Evangelizar concluiu e publicou, em inglês, um relatório de pesquisa realizada com 780 pessoas, em quinze cidades das três regiões mais populosas do país: Total evangelization – Research for Products Validation. O objetivo do relatório era verificar o resultado de cinco programas do grupo “Evangelização Total” sobre os hábitos das pessoas evangelizadas com eles. A pesquisa descobriu mais do que se esperava.


Propondo-se a perguntar da religião dos entrevistados e se eram praticantes ou não, os pesquisadores encontraram muitos evangélicos, e eles também responderam a essa questão. Então ouviu-se 17,11% dos evangélicos entrevistados declararem-se não praticantes. Esse número pode ser comparado ao dos ‘sem vínculo institucional’ no “Novo Mapa das Religiões” (Neri 2011), publicado dois meses depois do relatório da AMME. Conforme Marcelo Neri e sua equipe, os evangélicos ‘sem igreja’ são 14%. Eram apenas 4% em 2003, há sete anos, portanto aumentaram em 350% em tão pouco tempo.

O conceito de ‘não praticante’ se popularizou na auto-designação de pessoas que, havendo sido batizadas no catolicismo romano, embora mantendo alguns traços de crença e culto particular, não são frequentes nas reuniões, nem participam das práticas comuns, nem se submetem a qualquer liderança daquele segmento. Aplicado aos evangélicos, designa os filhos dos crentes, que não formaram vínculo pessoal com a igreja dos pais e também os adultos que deixaram seu vínculo.

A pesquisa da AMME Evangelizar entrevistou principalmente crianças, adolescentes e jovens, maiores grupos de conversão para as igrejas evangélicas nas últimas décadas (SUPER20). O número de evangélicos em cada faixa foi superior à média projetada para a região, já que a pesquisa foi realizada nas periferias pobres das cidades, onde ha maior concentração de evangélicos. Na faixa de 6 a 8 anos, 12,2% dos evangélicos se declararam não praticantes, depois o percentual aumentou conforme a idade. Na faixa de 9 a 11 foi 15,7%; De 12 a 14, 21,6%; De 15 a 17, 22,2%. Acima de 18 anos, inclusive jovens adultos e adultos, 18,8% dos evangélicos se declarou não praticante. Um dado que também apareceu na pesquisa foi a não declaração do comprometimento com a Igreja, 4,93% na média, com ênfase no grupo de 6 a 8 anos (10%) e no grupo de 12 a 14 (5,4%).

Essa pesquisa encontrou as crianças, adolescentes e jovens desviados em suas casas e viu sob outro ângulo os resultados do relatório SUPER20 que incluiu informações sobre crentes que haviam se desviado e retornaram à igreja. Sobre isso veja o artigo “Quem se desvia?”. O nominalismo, dizer que é evangélico mas não estar comprometido de modo prático, aumentando conforme aumenta a idade, parece indicar que acontece gradativamente durante a vida das pessoas, afetando principalmente a adolescência e a juventude. Combinando-se essas informações com a constatação de Marcelo Neri, pode-se supor que o aumento do nominalismo também tem se adensado com o passar do tempo. Cada vez mais pessoas estão se afastando da fé, principalmente quando chegam à adolescência.

Quanto tempo vai demorar até que a igreja reaja ao fato de que mais de vinte por cento dos seus adolescentes (um em cada cinco) não está mais vindo à igreja? Acontece o mesmo, em diferentes proporções, com crianças, jovens, adultos e idosos. Embora ainda não tenham mudado de religião e mantenham alguma crença no Evangelho, não estão ligados ao Corpo de Cristo, não estão vivendo conforme a fé. Será que a resposta é apenas esperar que retornem? Certamente que não! A experiência mostra que quanto mais esperamos, mais eles se escravizam ao pecado.

Para ajudar as igrejas evangélicas a enfrentarem a realidade do desvio de adolescentes a AMME lançou a Campanha #END. Durante 3 meses, de setembro a novembro a campanha está alertando, capacitando e apoiando pastores, líderes de ministério e pais de adolescentes para reagirem ao desvio. Essa campanha serve como preparo para um esforço ainda maior que será a Escola PACIFICADORES, 15 dias de ministração intensiva para fortalecer a fé de adolescentes e jovens e equipá-los para que ajudem outros de sua idade a perseverar em Cristo. Para saber mais sobre a escola e fazer a pré-inscrição veja www.pacificadores.org.

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