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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7799)

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Quem se desvia?

Quando a AMME Evangelizar realizou uma extensa e cuidadosa pesquisa para saber como a Igreja Evangélica chegou ao crescimento atual, apareceram os crentes que se converteram durante a infância, adolescência e juventude, desviaram e depois retornaram. Esses dados foram registrados na proposta SUPER20, publicada pelo ministério Salva Vidas e disponivel em formato digital e impresso.

Quanto mais cedo aconteceu a conversão, mais desvios houve. Os números são altos. Afastaram-se da fé: 37,93% dos crentes que se converteram ainda crianças, até 10 anos de idade; 30,95% dos que se converteram durante a adolescência, entre 11 e 17 anos; 13,8% dos que se converteram durante a juventude, entre 18 e 24 anos de idade. É importante notar que os dados do relatório SUPER20 não se referem ao total de desviados, mas somente àqueles que retornaram à igreja. A AMME planeja aprofundar a pesquisa sobre o tema.

Outro dado importante é o histórico religioso desses crentes que desviaram e depois retornaram. A pesquisa mostrou que os filhos dos crentes representaram 55,17% das conversões de crianças, 47,62% das conversões de adolescentes e 17,24% das conversões de jovens. É entre eles que houve o maior percentual de desviados. Os filhos dos crentes foram 63,6% dos desviados que haviam se convertido na infância; 53,84% dos desviados que havia se convertido na adolescência; 10% dos desviados que haviam se convertido na juventude.

Nos gráficos acima, o campo transparente refere-se aos convertidos que eram filhos de evangélicos. O campo cinza se refere a crentes que desviaram e depois retornaram. Note que onde houve mais conversões de filhos de crentes também houve mais desvios posteriormente.

É um erro pensar que as pessoas se desviam porque a conversão acontece cedo. O fato claro aqui é que as pessoas que nasceram em famílias evangélicas e foram educadas na igreja se desviaram mais do que aquelas que vieram de um contexto não evangélico. O gatilho para a saída da Igreja parece estar logo acima da puberdade.

Outros dados da pesquisa, as novas revelações da neurociência e minha experiência pastoral me fazem supor com razoável segurança que o desvio está relacionado com uma mudança na base da fé, da afetividade para a racionalidade. A criança nascida em lar evangélico toma sua decisão por Cristo com base no ambiente de afeto que a envolve na Igreja. Como adolescentes, com um cérebro mais veloz, a pessoa precisa mais do que afeto para manter-se na fé. Assim, aqueles que vem de outros contextos, decidem-se por Cristo em um processo racional, expondo e sanando suas dúvidas. Mas as pessoas que cresceram na Igreja não passam por esse processo de questionamento, sua fé não se torna racional e, portanto, não se sustenta diante dos ataques do mundo.

Pais evangélicos precisam mais do que orar por seus filhos quando entram na adolescência, é necessário ajudá-los a desenvolver sua fé. Nossos filhos não podem crescer somente em graça, precisam crescer também em conhecimento; não podem ter um culto apenas espiritual, precisam de um culto também racional.

Não é aceitável que tenhamos tanto desvio entre nossos membros mais jovens. Por isso a AMME Evangelizar está realizando a campanha END e realizará também a Escola de Liderança para Adolescentes e Jovens – PACIFICADORES de 7 a 21 de janeiro de 2012, para fortalecer jovens e adolescentes que estão em Cristo e equipá-los para que também ajudem a outros.

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