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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7797)

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O futuro da Igreja

“Senhor, para quem iremos?” Jo 6:68
Enquanto oramos para o início do culto em um domingo qualquer, dificilmente nos lembramos das profundas modificações pelas quais a igreja passa nesses dias, nem nos damos ao trabalho de calcular onde tais modificaçãos nos levarão. Mas uma missão como a AMME Evangelizar não pode ficar desapercebida. Ao completar 11 anos da fundação, tempo em que ajudou cerca de 50 mil igrejas a evangelizar quase 100 milhões de pessoas a missão reflete continuamente sobre o futuro da igreja.

Na segunda semana de agosto, os missionários da AMME se reuniram para um tempo de oração e depois se organizaram para debater o tema que é fundamental para a organização do ministério. Foram formados quatro grupos de quatro a cinco missionários que discutiram projeções para os próximos 10 e 20 anos da Igreja durante uma hora e meia. Cada grupo experimentou diferentes ferramentas e recursos para as projeções, o debate foi cordial e caloroso, muito produtivo. Depois os missionários se reuniram em uma plenária e cada grupo expôs suas conclusões em busca de tendências relevantes.

Convicção uniforme
Para todos os grupos e participantes, a ‘fragmentação’ emergiu como a tendência mais nítida e provável para as próximas décadas da igreja. Em todos os aspectos examinados, a Igreja parece ter iniciado um duradouro processo de divisão em fragmentos distintos e desconexos, cada vez menores. Embora existam movimentos de eventual reagrupamento, eles são transitórios e frequentemente resultam em maior aceleração da tendência de fragmentação.

Essa fragmentação que já se verifica e da qual se prevê intensificação e maior abrangência nos próximos anos, atinge e atingirá todas os elementos da fé: da doutrina ao culto, das instituições às pessoas. É fato, por exemplo, que as denominações perdem igrejas todos os dias, as convenções se dividem sem parar, cada líder abre sua igreja independente. Entre aquelas que permanecem denominacionais, já é difícil encontrar duas igrejas com liturgia idêntica, quando até na doutrina aplicada divergem significativamente. Pensa-se em uma igreja e ela já existe. Movimentos sugerem novas e dispersivas definições de Igreja e de missão da Igreja. Seitas e heresias são tão profusas que se confundem com o evangelicalismo em nuances que os próprios crentes não sabem distinguir.

Os crentes são sustentados pela ministração dos mais peculiares ministros de louvor, despreparados para o ensino, e vão desenvolvendo cada um uma crença ou várias. Adolescentes e jovens abrigam opiniões diversas de seus líderes. Pesquisas revelam brechas cada vez maiores entre discurso e prática. Há Bíblias para todos os gostos, há música de todos os estilos, há cultos de todos os formatos e novas doutrinas também. A tendência é que esse movimento se intensifique. Não haverá esforço de unidade que não gere, quase que imediatamente, uma versão para cada líder. Não haverá estilo pessoal de liderança que não se desdobre em múltiplos competidores.

Cada igreja mantendo sua própria escola teológica, sua exclusiva iniciativa missionária, seu reino particular. Embora se busque um diferencial atraente, será cada vez mais difícil ser original. No esforço pelo diferencial de mercado, cada vez mais líderes manifestarão crenças peculiares no lugar de doutrinas fundamentais. Se avizinha o tempo em que a diversidade de opiniões ultrapassará a barreira da pessoa e uma mesma pessoa abrigará opiniões diversas e até conflitantes. Parece não haver qualquer limite para a fragmentação. Serão os dias da Torre de Babel.

O impacto sobre missões
O impacto da fragmentação sobre a obra missionária, local e distante, foi uma das consequências discutidas pelos missionários da AMME. Os sinais dessa fragmentação são nítidos, é algo em processo, do mesmo modo suas consequências. O que será nas próximas duas décadas já se pode antever dos indícios que aparecem.

Se em um primeiro momento o cenário facilita a atuação de “telepastores”, a façanha de arrebanhar um grande número de crentes de várias origens e seu suporte financeiro se tornará cada vez mais cara, já que as pessoas ficam mais resistentes à aglutinação, à exploração e há cada vez maior concorrência. Mais e mais dinheiro terá que ser dispendido na cooptação, fazendo com que a extorção se torne intolerável e acelerando ainda mais a fragmentação.

Esse cenário continuará afetando os esforços missionários na medida em que os pequenos esforços individualizados não serão capazes nem de visão nem de ação globais. As missões que hoje existem buscarão fontes alternativas de sustento, fora dos dízimos e ofertas, apelando inclusive para os negócios. Isso tem o potencial de desviá-las de seu propósito bíblico. Igualmente desruptiva será a versão socialmente aceitável da atuação da igreja, inclusive a substituição de sua missão bíblica pela ação social, por exemplo, esvaziando-se a essência do Cristianismo e fazendo com que a igreja seja intercambiável por qualquer Organização Não Governamental.

A razão dessa tendência
Os missionários discutiram duas possibilidades de motivação da tendência, uma interna e outra externa, as duas a partir do pressuposto de ciclos históricos de repetição espontânea.

Na motivação interna, supôs-se haver um ciclo dinâmico das instituições religiosas ao qual o evangelicalismo brasileiro está igualmente sujeito. Esse ciclo seria constituido de: a) Pioneirismo; b) Expansão; c) Estabilização; d) Segmentação. Os participantes lembraram de vários movimentos religiosos que seguiram esse ciclo sucedido por novas fases de pioneirismo ou reforma. A Igreja Romana, por exemplo, se dividiu antes e se divide depois da reforma, continuamente. Os pedaços maiores que mantém tão sofregamente, estão ligados apenas por frágeis alianças de conveniência.

Na motivação externa aventou-se que a Igreja Brasileira estaria sendo afetada por um ciclo sócio-cultural que se constitui de: a) Pré-modernidade; b) Modernidade; c) Pós-modernidade. A pós-modernidade é caracterizada pela vontade pessoal e viabilidade estrutural de manifestar opinião diversa, particular. Portanto, a mesma segmentação se verifica em outras associações além da Igreja: Cada pessoa é um editor, porque quer e porque existem os blogs; Cada pessoa é um político, porque quer e porque pode manifestar sua opinião particular. As pessoas trabalham em casa, são autônomas, ditam seu próprio tempo, seu próprio ritmo e qualquer interferência é vista como intolerância e crime. Tais pessoas compõe uma Igreja pós-moderna fragmentada e fragmentadora.

Ecos de todos os lados
Na semana seguinte ao debate dos missionários da AMME, depois de publicado o relatório, o jornal Folha de São Paulo também publicou, curiosamente no editorial “Poder”, uma materia que corrobora o resultado do debate. Sob o título “Cresce o número de evangélicos sem ligação com igrejas” a matéria cita os dados sobre religião da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) do IBGE, que pesquisou o tema em 2003 e 2009. Segundo essa fonte, a fatia dos evangélicos que dizem não ter vínculo insittucional saltou de 4% para 14%, ou seja, um acréscimo de 4 milhões de pessoas.

Citado pela Folha, Ricardo Mariano, da PUC-RS, teria dito que esse forte movimento de desinstitucionalização dos evangélicos é resultado do individualismo e da busca de autonomia diante de instituições que defendem valores extemporâneos e exigem elevados custos de seus afiliados. Outos dados expostos no relatório da POF também corroboram a tendência de fragmentação: O aumento de 5,1% da população para 6,7% de pessoas que se declararam sem religião; O aumento da indicação de denominações não identificadas anteriormente com impacto na diminuição de denominações mais antigas. Mesmo as igrejas neo-pentecostais estão sofrendo com o fenômeno. A Igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, registrou queda de 24% no número de fiéis no grupo pesquisado.

O relatório da pesquisa que a AMME realizou, publicado em Inglês em julho passado “Total evangelization – Product Validation Research” (Evangelização Total – Pesquisa de Validação de Produtos), também encontrou fatos semelhantes. Entre crianças e adolescentes pesquisados, perguntando-se a religião e o engajamento, obteve-se expressivo percentual de evangélicos não praticantes, ao redor de um para quatro entrevistados, dependendo da faixa de idades. O percentual é bem menor do que o do catolicismo romano em que até três em cada quatro crianças e adolescentes se declararam não praticantes, mas é muito maior do que o de duas ou três décadas, quando nenhum evangélico se declararia não praticante.

Um modelo de posicionamento
O assunto preocupa porque, em um cenário de crescente segmentação, agir como elemento aglutinador pode exigir esforço e recursos muito além da capacidade de qualquer instituição evangélica. Agarrar-se a forças tão divergentes poderia, mais provavelmente, romper a integridade ministerial. No entanto, selecionar um lado, um grupo, um segmento para continuar servindo não parece algo correto. O pastor José Bernardo lembra que, nas parábolas do capítulo 13 de Mateus, Jesus deixa claro que a segregação não é coisa que se deva fazer. Não devemos tentar separar trigo e joio (Mt 13:29,30). O resultado não seria bom.

Em Jesus, a AMME, e qualquer outro ministério que serve à igreja, encontra um modelo para enfrentar a fragmentação que existe e ainda se ampliará, liquifazendo as instituições, insiste o pastor. Reconheceremos o estágio de segmentação no judaismo daquele tempo, e a pós-modernidade na sociedade romana, globalizada e tecnicamente avançada. Nesse contexto o Mestre disse: “Se alguém ouve as minhas palavras, e não lhes obedece, eu não o julgo. Pois não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo. Há um juiz para quem me rejeita e não aceita as minhas palavras; a própria palavra que proferi o condenará no último dia.” João 12:47,48.

Para os missionários da AMME, em um movimento que se segmenta sem limites e em grande velocidade, o melhor posicionamento é intensificar e perseverar na pregação da Palavra de Deus. Enquanto termos como ‘evangélico’ e ‘evangelizar’ tem significados cada vez mais variados e divergentes, urge proclamar a Palavra de Deus com maior vigor. A Palavra de Deus julgará soberanamente as intenções mais particulares, as razões mais íntimas, e os atos mais privativos. Enquanto a realidade ao redor se dilui em ínfimas e incontáveis partículas, o verdadeiro cristão buscará a firmeza inabalável da Rocha Eterna: Sola Scriptura.

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