Contatos

Acompanhe o trabalho da AMME pela evangelização, apoie essa grande obra.

Para contato por e-mail com o portal da evangelização escreva para: portal@evangelizabrasil.com

Para contato telefônico com a AMME Evangelizar e Salva Vidas prefira ligar para (11) 4428 3222.

Atenção: Novo endereço do escritório da AMME - Avenida Itamarati, 192 - Vila Curuçá, Santo André - SP, 09290-730

Facebook: Curta a página da AMME no Facebook [clique]

Ofertas

A AMME evangelizar é sustentada biblicamente, pelas ofertas daqueles a quem serve (Gl 6:6).

Doe agora (pagseguro), faça sua oferta , com segurança e facilidade. Clique no botão ‘Doar’ e siga as instruções.

 

Deposite sua oferta para AMME no Banco do Brasil Agência: 1557-1 Conta: 115278-5

Para ofertas mensais solicite boletos por telefone: (11) 4428 3222, e-mail: portal@evangelizabrasil.com

Para ofertas em material, equipamento e serviço consulte as especificações pelo telefone (11) 4428 3222

Oficina da AMME

Solicite agora uma oficina de evangelização para a sua igreja. Clique>

O livro de Marcos

Essa é a nova publicação evangelística da AMME para ajudar sua igreja na evangelização. Para mais informações [clique aqui].

A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (8065)

Nada é de graça

Vivemos em uma sociedade que sonha com o enriquecimento fácil, quer tudo na mão, sem trabalho, de graça. Somos um povo que pensa mais no consumo do que no trabalho, mais em ter do que em fazer. Levar vantagem em tudo, essa é a idéia de muitos. Isso influencia a obra missionária e impede a evangelização.

“Vocês foram comprados por alto preço.” 1Co 6:20; 7:23.
Recentemente estava acompanhando uma reportagem sobre o crescimento da criminalidade entre adolescentes e a diminuição da idade média dos criminosos. Um adolescente entrevistado alegou que o desejo de ter bens materiais é que o movia ao crime. Um sociólogo convidado a opinar confirmou precipitadamente que é a injustiça social que impulsiona a criminalidade. Não é. É fácil perceber que nós mesmos e ainda agora outros países sofrem maior injustiça social sem ter essa escalada de criminalidade. Alega-se que nossa situação econômica é melhor, então porque aumentam furtos, roubos, assaltos e latrocínios? As Escrituras dizem: “Vocês cobiçam coisas, e não as têm; matam e invejam, mas não conseguem obter o que desejam. Vocês vivem a lutar e a fazer guerras. Não têm, porque não pedem.” Tg 4:2.

Mas a cobiça sempre esteve associada ao coração humano. O que há de diferente? Nossa cultura mudou. O esforço da propaganda, os modelos de vida, os filmes, as novelas, a política, tudo isso tem deteriorado rapidamente os frágeis princípios morais e empurrado nossa sociedade para uma desesperada corrida pelo ouro. A idéia da sorte substituiu o princípio do trabalho; pegue e pague deletou o conceito de faça você mesmo; o grátis, a promoção, o brinde, a liquidação anularam o senso de valor. Nós rimos quando uma criança sugere que se ‘pegue’ um irmãozinho no supermercado, ou que se use o cartão quando não há dinheiro, mas devíamos chorar, porque esse é um indício de que o consumismo ampliou extremamente a cobiça humana.

E qual o efeito disso sobre a Igreja e sobre sua missão? Quando olhamos o discurso sobre graça, por exemplo, logo vemos que o mundanismo contaminou a santidade da igreja. Prega-se uma graça barata, em que as pessoas reconhecem seu pecado mas não o deixam. Acham a salvação tão disponível que não vêem dificuldade em crucificar a Cristo de novo e sempre. Por isso, os pregadores da super-graça não diferem muito dos delinquentes adolescentes que roubam e matam para atender à cobiça de seus corações. Por isso muita graça é desgraça. Aqueles que querem levar vantagem em tudo também estão em nosso meio.

O preço pela adoração
“…Portanto, glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo.” 1Co 6:20
A igreja dos coríntios parece ter sofrido do mesmo mal. Influenciados pela cultura de uma sociedade altamente consumista, em uma das mais importantes cidades do Império, rodeados de variada expressão cultural e um fortíssimo comércio, aqueles crentes viviam em uma globalização pós-moderna como nós hoje. O pecado na igreja era também semelhante ao que nos rodeia. Por isso, por duas vezes em poucos versículos, Paulo afirma e repete que aqueles crentes haviam sido comprados por alto preço. Como Tiago também o fez, Paulo procura corrigir a visão distorcida sobre o custo da salvação.

Na primeira apresentação, a idéia do alto preço pago em nosso favor está no contexto do serviço fácil e barato de prostituição disponível na cidade. Rapazes e moças se ofereciam em serviço cultual à deusa Afrodite além da farta prostituição comum, aceita pela sociedade e amparada pelo Estado. Paulo repreende os crentes por esse pecado que parece não ter sido incomum entre eles. Também fortalece a idéia do alto preço pago pela remição deles, para dizer que, por causa desse preço, os crentes deviam mostrar reconhecimento a Deus santificando seu próprio corpo.

Ja se vê que a idéia de enfatizar a ‘salvação pela graça’ não vai bem sozinha, como querem também certos adúlteros e pederastas dos púlpitos de hoje. A salvação custou muito caro e alguém teve que pagar por isso. Ao considerar o alto preço da salvação, somos chamados a demonstrar suficiente apreciação, santificando nossos próprios corpos. Se a salvação é de graça, a santificação é devida.

O preço do auto-controle
“…não se tornem escravos de homens.” 1Co 7:23
Versículos adiante o apóstolo Paulo volta ao tema. Instruindo sobre a condição civil de escravos, que haviam naquele tempo, e de homens livres, o apóstolo estabelece que a obediência a Deus é que importa, não a condição civil. Para ensinar como essa obediência podia ser realizada, repete o que já havia dito, que os crentes não deviam se tornar escravos de homens, ou, em nosso português cotidiano, não deviam se vender por tão pouco.

O alto valor que foi pago por nossa salvação deve ser a referência constante para nossa luta contra a carne. Não devemos nos escravizar aos seus desejos, nem nos tornarmos escravos da vontade de outros homens, se o troco que recebemos é tão infinitamente menor do que aquele alto preço que foi pago por nós. Embora tenhamos recebido a salvação de graça, isso não nos permite ignorar o quanto ela custou. Pelo contrário, tal preço deve servir de referência para controlarmos a carne e não nos escravizarmos a ela.

Nesses dois versos são exortados os extremos da desgraça da Igreja. Aqueles que se lançam despreocupadamente na voluptosa busca pela prosperidade são chamados a colocarem-se a serviço de Deus por causa do alto valor daquilo que já receberam. Aqueles que reclamam ferozmente os seus direitos humanos e carnais são chamados a controlarem a carne para que possam obedecer a Deus. O reino de Deus não é satisfação da vontade da carne mas satisfação do mandamento de Deus.

Esquecer do alto preço que foi pago pela nossa salvação tem afetado a obra missionária e a mensagem evangelística. Sem saber que precisam glorificar e obedecer a Deus, os filhos de tem se perdido, esbanjando a salvação no gozo particular e na ilusão de seus próprios direitos. Privados pela carne de glorificar e obedecer a Deus, os crentes deixam de lado a obra missionária e a evangelização do mundo. Essa é a consequência de uma graça barata, da qual não se pensa o preço. Deus nos livre de uma graça assim. A salvação custou muito caro.

 

Leave a Reply

You can use these HTML tags

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>