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VRC na adolescência

A Violência Repetida entre colegas não é um conflito apenas de adolescentes, mas é no ensino fundamental II, principalmente entre 12 e 14 anos que ela se torna tão intensa que alcança 100% dos estudantes em qualquer ambiente de controle moderado.

Porque a AMME trabalha sobre esse tema? Porque é a principal estrutura de pecado que escraviza os adolescentes. A Palavra da Verdade tem os elementos para libertá-los. Não podemos recusar-lhes a evangelização. Você pode nos ajudar. Se na adolescência você sofreu, praticou ou testemunhou zombaria, ataques verbais, agressões físicas contínuas, conte sua história, ela poderá servir de exemplo para despertar a Igreja para este tema.

Preparamos sete perguntas para facilitar. Escreva para portal@evangelizabrasil.com e responda:

  1. Quantos anos você tinha e onde aconteceu sua história de VRC?
  2. Quem praticou, sofreu e testemunho essa VRC?
  3. Como acontecia a VRC, com que frequência, o que era dito, feito?
  4. Quais foram as consequências da VRC para você na época?
  5. Foi feito algo para enfrentar a VRC? O que? Qual o resultado?
  6. Quais foram as consequências da VRC a longo prazo?
  7. Como a Igreja, o Evangelho, a fé participaram dessa história?

Você também pode ajudar divulgando essa mensagem para outras pessoas.

 

1 comment to VRC na adolescência

  • AVACHAVES

    Uma história de VRC:

    Desde o primário conhecia “F”, que sempre teve um histórico de VRC, pois não conseguia fazer parte de nenhum grupo dos coleguinhas da escola e aparentava ter baixa capacidade cognitiva de aprendizagem. Suas falas eram motivo de zombaria dos demais colegas. “F” tinha baixa estatura, capelos crespos e era gordinha”.

    Os anos se passaram e “F” continuava na mesma situação. Mudamos de escola, e “F” também, pelo que se perpetuava ainda mais a situação de VRC.

    Certa vez “F” confessou que sua mãe, Sra. “G”, também apresentava alguns traços de inferioridade. Relatos de pessoas confirmaram que “G”, mãe de “F”, quando criança, também sofria VRC. “F” foi criada num lar sem pai e tinha “G” como seu espelho, pelo que sua criação também foi sob a idéia de que era inferior dos demais.

    Sempre procurei tratar “F” com respeito, tentando de alguma forma elevar sua alto estima. Minha família sempre me aconselhou a não tratar os outros com desprezo e cultivar as amizades, pois como minha mãe dizia “O mundo dá voltas, ora agente está em cima, ora poderemos precisar de alguém. E se este alguém for quem você desprezou?. Saiba que Deus vê todas as cosias.”

    Por vezes presenciei “F” chorando nos intervalos das aulas por não ter nenhum amigo.
    Lembro-me que certa vez, eu e algumas colegas combinamos de levar presilhas e maquiagem para agradar “F” , a fim de vê-la contente, pelo que “F” se sentiu muito feliz.

    Foi quando tivemos a idéia de convidar “F” para uma reunião na igreja, que na época , realizava encontros com pré-adolescentes (10 a 13 anos) todos os sábados.

    Tínhamos cerca de onze anos de idade e presenciei uma situação de VRC dentro da igreja na qual freqüentávamos, pelo que o fato muito me entristeceu.

    Acontece que “F” aceitou o convite e minha esperança era que ela pudesse abrir seu coração para Deus, a fim de que Ele mudasse toda aquela sua trajetória, como também havia mudado a minha.
    Lembro-me ao chegar na igreja, “F” começou a ser estigmatizada pela sua aparência, pelo que “F” não se sentiu a vontade de permanecer no local onde deveria ter sido acolhida com muito amor, local onde suas feridas deveriam ser tratadas…local onde nunca mais retornou, mesmo com incessantes convites.

    Algum tempo depois “F” mudou de escola. Adquiriu novas amizades e foi acolhida por aliciadores que a levaram a participar em fim de um grupo- O caminho das drogas.

    Na adolescência, por volta dos meus dezesseis anos, encontrei “F” com seu filho nos braços, tentando sair das drogas. Tentei falar-lhe de Jesus, pelo que “F” disse: “Eu quero muito, mas acho que tenho que procura outro local, preciso de algo rígido”, se referindo a liberdade de vestimenta de minha igreja. Não tive mais contato com “F”, soube que perdeu a guarda de seu filho… Esta é sua história…

    Compreendo que as crianças, os adolescentes, os jovens, os casados, os solteiros , os idosos, todos são a igreja de hoje. Devemos estar atentos para que história como a de “F” não continue acontecendo, acabando por encontrar respaldo em outros meios como as drogas , a prostituição e a morte. Precisamos orar e nos posicionar em frente ao VRC, ensinando nossos filhos no caminho em que devem andar.

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