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Resposta

O artigo “Aliança Enganosa” escrito pelo pastor José Bernardo, explorou um tema pouco abordado no processo eleitoral: o engano usado pelos candidatos para alcançar seus objetivos. Firmemente fundamentado nas Escrituras, o artigo orientou os leitores para ações práticas no enfrentamento do engano. As reações foram diversas, mas a maioria dos comentários contrários não discutiu o tema de modo racional, por isso não mereceram uma resposta. Na carta aqui publicada, o autor fez comentários que respondem de modo geral aos questionamentos.

Prezado irmão,

Confesso-lhe que tem sido frustrantes os comentários ao meu artigo, não por se oporem, o que seria bom, mas por revelarem que as pessoas não leram o que escrevi e comentam de um posicionamento apenas emocional e imaturo. Os comentários em geral são tão pífios que decidi não responde-los, abro, porém, uma excessão para você, em nome da amizade. Então vejamos:

1. Não estou fugindo ao meu propósito ministerial nem aos objetivos. Meu propósito é ajudar as igrejas na evangelização. Esse propósido depende da definição de evangelização, que em nosso caso é “tornar conforme o Evangelho”. Como senti a responsabilidade de tornar o pensamento das pessoas conforme o Evangelho também no caso dessas eleições, estou evangelizando de fato quando escrevo sobre o tema com uma perspectiva bíblica. Isso é perfeitamente missional.

2. O artigo pastoral que escrevi não teve cunho político, porque não faz apologia a um candidato, antes denuncia o pecado do engano nessa campanha, evidencia os riscos no estabelecimento de alianças com os enganadores, faz uma aplicação bíblica do ensino das Escrituras para impedir a continuidade do projeto de hegemonia social-populista, e chama a uma posição de resistência ao pecado, qualquer que seja o resultado da eleição. Considero esse um dever da AMME, na verdade um sacrifício, pelo menos meu. 

3. Não defendemos a despriorização da ação social, mas o fato de a evangelização constituir-se na insuperável ação social da Igreja. a evangelização como Jesus nos ensinou, dirige-se ao contexto em que as pessoas vivem. Não há melhor meio de produzir mudança pessoal e consequentemente social, nem tão profunda, nem tão duradoura como a evangelização. Ministrei a Palavra da Verdade para produzir mudança, de cada pessoa para o todo. Com isso fui plenamente coerente com que o Senhor nos ordenou fazer.

4. Não agi contra o processo eleitoral. O voto pessoal depende do processo de informação que é coletivo e dependente da comunicação. Seria impiedade deixar que somente os mentirosos falem e continuem enganando. O processo não teria retidão, o voto resultante não seria apropriado. Contribuir com informação construida a partir de uma leitura fiel do texto bíblico é minha obrigação como profeta, mestre e evangelista.

5. Não me interessa falar em nome dos evangélicos, antes falo aos evangélicos em nome das Escrituras, que existem não somente para serem lidas, mas praticadas. Praticando e ensinando a praticar as Escrituras, estou chamando a Igreja a não votar de modo a firmar aliança com enganadores, mas a assumir uma posição profética. Não julgo a um cristão que insistir em votar por uma aliança com os enganadores. Mas a Palavra que eu prego julga e continuará julgando.

Como você vê meu amigo, o “E” de AMME é, mais do que nunca, “E” de Evangelizar. Há evangélicos apoiando os dois lados nessa eleição, mas a Bíblia a Palavra de Deus nos adverte a não nos deixarmos enganar para entregar ao inimigo coisas que são nossas por direito. Se essa campanha não foi uma grande farça para obter uma aliança enganosa, se essa campanha não tentou iludir os eleitores para estabelecer o continuismo de um processo de domínio, se essa campanha não corrompeu o processo eleitoral, então vote em quem você quiser.

Contudo, um pouquinho de discernimento espiritual mostrará que os gibeonitas novamente tentaram nos enganar. Para vencer esse engano, o voto nulo não resolve, apenas deixa a decisão nas mãos dos outros. Então quero chamar você a votar contra o partido da situação, isso é, contra a candidata Dilma. O voto na oposição, em Serra, vai quebrar as intenções de domínio do PT. Contudo o engano dos gibeonitas está também no candidato da oposição, e isso deverá ser enfrentado com uma forte resistência evangélica contra o pecado governamental após o pleito.

Eu não sei de tudo meu amigo, mas conheço a Palavra de Deus, como você também. Isso é mais do que suficiente. Não nos deixemos enganar por aqueles que fingem ser o que não são, para nos impedir de conquistar aquilo que o Senhor nos prometeu.

No amor verdadeiro de Jesus,

José Bernardo

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