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Lausanne III (2)

Press release
Apresentação da América Latina em
Cape town não diz tudo

O mundo não viu a região, não conheceu a realidade.

Cidade do Cabo, 22 de outubro de 2010 – Lausanne III poderia representar um vento de atualização e realidade para a América Latina. Pregadores como Os Guiness e John Piper estão ajudando os participantes a repreender a teologia liberal e liberacionista, e a resgatar a espiritualidade do Evangelho e da evangelização. John Piper, por exemplo, chamou a atenção para o fato de que, ainda que devamos estar atentos a todo tipo de sofrimento das pessoas, devemos estar especialmente atentos ao seu sofrimento eterno. Também, nos intervalos, pelos corredores, muitos latinos estão se organizando em novas redes e propostas capazes de enfrentar com mais eficiência os desafios atuais em nossa região.

Infelizmente nem todos estão avançando, isso ficou claro na noite dedicada á região. Na plenária de quarta-feira os mais de quatro mil delegados de todo o mundo ouviram uma apresentação da América Latina que, com generosidade, pode ser classificada como fraca.

Fraca na apresentação. A leitura inicial de uma longa poesia em português, com tradução mal sincronizada, produziu pouco entendimento e nenhum engajamento. Uma apresentação em vídeo de má qualidade, com imagens rudes e escuras, foi narrado em inglês indeciso. Rene Padilla e Samuel Escobar sentaram-se no palco, sob forte aplauso, para um diálogo saudosista, em tom de despedida. Um pastor Argentino fez propaganda do modo de trabalho de seu grupo de igrejas. Um hino cantado em castelhano por um grupo de componentes das várias nações, bem ao estilo de Geraldo Vandré, mostrou aquela inspiração antiquada da “revolución”.

Fraca no conteúdo. Para quem assistiu a apresentação (muitos a deixaram no meio), a América Latina apareceu como uma região apenas cheia de pobreza, incapacidade e opressão. A proposta de ação foi vista cansada e antiquada. Embora as pessoas continuem pensando corretamente que devemos viver o que pregamos, certamente esperavam mais da missão integral do que apenas as sementes do passado. A região se mostrou interessada apenas em uma visão local, ressentida, presa no tempo, orientada pela política e carente de fogo.

Fraca na proposta. Depois da apresentação tendenciosa de problemas e necessidades e sem solução efetiva, apenas se pediu mais um voto de confiança para a teoria, apenas se requereu mais esperança na ideologia. A apresentação seguinte, da África, evidenciou a debilidade da apresentação dos latinos. Mais pobre, mais conflituosa e mais necessitada, a África foi vista com muitas cores e ritmos, a partir do grande sucesso de missões no continente, com muitos testemunhos de sucesso e a determinação de ser uma região enviadora.

É triste constatar esse resultado, que as teorias que pretenderam mostrar um caminho à América Latina nos deprimiram, nos concentraram em coisas perecíveis e findáveis, coisas que não trazem motivação suficiente, nem verdadeira esperança. Precisamos de uma nova liderança, que ajude nossos povos a olharem para o autor e consumador de nossa fé, para as coisas invisíveis, eternas, coisas pelas quais valha a pena viver. As demais coisas nos serão acrescentadas.

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2 comments to Lausanne III (2)

  • José Bernardo

    O grupo que produziu o vídeo, ligado à direção do congresso, pediu desculpas em reação às reclamações de líderes da América Latina. Não precisava. Os outros elementos da apresentação e a própria performance dos latinos durante o congresso mostrou que eles apenas refletiram o que estão acostumados a ver. Nosso jeito caipira de ser, sempre ocupados com nossa “rocinha”, refletido inclusive em nosso jeito de pensar a missão integral, foi o único culpado. Jesus diria também a nós: “levantai os vossos olhos e vejam”.

  • Rosângela Lima

    Confesso que fiquei decepcionada! Estava procurando reportagens com o proposito de ler que os latinos levaram índices de resultados excelentes de trabalhos evangelísticos que estão dando resultados maravilhosos em toda américa latina.E que a contribuição dos paises emergentes como o Brasil é vultuosa quando se trata em evangelizar o pais e o mundo. É lamentável!!

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