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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7794)

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Aliança enganosa

Além de votarmos contra o projeto totalitarista, que planeja substituir a autoridade da Igreja e do Evangelho nas questões de fé, devemos  consultar o Senhor com o propósito de estabelecermos uma resistência permanente contra o avanço da iniquidade, dentro e fora da Igreja.

Leitura bíblica: Josué 9 – A astúcia dos gibeonitas

Os muitos pecados cometidos nessa campanha me indignaram. O uso da máquina estatal, a agressão contra as liberdades  e direitos, os crimes eleitorais, o cenário de engano e falsidade, a disposição para ganhar a qualquer custo, os claros indícios de um projeto totalitarista, as indisfarçáveis intenções de hegemonia do poder e da cultura, a manipulação de dados e informação, a compra institucionalizada de votos, a impiedosa manobra das massas, tudo isso me colocou de joelhos. Busquei nAquele que pode salvar uma solução para nossa nação, uma palavra de orientação, uma manifestação de misericórdia e piedade que supere nossa ignorância e vocação brasileira para o pecado e para a destruição.

Desejava ter uma palavra para antes das eleições, mas não quis dizer algo de minha própria emoção ou pensamento. Há algumas semanas achei uma significativa identidade com nossa situação nesse texto de Josué. Tenho meditado muito sobre ele e estou convicto de que, olhando para o que aconteceu com Israel em uma situação tão semelhante com a que estamos vivendo, acharemos direção do Senhor para nós também. Nesse momento decisivo para o povo brasileiro, na iminência do segundo turno das eleições, convido você a ouvir comigo o que Deus tem a nos dizer sobre as alianças que faremos ou deixaremos de fazer.

A soberba e o engano
O capítulo 9 do livro de Josué relata como Israel foi enganado para fazer uma aliança em que perdeu, de uma só vez, cinco das cidades mais importantes e ricas de Canaã e ainda arranjou para si problemas que perduraram pelos séculos seguintes.

“Contudo, quando os habitantes de Gibeom souberam o que Josué tinha feito com Jericó e Ai, recorreram a um ardil.” Js 9:3,4. Entre as coisas que os enganadores ouviram estava a derrota de Israel em Ai. Antes perplexos com as vitórias dadas por Deus, os ocupantes da Palestina agora se levantavam para enganar ou para atacar Israel, porque aprenderam que Israel podia ser enganado e atacado. Embora redimido, Israel ainda enfrentava as consequências do pecado de Acã.

“Os israelitas examinaram as provisões dos heveus, mas não consultaram o SENHOR. Então Josué fez um acordo de paz com eles, garantindo poupar-lhes a vida, e os líderes da comunidade o confirmaram com juramento.” Js 9:14,15. Quão rápido os israelitas esqueceram a lição: tão pouco tempo depois, como antes da derrota em Ai, novamente não consultaram o Senhor, mas confiaram em seus próprios olhos e em sua inteligência. Era o que os enganadores esperavam e para isso se prepararam. Eles criaram um cenário ilusório, que envolveu roupas, alimentos, objetos e muita mentira. A ilusão não era perfeita, tanto que houve alguma dúvida: “Os israelitas disseram aos heveus: Talvez vocês vivam perto de nós. Como poderemos fazer um acordo com vocês?” Js 9:7. Foi mesmo a falta de consultar o Senhor que levou Israel ao desastre e ao prejuízo.

“Eles responderam: Seus servos vieram de uma terra muito distante por causa da fama do SENHOR, o seu Deus. Pois ouvimos falar dele, de tudo o que fez no Egito, e de tudo o que fez aos dois reis dos amorreus a leste do Jordão: Seom, rei de Hesbom, e Ogue, rei de Basã, que reinava em Asterote.” Js 9:9,10. Os enganadores sabiam muito mais sobre Israel do que os israelitas sobre eles e usaram isso. Eles adularam os líderes Israelitas louvando o seu Deus e omitindo o fato de que adoravam outros deuses; louvando as suas conquistas e escondendo o fato de que pretendiam enganá-los. O orgulho e a soberba novamente desarmaram Israel.

“Três dias depois de fazerem o acordo com os gibeonitas, os israelitas souberam que eram vizinhos e que viviam perto deles.” Js 9:16. Tão rápido, tão fácil, mas já não adiantava mais. Todo o cenário montado pelos enganadores, toda a adulação, tinham como único objetivo conseguir uma aliança que despojava Israel de um direito garantido por Deus. Os gibeonitas podiam mentir, podiam enganar, mas Israel devia ser fiel. Com isso começaram os prejuizos. Mais uma vez Israel foi humilhantemente enganado, e isso foi ouvido pelos povos em volta (Js 10:1). Diante dos prejuizos iminentes: “Toda a comunidade, porém, queixou-se contra os líderes…” Js:9:18 – e a desunidade provocada pela aliança enganosa foi apenas o começo das dores.

“Então Josué convocou os gibeonitas e disse: Por que vocês nos enganaram dizendo que viviam muito longe de nós, quando na verdade vivem perto? Agora vocês estão debaixo de maldição: nunca deixarão de ser escravos, rachando lenha e carregando água para a casa do meu Deus.” Js 9:22,23. Pouco tempo depois se viu quem havia se tornado escravo de quem. Na verdade, tornarem-se servos dos Israelitas era o objetivo dos gibeonitas: “Estamos agora nas suas mãos. Faça conosco o que lhe parecer bom e justo.” Js 9:25. Na condição de servos,  pressionavam os israelitas a zelarem por sua vida. A aliança enganosa obrigou os israelitas a manterem os enganadores com vida, mesmo quando eles foram atacados pelos outros povos à volta (Js 10:6,7). Israel ficou a serviço dos gibeonitas tão logo eles chamassem invocando o acordo.

Olhando finalmente para os gibeonitas, percebemos no texto: Sua motivação: “Tivemos medo do que poderia acontecer conosco por causa de vocês. Por isso agimos assim.” Js 9:24; Sua metodologia, estratégia e operacionalização: “E os nossos líderes e todos os habitantes da nossa terra nos disseram: Juntem provisões para a viagem, vão encontrar-se com eles e digam-lhes: Somos seus servos, façam um acordo conosco.” Js 9:11. Simples, diretos e muito eficientes. Os enganadores sabiam bem o que queriam.

O engano e o prejuizo
A solene declaração do verso 14 parece ser o centro desse texto: “Os israelitas examinaram as provisões dos heveus, mas não consultaram o SENHOR.”. Foi por essa causa que “Então Josué fez um acordo de paz com eles.” Js 9:15. Todo o texto anterior a essa declaração relata a preparação dos gibeonitas para apresentarem sua encenação, todo o texto posterior a ela trata das consequências de os israelitas terem olhado para a encenação ao invés de consultar o Senhor.

Além da vergonha de serem enganados, o que somado ao engodo de Acã e a derrota de Ai, proporcionou a reação do inimigo; Além de perderem cinco das melhores cidades prometidas a eles por Deus; Além de se tornarem virtuais escravos dos gibeonitas, mesmo que legalmente fossem senhores deles; Além de deverem empenhar suas vidas e recursos em proteger seus próprios inimigos; A aliança com os gibeonitas trouxe muitos tropeços para Israel.

Séculos mais tarde, Davi, enfrentando o julgamento do Senhor em uma fome que assolou a nação por três anos, precisou entregar sete descendentes de Saul para serem mortos pelos gibeonitas, visto que “Saul, em seu zelo por Israel e Judá, havia tentado exterminá-los.” 2Sm 21:2. Os gibionitas mataram aqueles descendentes de Saul em um ritual sincretista que misturou sacrifício humano com o culto a Deus, dando indícios do que foi o resultado de uma cultura pagã que escolheu se misturar ao culto israelita para garantir sua sobrevivência.

Os gibeonitas obtiveram a aliança com engano e falsidade, mas Israel devia ser fiel ao Senhor por quem juraram, mesmo com grande prejuizo próprio. Certamente essa palavra inspirada quer nos alertar para o risco de fazemos alianças baseados naquilo que vemos e no que achamos que sabemos, sem consultarmos o Senhor nosso Deus. Os líderes são especialmente advertidos nesse texto, visto que, além de sofrerem todos os prejuizos que a aliança enganosa traz, ainda perderão o apoio de seus liderados quando o engano em que cairam se revelar.

Certamente esse texto tem especial aplicação nessas eleições de 2010 e de modo ainda mais significativo no segundo turno das eleições presidenciais. Os dois candidatos que sobraram, e de modo ainda mais retumbante a candidata Dilma Roussef, parecem dispostos a impingir um fantasioso cenário com o único objetivo de conseguir uma aliança enganosa com a Igreja. A candidata do PT, parecendo muito religiosa, negando suas convicções públicas favoráveis ao aborto, ao homossexualismo, disfarçando as intenções totalitaristas de seu partido de apoio à violência com fins políticos, de ameaça da cassação das liberdades civis inclusive a liberdade de expressão e de imprensa, de interferência na estrutura de Estado e de legislação em causa própria, quer obter a todo custo uma aliança com a Igreja.

O prejuízo e a solução
Estou certo que todos nós, e em especial os nossos irmãos nordestinos, ao olharmos para o bolsa família dos modernos gibeonitas, todo o cenário verde-e-amarelo que disfarça o terror à época de eleição, a composição da “mulher do Lula” que incluiu cuidadosa plástica, maquiagem, sorrisos forçados e discurso ensaiado, podemos perceber indícios de uma sedutora intenção de nos obrigar a uma aliança enganosa.

É triste ver que muitos líderes olharam para o cenário cuidadosamente montado pelos gibeonitas de hoje e para as bajulações que lhes fizeram e decidiram estabelecer uma aliança com o inimigo, sem consultar o Senhor. Tais líderes ridicularizam nossa preocupação com o cenário enganoso e afirmam que examinaram os gibeonitas e nada acharam de errado neles. Sua posição, no entanto, não é espiritual mas humana. Enquanto isso, por traz do “não sei de nada”, o partido no governo segue criteriosamente a filosofia de Antonio Gramsci, fundador do partido comunista italiano. Procura minar a autoridade das instituições que chama de burguesas, inclusive a Igreja e a família, substituindo a cultura por uma versão particular, apelidada de “cultura popular”, que pode controlar. Dessa forma quer obter a hegemonia cultural e se perpetuar no poder.

Pense bem. Se a Igreja diz que o aborto é imoral a “cultura popular” diz que é questão de saúde; Se a igreja diz que o homossexualismo é pecado a “cultura popular” diz que é especial; A “cultura popular” fomenta a luta de classes, estimula o racismo, ensina a promiscuidade a crianças e adolescentes, relativiza a corrupção, divide a Igreja, desestabiliza as instituições e unifica tudo em um governo personalista e populista. Confundindo Estado e governo, usando as informações do imposto de renda, pressionando o judiciário, loteando o legislativo, manobrando o sistema educacional e de saúde, a hegemonia do poder completa o totalitarismo e estabelece a oligarquia socialista.

Temas como família, educação dos filhos, sexualidade, vida, liberdade de consciência e de expressão, são uma terra prometida por Deus para ocuparmos e dominarmos conforme os mandamentos do Senhor, confome o ensino do Evangelho. O PT, no entanto, e a candidata Dilma Rousseff o representa, tem um plano para dominar esses temas que o Senhor entregou a nós, como já se vê nos países em que se inspiram e apoiam (Cuba, Venezuela, Bolívia, China, Irã). Para manter e ampliar seu domínimo sobre a cultura e o poder, estão dizendo e encenando qualquer coisa que convença as lideranças a fazerem aliança com eles. Sobre a veracidade disso pode-se ouvir um dos fundadores do partido, o jurista Hélio Bicudo: “Estamos à beira do perigo de um governo autoritário, que vai passar por cima, como já está passando, da Constituição e das leis.”

Nos próximos dias teremos o segundo turno nessas eleições. Rogo ao Senhor que a Palavra de Deus inspire prudência aos pastores e líderes da Igreja. Pelo estabelecimento do Reino de Deus eu peço em nome de Jesus: Consultem ao Senhor e não se deixem enganar pelo cenário montado para impressionar e seduzir; Não façam aliança com quem quer ocupar e se manter nos assuntos que Deus determinou para nós ocuparmos conforme a Palavra de Deus.

Nesse cenário, o voto na oposição, o voto no candidato Serra, freará as intenções totalitárias do Partido dos Trabalhadores e impedirá que o projeto socialista continue minando as instituições e interferindo na autoridade do Evangelho sobre as questões que Deus nos entregou. Não penso que o candidato Serra seja mais santo ou mais bíblico do que a candidata Dilma, mas é a opção para impedir a escalada de concentração do poder do Estado nas mãos de um partido. O voto em Serra, contudo, não deve representar uma aliança com sua agenda.

Assumo o compromisso e conclamo a Igreja de Cristo, para manter permanente guerra espiritual contra a iniquidade institucional depois das eleições. O mal que ai está, antes de ser opressão social, é primeiro e muito mais opressão espiritual. Antes de destruir a família e as pessoas, seduz e cativa a mente de crentes e não crentes para que se esqueçam do pecado, da justiça e do juízo. Além de votarmos contra o projeto totalitarista, que planeja substituir a autoridade do Evangelho nas questões de fé, devemos  consultar o Senhor com o propósito de estabelecermos uma resistência permanente contra o avanço da iniquidade, dentro e fora da Igreja.

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6 comments to Aliança enganosa

  • Prezados irmãos,
    É muito bom ver a mobilização dos evangélicos em função desta próxima eleição. O artigo em epígrafe é esclarecedor e nos induz a refletir, orar e “saber votar”. Para quem deseje ver alguns videos sobre o assunto visite http://www.mmdc.com.br.
    Irmão Daniel
    http://www.ageas.com.br
    http://www.mmdc.com.br
    Franca – SP
    (16) 3017-1904

  • rosana guerra

    muito claro e esclarecedor.
    É realmente um desafio. O povo precisa ficar esperto e não ser engodado com os “avanços” que o atual governo alcançou.
    Parabéns pela coragem e posicionamento.
    Que Deus te abençoe e nos livre de cometermos besteira…

  • sadraque

    diante de tantas cronicas e manifestos q levam a informacao de atencao, me deparo com uma palavra revelada vinda do coracao d deus p o povo em geral. povo embebecido pela facilidade do credito, pelo realizar de sonhos, pela cultura popular; uma nova classe media formada na sua maioria por cristaos protestantes q se encontram na bifurcacao de um direcionamento a tomar. q essa palavra encontre guarida nos coracoes indecisos e responsaveis diante d um momento tao marcante na nossa nacao. EIS-ME AKI!!!

  • Paulo Silas Designe

    Parabéns Pr Bernardo pela matéria. Sente-se que realmente vem de Deus.
    Espero que esta mensagem chegue a todos os pastores do Brasil inteiro e que todos tenham uma posição política mais assertiva. Corremos risco com a democracia e pena que muitos ainda não perceberam a gravidade.

    Que Deus o abençoe
    Paulo Silas

  • Pr. adiel brito

    Boa palavra esta do Pr. Bernardo, vejo que vem do coração de Deus. Empenhar-me-ei para que nosso povo não seja enganado mais consulte ao Senhor e vote com convicção.

  • O pasor josé Bernardo planeja responder pessoal e biblicamente, como sempre, aos questionamentos. A resposta pode demorar alguns dias visto que ele se encontra no exterior.

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