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Meninas grávidas

Um desafio à evangelização

Quatro adolescentes grávidas e de baixa renda são as protagonistas do documentário Meninas da cineasta carioca Sandra Wernek. O documentário acompanhou a vida das meninas durante um ano. Moradora da Rocinha, Evelin, de 13 anos, engravidou de um namorado de 22, que acabou de sair do tráfico de drogas. Luana, 15 anos, garante que sua gravidez “foi planejada” para aflição de sua mãe, uma faxineira que ainda tem de criar uma outra filha de cinco anos. O caso mais impressionante é o de Edilene, 14 anos, e Joice, 15, que engravidaram praticamente ao mesmo tempo do mesmo rapaz, Alex, um ajudante de marceneiro que agora se esforça para atender a duas “famílias” e cuidar da própria sobrevivência.

Enfrentando o desafio de ajudar as igrejas evangélicas em uma evangelização mais efetiva para os adolescentes, os missionários da AMME Evangelizar assistiram juntos ao documentário, e depois analisaram várias referências e discutiram a estrutura de pecado do tema e soluções evangelísticas.

Referências Evangélicas
O filme está carregado de referências à religião porque o tema ainda contém um forte componente espiritual. Contudo, as referências representam a igreja alienada e incapaz. Em que pese o possível posicionamento da cineasta, a igreja tem sido ineficiente em tratar do assunto. Primeiro os missionários da AMME relacionaram as referências à Igreja evangélica.

A mãe de uma das adolescentes grávidas era evangélica e se apresentou como tal ao dizer que rejeitou a sugestão de aborto feita pela mãe do rapaz que engravidou sua filha. Vestida do estereótipo evangélico, ela demonstrou, mais destacadamente do que as outras mães, a pouca aceitação pela gravidez da filha. A médica, durante a ultrassonografia, a viu chorando e verbalizou: – a rejeição se tornou paixão! Sua filha disse que ganhou roupas de pessoas da igreja. A família evangélica era maior do que as outras.

Um dos adolescentes, Alex, que havia engravidado duas adolescentes, apareceu participando do culto em uma igreja Pentecostal. Ele acompanhava a música “Tu precisas de Jesus”. A igreja estava quase vazia e as pessoas distantes do dirigente, separado da congregação por uma cerca de madeira. O dirigente foi retratado também em um momento de oração intensa e agressiva. Ele orava pelas famílias.

O pai de uma das duas meninas grávidas de Alex, segurava a Bíblia enquanto conversava com o rapaz. Seu discurso apontava para o sofrimento e revelava resignação.

Referências romanistas
O Governo, patrocinador do documentário através da Petrobras, é bem representado pela escola e pelo do sistema de saúde, em várias e variadas referências, substituindo a Igreja na orientação e apoio social, com uma imagem estilizada, generosa, quase sagrada. As referências à Igreja Católica Romana também não apresentam a religião como participante na questão da gravidez. A bem da verdade, a Igreja Romana nem aparece, apenas leves traços de religiosidade absorvidos pela cultura popular.

Um adesivo com a imagem de Maria em uma janela. Um cartão com a imagem de Aparecida em um quadro. O enterro aparentemente carólico do pai de uma das crianças, falecido do tráfico três meses após o parto. Um crucifixo no carro que conduzia a adolescente para o cemitério. Uma frase distantemente religiosa em uma janela: “se sua estrela não brilha, não tente apagar a minha”.

Referências à família
As famílias das meninas grávidas, menos uma, eram famílias monoparentais, chefiadas por mulheres. O pai de uma das meninas, com uma outra família, admite a ruptura da família, a falta de atenção e cuidado como causas da gravidez. Nesse discurso aparecem resquícios estéreis de um ideal de família unida e protegida pelo pai.

Uma adolescente do interior era a única que tem pai e mãe morando juntos. Os homens, tanto os jovens pais como os pais das meninas grávidas, apareceram “perdidos” em seu papel, sua função, apenas algumas vezes tentaram o resgate do papel de líder de família. As mães das meninas foram apresentadas como as que assumiriam a responsabilidade, tanto de manutenção do lar como de cuidado com os netos, mesmo sabendo que este seria o papel da filha. Em uma das cenas uma criança brincava com a boneca, imitando a irmã, pouco mais velha, que cuidava de seu bebê.

O enxoval foi apresentado em todas as famílias como uma riqueza pessoal das meninas. O bebê, antes e depois do parto, foi apresentado como um tesouro para a família, uma posse dos desempossados.

A mãe de uma das adolescentes também estava grávida e mencionou uma tentativa de aborto no início de sua gravidez, apresentando porém, a não concordância com seu ato. O sistema de Saúde mostrou sua desconexão com a realidade com que estava lidando, quando o enfermeiro disse para uma das adolescentes para dizer ao “maridão” o gênero do bebê, ou a médica perguntou se a gravidez fora planejada.

A escola, como o sistema de saúde foi apresentada com generosidade, mostrando a aluna grávida e outra com o filho na sala de aula.

Estrutura de pecado
Depois de examinar refetências relevantes e discutir durante algum tempo sobre o filme, os missionários passaram a examinar a estrutura de pecado em que a gravidez na adolescência aparece. Os elementos e relações dessa estrutura foram identificados como: Desagregação familiar; Desvalorização dos princípios morais; Valorização da libertinagem (música e bailes funk, por exemplo); Posição social da mulher; Exploração da sensualidade; Ausência dos responsáveis pelo trabalho da mãe e distância do pai; Falta de relevância da Igreja.

De um modo geral, desapareceu a consciência de pecado. As pessoas não consideraram pecado o sexo fora do casamento. Deus não foi diretamente mencionado nem relacionado à situação. Obviamente é de se considerar a postura religiosa dos envolvidos no documentário, contudo, é provável que a realidade não difira tanto.

O pilar de Sansão
Usando a metodologia desenvolvida pela AMME, os missionários procuraram detectar o possível pilar em que se apoia a estrutura de pecado e que precisa ser atacado pela evangelização.

Vários aspectos foram apresentados inicialmente: A coisificação da criança e o interesse na posse; A estrutura deficiente de decisão; A herança familiar; A sensualidade e materialismo; A falta de ideais e de esperança futura.

Dois aspectos se revelaram mais significativos: fatalismo e vitimismo. Embora muito próximos, como dois lados de uma mesma resposta, o fatalismo contempla o poder das circunstâncias e o vitimismo contempla a icapacidade de resistir. Parece que os dois aspectos formam os pilares em que se apoia toda a estrutura malígna que apoia a gravidez na adolescência, o crescimento de crianças em famílias incompletas, os prejuizos emocionais, sociais e espirituais para os envolvidos e de modo mais extenso, para toda a nação.

Em 2007, por exemplo, ocorreram 2.795.207 de nascimentos no país, dos quais 594.205 (21,3%) foram de mães com idade entre 10 e 19 anos. De lá para cá, uma discreta caída nesse número, é creditada à distribuição de preservativos e às imorais campanhas destinadas aos jovens e adolescentes. Contudo os mesmos números indicam aumento da gravidez nas classes mais baixas, o que é incompatível com a idéia de que distribuir preservativos funciona, já que são distribuidos para os mais pobres. Possívelmente a morte de crianças por aborto está reduzindo o número de nascimentos nas classes de maior poder aquisitivo. Preservativos e estímulo ao sexo recreativo não tem o poder de combater o fatalismo e o vitimismo. O Evangelho tem!

O Evangelho é o poder de Deus para salvação de meninas e meninos, mas precisamos ser intencionais em pregar com o objetivo de derrubar o templo de Dagon diante de nós. Precisamos atentar para a realidade e concentrar nossas forças contra as colunas da iniquidade. Precisamos mostrar que há poder em Deus para mudar a situação e nos empoderar para construir uma vida amorosa e familiar saudável e íntegra. A evangelização é a efetiva resposta da Igreja de Cristo. Essa é nossa missão essencial, toda a missão!

Para uma evangelização cada vez mais relevante, as igrejas evangélicas brasileiras podem contar com a ajuda da AMME Evangelizar. Estamos continuamente pesquisando e desenvolvendo novas estratégias de evangelização que fortaleçam a ação missionária e produzam mais frutos que permanecem. Fale com um missionário da AMME.

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