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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7799)

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Liberdade de expressão

A revista Evangelizar Edição 25 chegará aos assinantes à partir da próxima semana. Essa edição vem com uma programação muito interessante para a evangelização de crianças e traz um novo design. Na coluna Diretriz Missionária, sempre escrita pelo pastor José Bernardo, o tema abordado foi “A comunicação do Evangelho”, inclusive a liberdade de expressão. Por se tratar de um tema de grande relevância para o momento, publicamos aqui na íntegra.


A comunicação do Evangelho
Em tempos de forte pressão contra a evangelização,
a Igreja deve se posicionar sobre a liberdade de expressão.

“O homem bom do seu bom tesouro tira coisas boas, e o homem mau do seu mau tesouro tira coisas más. Mas eu lhes digo que, no dia do juízo, os homens haverão de dar conta de toda palavra inútil que tiverem falado. Pois por suas palavras vocês serão absolvidos, e por suas palavras serão condenados.” Mateus 12:35-37

A liberdade de expressão é um dos direitos mais reclamados e defendidos em toda parte. Como afeta pessoas interessadas e capacitadas para comunicar, ir contra esse direito produz grande comoção pública. A liberdade de expressão é tida como um valor da democracia grega, mas é improvável que a democracia classista dos gregos, em que uns faziam o trabalho braçal para que outros pudessem se dedicar à política, tenha sido a fonte de um valor tão universal.

Em muitos relatos dos evangelistas e, de modo especial, nesse texto de Mateus, Jesus lança as bases para uma verdadeira liberdade de expressão. Lembrei-me do texto no momento em que a AMME Evangelizar era homenageada na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, por sua atuação na mídia. Também, é bom refletir sobre os fundamentos desse direito de se expressar livremente, na situação sinalizadora de a FIFA, durante a Copa Mundial na África do Sul, atender a uma minoria humanista, proibindo qualquer manifestação religiosa da maioria, ou de um comentarista esportivo, declaradamente ateu, insistindo em garantir apenas aos ateus o direito de regular a expressão pública da fé.

Todos podem falar
Jesus estava sofrendo uma forte pressão contra sua liberdade de se expressar. Suas convicções, sua mensagem e suas ações eram divergentes da posição oficial e, enquanto não achavam meios de censurá-lo definitivamente, as autoridades procuravam pressioná-lo estigmatizando suas ações e sua mensagem. Como acontece sempre e pelos mesmos motivos, interesses econômicos e políticos determinavam o que se devia dizer, e Jesus representava um perigo à situação de privilégio de alguns.

A pressão que Jesus estava sofrendo se parecia muito com a pressão que o cristianismo sofre hoje quando, por exemplo, não cristãos procuram estigmatizar a pregação bíblica sobre a disciplina dos filhos ou sobre o homossexualismo. Não há lógica ou princípios, apenas um jogo sujo de pressões políticas, que usa os meios de comunicação para classificar negativamente as opiniões contrárias: “É somente por Belzebu, o príncipe dos demônios, que ele expulsa demônios.” (v.24). Os interesses políticos e econômicos nessa pressão são indisfarçáveis, mas seduzem os ignorantes.

Longe de procurar impedir alguém de se expressar, Jesus, Deus conosco, assegura a liberdade de expressão ao endossar que todos pudessem retirar de seu tesouro o que lá tivessem: o homem bom e o homem mau. Mesmo conhecendo a natureza humana, e ainda assim sem classificar as pessoas, Jesus disse que é naturalmente aceitável que cada uma tire de sua despensa particular o que acumulou ali. A comunicação aparece nesse discurso como uma atividade inalienável.

Tudo se pode falar
As pessoas que procuravam impedir a liberdade de expressão de Jesus, atacando-o pessoalmente, classificando-o pejorativamente, não receberam troco na mesma moeda. Pelo contrário, Jesus disse: “Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada.” (v.31).

Vocês podem falar contra mim! Vocês podem discordar de mim! Jesus não queria calar a oposição, antes os chamava para o debate de ideias. Se eu estou do lado de Belzebu, de que lado estão aqueles dentre vocês que fazem o mesmo que eu? Se eu estou do lado de Belzebu, como logo estou destruindo as coisas dele? Temos um dito popular muito interessante que representa bem a dinâmica da liberdade de expressão na multiplicidade de ideias: “Perguntar não ofende”. Parece referir-se a Jesus. Ele era um hábil questionador, e assim preservava a liberdade de expressão, sem impedir o outro e sem abrir mão de se expressar também.

Mesmo quando avisa que a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada, Jesus não está impedindo a expressão de alguém, mas, simplesmente, alertando sobre as consequências previsíveis da expressão.

Liberdade e responsabilidade
Nesse texto Jesus inaugura a autorregulamentação na comunicação: “Pois por suas palavras vocês serão absolvidos, e por suas palavras serão condenados.” (v.37). Qualquer um pode falar qualquer coisa, mas deve se lembrar que, igualmente e sem qualquer privilégio, todos serão julgados, não por uma lei de imprensa, não por uma norma externa, mas pelo conteúdo de suas próprias palavras, pelo uso que fizeram da liberdade garantida de expressão.

A liberdade de expressão é reclamada, proclamada e aclamada no 19º artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos: “Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.”. Contudo, esse direito isolado tem sido usado para produzir os “atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade”, os quais aquela declaração aspira evitar. Em nome da liberdade de expressão, a pornografia circula facilmente, acessível a crianças e adolescentes, destruindo a capacidade de viver relacionamentos familiares equilibrados e mantendo mulheres e jovens como objetos sexuais. Em nome da liberdade de expressão se defende a pedofilia, se ataca o cristianismo e se anuncia hipóteses científicas como se fossem verdades imutáveis.

Jesus defendia uma liberdade de expressão associada à responsabilidade pessoal. Essa responsabilidade se desenvolve na medida da consciência do julgamento dependente, não de uma lei externa, mas do próprio conteúdo da livre expressão.

Liberdade e utilidade
O atual governo do Brasil, ideo-oligarquista, vergonhosamente próximo do caudilhismo venezuelano e cubano de opressão às liberdades sociais, acenou inúmeras vezes com a re-edição de leis de imprensa. Essa seria, na delirante alienação socialista, a única forma de julgar a expressão. Mas é primário constatar que qualquer lei de imprensa atenta contra a liberdade de expressão. Como então o Senhor Jesus sugere que as pessoas sejam julgadas pela própria palavra apenas, sem que alguém imponha suas ideias e critérios sobre os outros?

Jesus já havia dito: “Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?” (Mt 7:16). Agora o Mestre fala da utilidade das palavras. O termo usado por Jesus, conforme Mateus, foi argos, da partícula negativa “a” e do substantivo “ergon” significando trabalho. Inúteis são “palavras sem trabalho”, com um ou ambos significados: 1. Palavras sobre as quais não se trabalhou – irrefletidas, imponderadas; 2. Palavras que não funcionam – isso é, não produzem qualquer benefício ou resultado depois de emitidas.

A utilidade das próprias palavras que qualquer pessoa diz é o critério definitivo da responsabilidade, portanto, a única lei de imprensa, o único parâmetro de liberdade de expressão definido por Jesus é o resultado que as palavras produzem. Fica implícito que a qualidade da expressão, além de denunciar o caráter do comunicador, resulta do que ele acumulou. Isso nos levaria a outra discussão: o prejuízo social das palavras inúteis.

Em tempos em que modernos fariseus se organizam para calar os cristãos e tantos cedem à pressão, deformando a mensagem ou calando a evangelização, devemos assumir uma postura coerente no que se refere à comunicação. Uma postura que se origine no Evangelho e resulte em evangelização. Defendemos a plena liberdade de expressão – todos podem falar tudo; defendemos a liberdade com responsabilidade – cada um é único e totalmente responsável pelo que diz; liberdade com utilidade – os resultados do que falamos, se são positivos ou negativos, são o definitivo critério de julgamento. Em todas essas coisas reconhecemos Deus como absoluto e supremo Senhor. A liberdade de expressão existe por Ele e para Ele e qualquer autoridade humana só é exercida em submissão a Ele.

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