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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7879)

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O que é bullying

Um tipo de violência. A palavra do inglês para touro (bull) é figurativa do valentão e nessa forma indica a atitude continuada de agredir principalmente pessoas que não podem se defender. O termo e o significado ainda não estão incluídos em nossa linguagem, portanto esse tipo de violência passa desapercebida.

A AMME Evangelizar está pesquisando e trabalhando sobre a questão do bullying há mais de dois anos agora. Quando iniciamos havia somente uma publicação bem divulgada no país sobre o assunto. Hoje surgem novos artigos, livros e pesquisas e começam aparecer boas iniciativas a cada momento . A AMME oferece às igrejas evangélicas um excelente programa de evangelização que trata dessa violência na faixa de 12 a 14 anos de idade.

A primeira iniciativa da AMME foi cunhar uma expressão que pudesse dar significado à essa violência referida e tratada apenas como brincadeira, zoação, gozação, principalmente na escola. Chamamos o bullying de Violência Repetida entre Colegas, expressando a tripla qualificação do bullying e, desde então, destacando a amplitude de seus efeitos entre as várias figuras envolvidas.

Violência tripla
A Violência Repetida entre Colegas é violência de fato e isso se verifica pelos prejuizos em uma ou mais áreas na vida das pessoas: Moral – quando a agressão é contra o status, incluindo calúnias, boatos, fofocas, mentiras e menosprezo; Física – quando consiste em empurrões, beliscões, socos, pontapés ou quando atinge os pertences com depredação, roubo etc.; Emocional – quando causa medo, ansiedade, pavor, tristeza e desânimo através de ameaças, engodos, zombaria, escárnio; Social – consistindo em discriminação, exclusão, racismo, sexismo, classismo; Sexual – quando envolve assédio sexual verbal ou físico, com comentários maliciosos e obscenos, toques e carícias não consentidas etc.; Espiritual – quando atenta contra a fé, as convicções ou as práticas religiosas.

Essa violência é agravada pelo fato de ser repetida, ou seja, as mesmas ações são praticadas pelas mesmas pessoas com frequência, e tem a tendência de incluir mais pessoas e se tornar mais frequente na medida em que fica comum – como no caso em que um apelido “pega”, ou a pessoa simplesmente “aceita” a situação, adaptando-se ou acostumando-se à agressão. Essa repetição vulgarizada é um dos fatores que torna esse tipo de violência quase invisível, reforçando sua continuidade.

Outro agravo é que a violência seja produzida por colegas, pessoas de idade, classe e situação semelhante, aquelas que possivelmente se desejaria ter como amigos, obter aprovação e apoio. A violência praticada por colegas é mais dolorosa, mais injusta e mais impactante.

Apesar de afetar principalmente os adolescentes mais jovens, esse tipo de violência existe entre crianças, jovens, adultos ou anciãos, em qualquer classe econômica ou escolarização.

Entre colegas
Ao expressar a Violência Repetida entre Colegas como acontecendo “entre” colegas, indicamos que a violência atinge às três figuras envolvidas: alvos, autores e testemunhas. Em alguns grupos, principalmente entre os adolescentes de 12 a 14 anos, essas três figuras incluem 100% das pessoas.

Alvos são as pessoas que sofrem a violência. Preferimos essa nomenclatura para evitar o estigma de vítimas, que não faria justiça ao indicar que só o alvo é vítima, e ainda cooperaria para a discriminação. Os alvos da Violência Repetida entre Colegas sofrem marcas que podem perdurar pela vida toda: medo, angústia, desânimo, problemas de auto-estima, dificuldade de concentração, falta de confiança, problemas de relacionamento, ferimentos, tentativas de suicídio etc.

Autores são popularmente vistos como vilões, mas frequentemente são pessoas que aprenderam a violência ao sofrerem repetido abuso na violência doméstica, e não é raro que o autor seja ao mesmo tempo alvo. Seu caráter é deformado pela integração desse comportamento nos relacionamentos futuros na família, no trabalho etc.

Testemunhas são erradamente colocadas fora da situação, mas ao presenciar a Violência Repetida entre Colegas as pessoas também são profundamente afetadas. Pesquisas recentes indicam o aumento de problemas psicológicos como angústia, ansiedade e depressão, bem como o aumento no uso de drogas. Ao reagirem à violência que presenciam, as testemunhas podem ser envolvidos por ela, ao permanecerem alheias, desenvolvem a covardia e a omissão.

Caminho da Paz
Os esforços da AMME Evangelizar nesse tema levaram ao desenvolvimento do programa Caminho da Paz. O programa de evangelização, dirigido especialmente a adolescentes de 12 a 14 anos de idade, parte do princípio de que a violência acontece pela falta de repertório. Através do debate e do estudo de textos bíblicos dos Evangelhos e de Provérbios, o programa ensina novas atitudes para a situação de violência. Este é um dos programas que faz parte da Campanha BRASIL2010, para mais informações [clique aqui].

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