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Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7879)

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Missionária Brasileira de volta ao Timor-Leste

 

“Sim, estou de volta à Timor, pois…Não fui desobediente a visão celestial”. Atos 26.19

                Queridos intercessores,

Lembro-me que ainda quando estava no Brasil, ao menos duas vezes estive em eventos missionários e neles pessoas diferentes desafiando missionários para a necessidade da China, usaram o Timor como um exemplo de um país que sendo muitas vezes menor do que a China tinha um número maior de missionários brasileiros, e pessoalmente também já fui abordada por pessoas me questionando se deveria mesmo voltar para Timor, pois supõem elas que não seja um país que ainda haja necessidade de missionários. Confesso que refleti sobre esta questão, de fato com tanta carrência espiritual em diversas partes do mundo não me agradava a idéia de “chover no molhado”. Mas, Deus usando as circunstância continuou confirmando que por alguma razão celestial a visão Dele é que retornasse para cá. E eu tenho procurado ser obediente a esta visão, pois costumo dizer que não tenho um chamado para o Timor, tenho um chamado para servir a Deus onde quer que Ele determine e tenho convicção de que esta foi a determinação Dele para este tempo de minha vida.

Sendo assim, ontem (07/04) cheguei à Timor, sem antes deixar de passar uns “perrengues” na viagem, basicamente os problemas estão relaconados com malas, sabem que mala é uma mala. A minha pequena quebrou a roda na viagem para Portugal, como minhas bagagens de mão costumam pesar mais que eu, decidi comprar uma em Londres, pois prefiro as com rodinhas, na véspera da viagem quando tentei fechar a mala foi impossível, quebrou algum “breguenaites”da fechadura, felizmente que a Claudina tinha uma e me emprestou. Como havia compartilhado na carta anterior também estava muito preocupada com a bagagem devido alterações nas regras da companhia, eu já havia saído do Brasil com todos os quilos que tinha direito, afinal com o ministério todo relacionado a educação e ainda com a continuidade do mestrado aqui, não podia deixar os livros, o que significou uma parcela significativa de minha bagaggem. Em Londres na reorganização das malas acabei chegando ao aeroporto com um pequeno excesso, a atendente ao ver as duas malas antes de pesá-las já foi anunciando que era muita coisa e que eu teria que pagar muito, mas expliquei-lhes sobre os meus direitos. Ela acabou tendo que confirmar por telefone que eu poderia mesmo embarcar com os dois volumes de 32kgs, isto alterou ainda mais o seu mau-humor, quando as malas foram pesadas uma passou 300gms e a outra 1400kg ela determinou que eu as tirasse dali e só deveria voltar quando cada uma delas tivesse o pesso certo. Com todas as forças que já não tinha tirei as malas e fui tentar ver o que era possível, joguei no lixo a minha toalha e uma blusa de frio e coloquei mais uns três livros dentro da bolsa do computador, o que seria mais quilos para carregar na mão, neste meio tempo uma funcionária veio e me ajudou, levou as malas em outra balança para conferir antes e depois, juntas levamos para finalmente o chek-in. A viagem de aproximadamente 16 horas foi dento da normalidade, excetuando o inchaço que fui acometida, de fato me assustei, nunca havia me acontecido isto antes, chguei em Bali na noite do dia 03 completamente inchada, sentia até o rosto formigar. Como já era tarde não foi possível comprar a passagem do trecho Bali-Timor como eu já previa, no dia seguinte foi a primeira coisa que fiz, minha intenção era viajar no dia 05/04, pois só há um voo pela manhã para Timor. Mas, fui surpreendida com a notícia de que os voos estavam cheios e só teria passagem para o dia 08/04, isto também foi a primeira vez que aconteceu, fiquei desolada, não contava com este imprevisto nem no aspecto financeiro nem de ter que ficar em Bali (pode crer foi um tédio). Mesmo sem passagem na segunda-feira fui ao aeroporto de “mala e cuia” na esperança de conseguir embarcar, como a companhia me sugeriu, mas depois de esperar todo o chek-in, por fim informaram a mim e a mais umas 10 pessoas que não seria mesmo possível, retornei para o hotel sem acreditar no que estava acontecendo, enquanto isto em Timor, uma missionária havia preparado uma recepção onde ela convidou os Timorenses que haviam estudado no Brasil e que já retornaram e mesmo não tendo podido ir ela preferiu não cancdelar em cima da hora, fui informada que minha recepção foi muito legal só faltou eu (quando soube disto, consegui me sentir pior). Como sou brasileira e não desisto nunca, no dia 07/04, resolvi tentar novamente, agora tinha a companhia de um brasileiro chef que hospedou-se no mesmo hotel e que estava indo ao Timor por um mês apoiar uma missão que conheço. Desta vez consegui embarcar e para minha alegria depois de conversar com um funcionário da empresa ele me deu um desconto nas bagagens de 50% (no caso de Bali-Timor, só temos direito a 20kg). Minha alegria era dupla, sair de Bali e poder chegar em Timor, desta vez não haveria recepção, nem se quer sabiam que chegaria, mas como eu sabia que missionários iriam buscar o chef, fiquei tranquila, pois certamente não ficaria na mão…Só em Timor soube que na segunda o voo que aguardei anciosamente na tentativa de embarcar  foi cancelado e acabou não saíndo de Bali e na terça vieram dois com bastante atrazo um verdadeiro caos para os que viajaram. Como disse uma amiga missionária o Senhor não permitiu que eu embarcasse, pois queria me livrar de um estresse maior. Aleluia!

Chegando aqui pude reparar algumas construções novas, especialmente de prédios públicos e até uma construção em andamento de um shopping (apesar de ter sido informada que foi embargada), o que nos leva a crer que as coisas estão caminhando, mas, paralelo a isto, continua patente a grande carência deste país, algumas imagens vi compadecida como se fosse a primeira vez.

Enquanto escrevo é o meu segundo dia aqui, ainda estou tentando definir por onde começar. Engraçado que a primeira vez me deu a impressão que vim com tudo tão definido (na primeira vez agente sempre acha que sabe mais do que realmente sabe)! Mas, agora pretendo ir com mais calma para entrar nas portas que o Senhor for abrindo. Por enquanto, não estou fazendo “nada”, decidi ficar aqui em Dili ao menos por esta semana, pois preciso fazer levantamento de preços das coisas básicas que precisarei para montar a minha casinha (que ainda precisarei alugar), confesso que foi uma tarefa um tanto desgastante além do sol escaldante que parece que senti com mais força depois de passar pelo inverno da Inglaterra, os preços estão assustadores, não apenas dos móveis, mas como também dos alimentos.

Apesar de uma certa ansiedade inicial, por ser uma experiência diferente e portanto nova (desta vez terei que montar e morar na casa sozinha), foi muito bom passar nas ruas de Dili, que se quer foi meu lugar de ministério e ouvir alguém gritar meu nome, era o Sr. Francisco, um dos timorense que estudou no Brasil, e não muito depois dali, alguém sorri para mim e diz, “fila ka?”, (voltou?) Era o funcionário dos correios… ao chegar ao supermercado sou recepcionada com um largo sorriso e um forte aperto de mão…O excesso de bagagem custou U$ 100.00, os dias a mais em Bali outro tanto e a passagem total é melhor nem falar, mas estar aqui “não tem preço”!

Sim, estou de volta à Timor, pois, “…não fui desobediente a visão celestial”!

Com os novos desafios pela frente, já devem imaginar o quanto careço de vossas orações e apoio. Especialmente pela minha família na Paraíba neste momento que estão passando por transição.

Juntos em favor das vidas,

Suzi Alves da Silva

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2 comments to Miss. Suzi de volta ao Timor-Leste

  • andreia gomes

    Ola suzi, graça e paz. Que vom que você voltou, espero que seja instrumento de Deus nesse lugar dê um gostoso abraço em Ingrid por mim.

  • Pr. Miss. Tadeu & Márcia

    Miss Suzi, deixamos aqui o nosso carinho e a nossa oração para que a Obra Missionária não pare neste País. O Timor precisa de Missionários q realmente façam a Obra de Deus. Louvamos a Deus por sua vida pq vc continua fazendo a vontade do Senhor. Gostariamos de pedir um favor… mande um grande bjo a nossa filha Madalena, da cidade de Gleno (montanhas – IG Protestante de Gleno). Nós saímos do Timor em Abril de 2010.
    Maromak fo bensaun !

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