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O livro de Marcos

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A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7877)

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Escola da violência

Leandro, um menino de 12 anos, suicidou-se nas águas geladas do rio Tua, a nordeste de Portugal, depois de mais um dia de agressões que sofreu dos colegas na escola. Acompanhei esse caso ocorrido há duas semanas, desde que parti de São Paulo para Portugal, inicialmente em reportagem do Correio da Manhã (03/03) e, depois, através de revistas, televisão e jornais portugueses.

O miúdo, no sentido que lhe dão os portugueses e também no sentido que lhe damos os brasileiros, sofria agressões físicas na escola, vindas de adolescentes bem maiores do que ele, e isso já durava dois anos. Sua condição humilde, a casa na zona rural, a compleição pequena, a omissão da escola, a incapacidade das testemunhas, a impiedade dos autores da violência – tudo isso cooperou para que Leandro cumprisse o que havia prometido ao primo naquela manhã: se voltassem a lhe bater, ele se atiraria ao rio.

A dor que comoveu a família e atingiu a nação, não foi a única que ouvi naquela semana. Dias depois de Leandro, foi a vez do professor Luís atirar-se de outra ponte, no distrito de Sintra, por não suportar mais as agressões que sofria dos alunos, ameaças, chingamentos e empurrões. O pano se levanta e dezenas de agressões contra professores são reveladas, inclusive de uma professora que teve traumatismo craniano ao cair, também empurrada por um aluno. Esse é um outro lado do quadro de terrível violência nas escolas portuguesas.

E do lado de cá, o que se passa? Hoje o Gilberto Dimenstein deu, à sua coluna na Folha de S. Paulo, o título de “A escola do inferno”. Ele fala sobre a recente pesquisa do CEATS – Centro de Empreendedorismo Social e Administração do Terceiro Setor e que ouviu 5.168 alunos de escolas das cinco regiões brasileiras. Dos alunos entrevistados 70% afirma ter testemunhado a violência entre colegas na escola, 43% dos alunos disseram-se angustiados no ambiente escolar, 36% sentem medo com frequência e pelo menos 10% estão sempre com medo. Para lembrar que essa violência afeta também os professores, Gilberto escreveu que “O contato com a violência é uma das razões pela qual a carreira do professor é tão desgastante no Brasil”.

Tudo isso não surpreende a AMME Evangelizar. Há mais de dois anos estamos pesquisando o tema, tratando dele em palestras e treinamentos, inclusive no currículo do Pacificadores e, no final do ano passado, lançamos o programa evangelístico “Caminho da Paz”, para levar adolescentes a debater o tema e desenvolver um repertório alternativo à violência. Baseado na Parábola do Bom Samaritano, o programa inclui material impresso de alta qualidade, que pode ser obtido pelas igrejas, e faz parte do conjunto de programas incluídos na campanha BRASIL2010, que pretende apresentar o Evangelho a 20 milhões de pessoas a partir do envolvimento de 10 mil igrejas evangélicas.

Para saber mais sobre o programa “Caminho da Paz”, fale com um missionário da AMME pelo telefone 0800 121 911. Para incluir sua igreja na campanha BRASIL2010 preencha o formulário e aguarde o contato de nossos missionários [clique aqui].

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3 comments to Escola da violência

  • Missionário Marcos Andre Pereira Lago

    Louvado Seja Deus por esse Ministério da AMME Evangelizar, por essa iniciativa da evangelização nas Escolas, sou missionário da 1º Igreja Batista em Sanharó e Presidente de uma Associação de Pastores e Lideres aqui na nossa Cidade e nossa maior dificuldade é treinar a Liderança Local na Conscientização da evangelização não só da Igreja Batista mas todas as Igrejas envolvida, na Associação de Pastores Lideres.
    já participei de dois treinamento da AMME O ultimo foi no Recife Ministrado pelo o Pastor Edvaldo foi Ótimo Já estou orando a Deus para acontecer um treinamento desse na nossa região tenho muito contato com varias Igrejas aqui no Agreste, poderíamos juntar as Igrejas para a AMME oferecer uma treinamento e custo nos aqui trabalhava para arrecadar a Despesa do treinamento entre em contato com conosco servos de Deus precisamos urgente-mente Amém (87)9115-4709

  • Francisco de Assis

    Que bom que a AMME sobreviveu às intempéries. Que bom que o reverendo José Bernardo está firme e forte no propósito da evangelização. Participei de um treinamento em 2003 na Igreja Evangélica Ass. de Deus, Min. Ansalca/ guarulhos, hoje estou em Juazeiro do Norte e digo que é um prazer reencontrá-lo. Sou escritor, compositor e Poeta, e quando da minha estada em SP, de 1999 a 2005, convivi de perto com esta violência, pois divulgava meus livros e cordéis nas escolas da cidade, em variados bairros.Essas minhas esperiências como testemunha ocular da violência nas escolas me inspiraram alguns poemas que publiquei em meus cordéis e no meu mais novo livro: Uma Vida em Poesias, que você podem fazer o pedido através do meu email. Na época cheguei a mandar o poema: E a Educação: Como Vai? para o governado do Estado de SP, recebendo dele resposta. A gente ainda se fala.Perseverança.É o segredo. O curso que eu fiz pela AMME era: Eu vos enviei para colher. Lembra irmão José Bernardo. Depois lançastes: Frutos que Permanecem.Foi muito bom. Ainda estou dando frutos. Até hoje. E vou continuar.

  • Olá!

    Recentemente o Instituto Sangari publicou estudo sobre a violência nos últimos 10 anos no Brasil. Dados alarmantes, que demonstram que a violência que nos assusta no local onde moramos é um fenômeno nacional. O QUE ESTÁ ACONTECENDO? ALGUMAS REFLEXÕES? QUAL O PAPEL DE TODOS? Leia! Divulgue e deixe seu comentário:
    http://www.valdecyalves.blogspot.com
    Veja um vídeo do qual participei comentando sobre a violência na mídia:
    http://www.youtube.com/watch?v=ljsdz4zDqmE
    FELIZ PÁSCOA PARA TODOS

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