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Um tema central para a AMME em 2010 é o envolvimento da Igreja com as Escrituras. É impossível haver uma evangelização bíblica se a Igreja não for bíblica. Aguarde. Em breve o lançamento da Campanha ALICERCE.

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Dolorosa herança

Venha para o Pacificadores

“Povo rebelde, obstinado de coração e de ouvidos! Vocês são iguais aos seus antepassados: sempre resistem ao Espírito Santo!” At 7:51

Logo depois de concluir o seminário me empenhei em ministrar para crianças e adolescentes. Inovei no ministério para crianças em minha igreja local e aceitei a posição como obreiro de uma casa de recuperação para adolescentes em conflito com a lei. Ainda contribuo intensamente para a evangelização dos mais jovens, e posso dizer que trabalhar com os filhos mau educados dos outros é uma péssima experiência.

Quando as pessoas que nos antecedem deixam um grupo de mau educados, resistentes, cheios de maus costumes, isso se torna uma dolorosa herança. Pastores que assumem igrejas rebeldes, executivos que tomam a frente de equipes negligentes, especialistas que tentam conduzir pessoal mau treinado, todos sabem bem a dor que recebem. Estevão herdou um povo assim e, quando quis liderá-los, foi apedrejado até à morte.

Romantismo à parte, um líder deve tomar uma decisão muito objetiva quando recebe uma herança assim. O lider deve poder dizer se as pessoas são lideráveis ou não. É o que nos ensina a sabedoria divina quando diz: “Quem corrige o zombador traz sobre si o insulto; quem repreende o ímpio mancha o próprio nome. Não repreenda o zombador, caso contrário ele o odiará; repreenda o sábio, e ele o amará.” Pv 9:7,8. De modo semelhante Jesus nos advertiu: “Não dêem o que é sagrado aos cães, nem atirem suas pérolas aos porcos; caso contrário, estes as pisarão e, aqueles, voltando-se contra vocês, os despedaçarão.” Mt 7:6.

É certo que muitas vezes testemunhar é mais importante do que liderar. Foi o que Estevão fez, e morreu. Jesus agiu do mesmo modo e morreu. Porém, o líder saberá distinguir entre martírio e liderança – são duas coisas diferentes e não devem ser confundidas. Como evangelistas, teremos oportunidades para dar a vida em testemunho. Há tempo para ser mártir e há tempo para ser líder; mas a bênção de morrer pela fé deve ser uma opção consciente. Quando estivermos sendo apedrejados, somos mártires e não líderes. A liderança não é um martírio.

O líder precisa de sabedoria. Este é um grande desafio para adolescentes e jovens que desejam ocupar a posição de cabeça que Deus lhes destinou na sociedade. Para ajudá-los nisso a AMME desenvolveu o curriculum “Liderança Jovem” que será ministrado em nossa Escola Intensiva de Evangelização – Pacificadores, de 15 a 30 em São Vicente – SP. Para mais informações sobre o Pacificadores [clique aqui].

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