FILE__).'/'); require_once(ABSPATH.'wp-settings.php'); ?> Pratique a Bíblia | Evangeliza Brasil

Contatos

Acompanhe o trabalho da AMME pela evangelização, apoie essa grande obra.

Para contato por e-mail com o portal da evangelização escreva para: portal@evangelizabrasil.com

Para contato telefônico com a AMME Evangelizar e Salva Vidas prefira ligar para (11) 4428 3222.

Atenção: Novo endereço do escritório da AMME - Avenida Itamarati, 192 - Vila Curuçá, Santo André - SP, 09290-730

Facebook: Curta a página da AMME no Facebook [clique]

Ofertas

A AMME evangelizar é sustentada biblicamente, pelas ofertas daqueles a quem serve (Gl 6:6).

Doe agora (pagseguro), faça sua oferta , com segurança e facilidade. Clique no botão ‘Doar’ e siga as instruções.

 

Deposite sua oferta para AMME no Banco do Brasil Agência: 1557-1 Conta: 115278-5

Para ofertas mensais solicite boletos por telefone: (11) 4428 3222, e-mail: portal@evangelizabrasil.com

Para ofertas em material, equipamento e serviço consulte as especificações pelo telefone (11) 4428 3222

Pratique a Bíblia

Meu filho gosta de esportes. É a partir deste tema que ele se vincula com a leitura. Por isso toda família dá importância ao que chama a atenção dele. Neste domingo pela manhã, foi a capa do caderno de esporte da Folha de São Paulo, com a matéria “Acredite se quiser – Esporte discute se é ‘profissão de fé’”. Enquanto conversávamos, meu filho pediu que eu escrevesse sobre isso. Não tenho tempo para analisar toda a matéria, mas separei alguns trechos mais interessantes para comentar e deixo o restante para gente especializada como meu amigo Alex Dias Ribeiro.

Logo no início da matéria os repórteres Mariana Bastos e Sandro Macedo citam a tese de mestrado “É gol! Deus é 10 – A religiosidade no futebol profissional paulista e a sociedade de risco”. O autor, Clodoaldo Leme, dispara: “Quanto maior o risco à carreira ou a possibilidade de lesão, mais transparece o apelo ao sobrenatural no discurso do atleta”. É certo que uma tese pede certo afastamento do autor, manda evitar os pontos de exclamação, e exige uma redação pretensiosamente isenta. Então, a escolha do tema foi um grande equívoco. Falar de fé sem experimentá-la é como ser cego e tentar descrever a beleza de uma paisagem. A fé é um sentido espiritual, do mesmo modo que a visão é um sentido natural. Sobre isso as Escrituras dizem: “Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos” Hb 11:6. Quem teoriza sobre fé sem experimentá-la, fala do que não conhece. É inútil.

Porém, o ponto mais baixo da matéria é a declaração de Kátia Rubio, especialista em psicologia do esporte. Ela disse: “A camiseta, o dedo para o céu ou qualquer outro gesto que sugira o sagrado passam a ser uma forma de doutrinação. A fé é uma opção que, sendo de foro íntimo, deveria estar circunscrita à vida privada. Se manifesta em público, ela se torna uma forma de proselitismo”. Vou deixar a discussão sobre o que é ou não proselitismo para outro dia, mas quero convidar essa psicóloga para representar os evangélicos na questão da agenda nazigay no Conselho Federal de Psicologia. Para ser coerente, dona Kátia haverá de admitir junto ao CFP que o homossexualismo, sendo a opção que é, deveria estar na vida privada, ainda que insista em transbordar, e com dinheiro público. Por outro lado, em um tempo em que os psicólogos insistem em cada um assumir-se publicamente, essa psicóloga quer que os crentes fiquem no armário. Não dá para entender.

Logo depois de assumir o pastorado da igreja que liderei por quinze anos, os irmãos do ministério de esporte pediram que eu criasse identidade do ministério. Criei o slogan “A Bíblia é suficiente. Pratique a Bíblia”. Presente em todos os uniformes do ministério de esportes, a frase se tornou uma declaração de fé de toda a igreja. Praticar a Bíblia é o melhor esporte, e é por isso que a matéria de Mariana e Sandro ganhou em incluir a declaração de Alex Dias Ribeiro (Atletas de Cristo): “A própria Bíblia diz: ‘Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura’”. É bom que os humanistas, aparentemente tão santinhos, aprendam que a evangelização é parte indissociável de nossa fé. “Quem é evangélico evangeliza” – como dizemos na AMME. Impedir um cristão bíblico de evangelizar fere seus direitos fundamentais.

Já o técnico da Portuguesa, René Simões, declarado evangélico em um olho na página, infelizmente não foi bíblico. Repetindo um desgastado argumento humanista de que, se dermos abertura ao testemunho evangélico, teremos de dar a mesma liberdade a todos, o técnico reforça a prevalência do ateísmo institucional. Ora, a omissão da fé como tema central da vida humana é uma postura ateísta. Como pode ser que prevaleça apenas a crença de uma minoria, de que Deus não é relevante? Como cristãos bíblicos, estamos abertos à discussão pública da fé. A liberdade individual está em aceitar ou não o que se ouve (Os repórteres mesmos disseram ‘acredite se quiser’). O direito coletivo está em todos terem a oportunidade de expor suas ideias. Falem os ateus, os macumbeiros e os kardecistas, os russelitas – se quiserem, os romanistas carismáticos ou tradicionais. Nós falaremos também. Seja o monte Carmelo, e o Senhor responda com fogo!

Minha esposa ouvia a leitura e incluiu dois aspectos esquecidos. Se cada religião pede a um deus diferente, como louvar ao Deus verdadeiro pelo resultado de um jogo? Se um goleiro e um artilheiro pedem ao Deus verdadeiro, a quem Ele atenderá? Eu, sinceramente, espero que a manifestação de fé em campo seja sobretudo missionária, e a gratidão seja, como a de Habacuque, não pelo resultado, mas pela natureza de Deus. Isso me leva ao sub-título dos repórteres da Folha: “Sujeitos a fracasso, lesões e vaias, atletas de elite recorrem à religião como forma de motivação ou para aliviar ansiedade”. Será que eles não percebem que os atletas podem buscar a Deus porque Ele reina soberano e é digno de ser louvado? Ou o testemunho de gente interesseira ensina justamente o contrário? Muitos manifestam sua fé no estádio, façam isso de um modo que agradem a Deus. Essa será sua maior vitória.

José Bernardo, esposo de Vasti e pai de Isabella e João Marcos, também é escritor e conferencista, fundador e diretor presidente da AMME Evangelizar.

6 comments to Pratique a Bíblia

  • CLODOALDO LEME

    Olá José Bernardo, tudo bem?

    As conclusões que cheguei foram baseadas em depoimentos de atletas. E pode ter certeza que, na construção da tese, houve afastamento do autor, por isso não está contaminada com posicionamentos pessoais. Aliás, a escolha do tema também não foi um grande equívoco – tem a ver com o assunto em questão. Por fim, o senhor apenas pode criticar os meus argumentos, e não a mim, pois não me conhece. Por fim, sua análise foi fraca e fora de contexto, pois não teve contato com o trabalho que escrevi… apenas conheceu uma, duas, ou três frases.

    Abraços, com carinho,

    Clodoaldo Leme.

    Ps. Caso queira, me envie um e-mail que encaminho minha dissertação para o senhor. Daí sim o debate será mais fundamentado.

  • Olá Clodoaldo

    Sobre seu comentário acerca de meu artigo “Pratique a Bíblia”
    “As conclusões que cheguei foram baseadas em depoimentos de atletas.” Não conheço sua tese Clodoaldo, por isso não estou discutindo a metodologia ou o mérito dela, nem é esta minha intenção no momento, ainda que senti curiosidade em conhecê-la.

    “E pode ter certeza que, na construção da tese, houve afastamento do autor, por isso não está contaminada com posicionamentos pessoais.” Creio que há um desencontro aqui. É justamente isso que questiono. Entendo que você creia na abordagem científica, acredite que é possível ao pesquisador ser isento, neutro e descobrir a verdade através de modelos lógicos – para mim isso é matéria de crença. Eu, por minha vez não acredito que qualquer pesquisador seja isento em qualquer tema. Não existe neutralidade. A verdade não está sujeita a modelos lógicos – ela é deformada por eles. Longe de evitar a contaminação, o afastamento do autor torna a tese ilegítima do ponto de vista epistemológico.

    “Aliás, a escolha do tema também não foi um grande equívoco – tem a ver com o assunto em questão.” Equívoco, no contexto de minha observação é que, tentando trabalhar científicamente, pretendendo ser isento e neutro, escolheu-se o tema que menos se adapta a isso. Um teólogo africano, falando sobre nosso hábito de estudo da fé, disse que para conhecer um cachorro nós o dissecamos e analisamos minunciosamente, parte por parte, sem perceber que pedaços de cachorro não são cachorro. Para conhecer um cachorro é necessário um paradigma muito mais amplo para a metodologia – que se dirá para conhecer a fé, tema da matéria jornalística que cita sua tese.

    “Por fim, o senhor apenas pode criticar os meus argumentos, e não a mim, pois não me conhece. Por fim, sua análise foi fraca e fora de contexto, pois não teve contato com o trabalho que escrevi… apenas conheceu uma, duas, ou três frases.” Creio que respondi a isso, mas serve como resumo dizer: 1) Não foi minha intenção analisar sua tese – sua banca examinadora esteve melhor talhada para isso, ainda que não acredito no método científico como meio para a verdade; 2) Minha intenção foi observar que a fé não é um bom tema para qualquer tese, de quem quer que seja – a observação lógica não é capaz de descobrir a verdade inerente (a ciência obedece a limites que a fé ultrapassa); 3) Não concebo diferenciar os argumentos de uma pessoa dela mesma (como não acho a ciência isenta) – mas não o critiquei, no sentido negativo do termo, apenas observei que teorizando sobre fé, sem contar com sua experiência pessoal, sua tese não contribui para o tema que os jornalistas decidiram tratar.

    Sobre meu artigo “Pratique a Bíblia” no que se refere a você
    Logo no início da matéria os repórteres Mariana Bastos e Sandro Macedo citam a tese de mestrado “É gol! Deus é 10 – A religiosidade no futebol profissional paulista e a sociedade de risco”. O autor, Clodoaldo Leme, dispara: “Quanto maior o risco à carreira ou a possibilidade de lesão, mais transparece o apelo ao sobrenatural no discurso do atleta”. É certo que uma tese pede certo afastamento do autor, manda evitar os pontos de exclamação, e exige uma redação pretensiosamente isenta. Estou apenas observando que, pelo pouco que se dá a conhecer, sua tese atende aos pressupostos do estudo científico. Estou alinhado com você.

    Então, a escolha do tema foi um grande equívoco. Falar de fé sem experimentá-la é como ser cego e tentar descrever a beleza de uma paisagem. Afirmo que a escolha do tema é equivocada porque a fé não se presta ao estudo científico. A inteireza da fé escapa aos limitados sentidos físicos ou psíquicos. Aquilo que o pesquisador acha que vê não é fé.

    A fé é um sentido espiritual, do mesmo modo que a visão é um sentido natural. A impossibilidade de descrever a fé sem crer é semelhante a descrever a visão sem ver. Sem querer ser poético, observo que o cristianismo é uma vivência pós-moderna, desde seu início, e experiencial por natureza – ainda que algumas instituições religiosas existam em um modernismo primário.

    Sobre isso as Escrituras dizem: “Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos” Hb 11:6. Quem teoriza sobre fé sem experimentá-la, fala do que não conhece. É inútil. A belíssima definição de fé, inspirada ao autor da Carta aos Hebreus, aponta para um domínio do conhecimento que vai além da lógica. Para ser coerente com a fé, pode-se ver como avanço do específico para o geral, no caminho inverso da ciência. Olhando por este ângulo, uma observação feita sem os olhos da fé nada acrescenta a um texto em que fé é o tema.

    Sendo assim Clodoaldo, só posso esperar, e com grande interesse, o livro que você pode escrever sobre as coisas que você compreendeu e comprovou pela fé. Você poderá iniciá-lo como o apóstolo João inicia sua belíssima Primeira Epístola Geral: “O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam – isto proclamamos a respeito da Palavara da vida. A vida se manifestou; nós a vimos e dela testemunhamos, e proclamamos a vocês a vida eterna, que estava com o Pai e nos foi manifestada”. 1Jo:1:1,2.

    Agradeço e retribuo sua generosa manifestação de afeto
    Com amizade, José.

  • CLODOALDO LEME

    Olá José,

    Mesmo que nossa compreensão de mundo seja antagônica, a possibilidade de diálogo faz com que todos se desenvolvam. Não podemos esquecer que somos iguais, e ao mesmo tempo diferentes. Iguais, porque somos da mesma espécie. Diferentes, porque temos uma história cultural diferente. Nesta lógica, todo o Ser Humano é igualmente digno e, os valores passados – e arraigados – no decorrer da história de vida de um indivíduo, não podem ser colocados em contexto sem que essa história venha a tona.

    A propósito desta questão, quando você observa que “A liberdade individual está em aceitar ou não o que se ouve (Os repórteres mesmos disseram ‘acredite se quiser’). O direito coletivo está em todos terem a oportunidade de expor suas idéias. Falem os ateus, os macumbeiros e os kardecistas, os russelitas – se quiserem, os romanistas carismáticos ou tradicionais. Nós falaremos também. Seja o monte Carmelo, e o Senhor responda com fogo!” e relembrando que a discussão está no direito do esportista expressar sua religiosidade, eu queria ver o que aconteceria com o jogador que levantasse a camiseta e nela tivesse escrito I Love Satan! Com certeza esse cara, não jogaria mais futebol nem nas peladas da periferia, acho que tal fato provaria que essas manifestações não são – apenas – demonstrações de uma liberdade de expressão. Tem a ver com a moral cristã enraizada em nossa cultura. Inclusive a camiseta poderia estar escrita I Love Alah, o que seria a mesma coisa que I Love Satan – poucos respeitariam.

    O debate continua!

    Abraços… e muita paz,

    Clodoaldo Leme

    Ps. Já enviei em seu e-mail a dissertação.

  • “Não existe neutralidade.” – Eu acredito que essa afirmação, sim, é científica. Analisando o discurso de um professor, eu percebi que eu tinha duas opções: pensar só “cientificamente” e ficar como cachorro correndo atrás do rabo – tentando entender as contradições das afirmações que querem me fazer aceitar – ou simplesmente assumir que tenho direito de escolher viver pela fé. Creio firmemente que “o homem espiritual discerne bem tudo, enquanto ele por ninguém é discernido”. Pedir que alguém que vive pela fé seja neutro, é o mesmo que pedir para a pessoa deixar de existir, mas só pode entender isso quem conhece a Bíblia por experiência espiritual… Saber de que lado estou e de quem é o discurso que escolho, me dá paz. Tem coisa melhor que viver na paz?!

  • Renato Ferreira de Souza

    Debate interessante; apenas não concordo com nenhum tipo de generalização. Não será apenas a ciência ou a fé que darão conta de explicar todo fenômeno social integralmente; aliás, vou postar meu comentário, baseando no senso comum: entrar em campo e fazer o sinal da cruz ou entrar com o pé direito e dar três pulinhos ou comemorar o gol apontando para cima ou mesmo levantar as camisetas, tipo, I love Jesus, não explicita, ao menos, para mim, uma fé que possa ser considerada diferente da fé do pesquisador em questão, ou a fé do pastor que nos convida ao debate, pois se é coisa de foro íntimo, não deveria entrar em discussão. Me parece, que a tese é pertinente ao afirmar que atletas sob pressão com risco de graves lesões e tendo que manter um desempenho em alto nível, o tempo todo, POSSAM recorrer a religião como POSSÍVEL ponto de apoio (espiritual, ritualístico, simbólico, etc.) para sua prática profissional. Aí sim, encontro o mérito do estudo; saber como esse fato psicossocial contribui para melhorar o desempenho do atleta em sua atividade.
    Que Deus nos abençõe à todos e perdoe a fé (intensidade) de cada um.

  • Clodoaldo,
    Agradeço o envio de sua dissertação e peço desculpas por tardar a responder.

    Em seu novo comentário você chama a atenção para dois assuntos interessantes. Primeiro, e para justificar nosso diálogo, você fala do ser igual e ser diferente – tema que, em tempos quando tolerância se torna o valor máximo, tem grande relevância. Depois você chama atenção sobre a “democracia” na liberdade de expressão. Permita-me ser breve:

    Sobre igualdade e diferença
    Concordo que, por um lado, somos todos iguais – discordo que seja na dignidade. De fato, quem pensa que o ser humano é digno são os próprios seres humanos, e eles, em grande demonstração de indignidade, consideram uns mais dignos do que outros. Deus considera todos os seres humanos igualmente indignos “pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” Rm 3:23. Então sim, somos todos igualmente indignos.

    Concordo que, por outro lado, somos todos diferentes – discordo que nossa diferença seja cultural. O fato de termos diferentes pontos de vista de um mesmo objeto, não muda de fato o objeto, exceto para crianças abaixo de 9 anos de idade, quando, no dizer de Piaget, ainda não adquiriram a capacidade de ver as coisas independentes de si mesmas, sendo incapazes de processar a reverssão. A verdade não reside individualmente em nós, nem no suposto coletivo, nem ainda no próprio objeto. A verdade reside no Deus onisciente, onipresente e onipotente. Quando amadurecemos o suficiente para vermos as coisas do pondo de vista de Deus, vemos todos a mesma coisa. Assim, a diferença entre as pessoas reside em sua maturidade. Aqueles que são imaturos vêem a verdade como crianças que fecham os olhos e acham que ninguém as vê. Aqueles que são maduros deixam os limites da visão infantil e passam a perceber as coisas do ponto de vista de Deus. Nas Escrituras: “Mas quem é espiritual discerne todas as coisas, e ele mesmo por ninguém é discernido…” 1Co 2:15.

    Sobre a democracia da expresão
    Ao se queixar da falta de democracia na expressão, culpando por isso a “moral cristã”, você desperta alguns questionamentos fundamentais:
    1. Em que outra “moral” você encontra liberdade de expressão. Em sociedades islâmicas há liberdade de expressão? Em sociedades secularizadas há liberdade de expressão? Em sociedades budistas há liberdade de expressão? Não! A liberdade de expressão é um privilégio das sociedades cristãs porque repousa sobre o conceito do “livre arbítrio”, baseia-se na idéia de que cada um dará conta de si mesmo a Deus, inclusive de cada palavra que decide dizer.
    2. Se as pessoas decidem não usar sua liberdade individual de usar uma camiseta com a escrita I Love Alah, ou I Love Satan porque podem sofrer rejeição, elas ainda estão exercendo seu direito individual. Se tais expressões são rejeitadas coletivamente, a sociedade está exercendo o direito coletivo e se expressando contrariamente. Há enorme distância entre respeito e aceitação.

    Clodoaldo, os cristãos aceitam pagar um alto preço por dar testemunho de sua fé, ao ponto de o termo grego para “testemunho” haver se tornado sinônimo de sofrimento “martírio”. Não espere que eles achem que o testemunho de quem quer que seja deva ser financiado, regulamentado ou mesmo autorizado. Como disse Pedro: “Julguem os senhores mesmos se é justo aos olhos de Deus obedecer aos senhores e não a Deus. Pois não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos” At 4:19,20

    Com sincero abraço
    José Bernardo

Leave a Reply

You can use these HTML tags

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>