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Novas ênfases na evangelização

 O jovem diretor de divisão da InterVarsity Chirstian Fellowship (algo como nossa ABU – Aliança Biblica Universitária), dedicado à evangelização de jovens desde seus dias como estudante universitário, destacou três pontos mais singnificativos nesta disparidade entre nosso modo de apresentar o evangelho e o que as pessoas pós-modernas pensam. Vejamos quais são estes pontos e que mudanças sugerem em nossa evangelização:

Da decisão para a transformação

Nossa apresentação do Evanglho até hoje dá grande ênfase à decisão. Tudo aponta para aceitar Jesus como Senhor e Salvador e receber de bandeja tudo o que é necessário. A frustração, que tirou nossa sociedade da modernidade e a arrojou na pós-modernidade, impede as pessoas de acreditar nisso. Embora haja elementos em nossa salvação que são recebidos assim de graça e instantaneamente, a Bíblia frequentemente nos exorta a nos transformarmos. Por que damos ênfase em uma coisa e não na outra? Era o contexto histórico em que vivíamos que nos leva para aquele lado. É hora de deixar a ênfase na decisão e oferecer a oportunidade do processo de transformação.

Do indivíduo para a comunidade

A salvação é individual –  você se lembra dessa afirmação? Há alguma coisa para a pessoa em particular na salvação, bem pouco. Em todo o restante a salvação é coletiva. A salvação depende de Jesus que morreu, de Deus que o ressuscitou, do pregador que anuncia, do Espírito que convence o ouvinte de que é verdade e da Igreja que o ajuda a permanecer na fé. Como podemos dizer que a salvação é individual se envolve tanta gente? Esta geração se frustou com o individualismo das gerações passadas. O individualismo destrói o ecossistema, explora os trabalhadores, gera violência, promove o tabagismo… Esta geração entende que as soluções são coletivas ou comunitárias, portanto, a participação em um grupo dinâmico e produtivo como o Corpo de Cristo tem melhor apelo do que uma salvação que só se refere a uma pessoa.

Da eternidade para a missão

Nossa evangelização apontava principalmente para o céu e para a eternidade. Como a ciência, a Igreja também pregava: “No futuro vai ser melhor”. Mas essa geração cansou de esperar, eles são o povo do “aqui e agora”. Querem experimentar e vivenciar tudo imediatamente, rapidamente. Não é hora de dizer às pessoas frustadas com as promessas de futuro melhor que elas terão que esperar até a eternidade para experimentar as promessas de Deus. Por isso, ao invés de colocar ênfase na eternidade, devemos colocar ênfase na missão do cristão e da Igreja: O que devemos fazer, qual nosso desafio, o que vamos experimentar e vivenciar até Jesus voltar? Na se trata de mudar a Bíblia, mas de reconhecer  que as ênfases do Plano de Salvação, a ordem de prioridade nos assuntos que ministramos na evangelização, têm que ser mudadas, porque a forma como nossa geração pensa é diferente de como pensavam nossos avós. Muito crentes ouvem a palavra pós-modernidade como se fosse a maior ameaça do inferno. A pós-modernidade não é pior do que a modernidade para evangelizar, “o mundo jaz no maligno”. O problema é apenas que nos habituamos a agir de determinada maneira e agora precisamos mudar. Contudo a pós-modernidade está cheia de oportunidades para pregar o Evangelho. Precisamos aproveitá-las!

3 comments to Novas ênfases na evangelização

  • Wesley T M Sá

    Quem escreveu o texto: Novas ênfases na evangelização?
    Leio todos seus e-mails , mas, discordo do que li no trecho “do indivíduo para a comunidade”
    A salvação é individual sim!
    Um breve ex.
    Se o pneu do meu carro está careca, claro, me encaminho até a loja para trocar. Essa minha ida até à loja é uma decisão minha; Tanto quanto se não trocar e causar um acidente.
    Independente de todos os envolvidos na fabricação do pneu, até ao lojista que vende, se eu vou trocar o pneu ou não. É decisão minha.
    Todo o cenário pra minha salvação na verdade está pronto. O meu livre arbítrio dirá se vou aceitar ou não. Essa decisão, por favor me desculpem, é individual.
    Wesley. imf.apc@gmail.com

  • Prezado Wesley,
    o texto publicado pelo missionário Eduardo Carvalho Jr. foi escrito pelo missionário José Bernardo, líder da AMME. Primeiro é importante notar que o autor não nega a existência do fator pessoal na salvação, apenas observa que: 1) a excessiva tradição individualista evangélica é anti-bíblica e irracional; 2) No contexto da pós-modernidade, a postura individualista pressionada pela modernidade já é ineficiente.

    Usando seu exemplo sobre um hipotético pneu careca e sua decisão muito pessoal de consertá-lo ou não: Não há decisão, por mais forte que seja, que resulte no pneu consertado, se não estiverem envolvidas todas as pessoas que fabricam, transportam, vendem e montam o pneu. A decisão pessoal, sem a participação coletiva, é inútil, simplesmente porque, como ensinam as Escrituras, não somos indivíduos.

    É possível que seu ponto de vista e o do texto divirjam justamente aqui, quando você afirma que “Todo o cenário pra minha salvação na verdade está pronto” – Não, não está – isso seria deísmo. Deus continua salvando, através do sacrifício feito uma vez, é verdade, mas a cada dia aplicado novamente pelo Espírito que convence, pelo advogado que intercede, pelo Juiz que se pronuncia, pelas testemunhas que testemunham.

    De fato a salvação é pessoal (não individual), em um contexto plenamente coletivo.

    No amor evangelizador de Jesus

    AMME Evangelizar

  • Carla Valéria

    A salvação é individual, você lembra dessa afirmação?não, eu não lembro; afirmamos que a salvação é pessoal,é claro que envolve o sacrificio de Jesus,de Deus que o ressuscitou, do pregador que anunciou, do Espírito que convence e da igreja que ajuda a permanecer na fé; apesar de toda coletividade ,a decisão em aceitar ou não será sempre pessoal.

    no amor de Jesus.

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