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Os índios são cidadãos de 2ª classe?

Este foi o tema da palestra que os missionários da AMME Evangelizar, Saulo e Daniel, participaram na Bienal do Livro em SP no mês passado com o intuito de continuar adquirindo informações sobre a situação dos indígenas no Brasil. A motivação é que a AMME Evangelizar está assumindo um compromisso de ajudar mais efetivamente a Igreja Evangélica Brasileira Indígena. Estavam presentes o ex-presidente da Funai e antropólogo, Mércio Gomes, e o indígena da tribo Munduruku, Daniel. Ambos falaram sobre a situação do índio no Brasil e o processo de demarcação de terras, definido por Gomes como “uma luta imensa”. Daniel (munduruku) protestou sobre o descaso das autoridades: “O Brasil vem colocando os povos indígenas à margem da história”.

Conforme informações trasmitidas pelos palestrantes, em São Paulo há em torno de 8.000 indígenas, no Rio de Janeiro aproximadamente 3.000. Os únicos dois Estados que não possuem índios organizados em tribos são Piauí e Rio Grande do Norte, nos demais Estados da federação há presença indígena, sendo as regiões Norte e Centro-Oeste com maior representatividade deles. Por volta de 2.500 índios estão em nível universitário, no centro de São Paulo há bastante deles, só que não mantêm suas tradições culturais, “andam na moda”. Após as informaçõe e considerações, abriu-se um momento para perguntas. Sem exitar, o missionário Daniel solicitou esclarecimento e um posicionamento sobre o “infanticídio” praticado em tribos aqui no Brasil. Infelizmente a resposta foi um tanto simples e sem sugestões apontando preocupação ou soluções contra tal ato. Algumas “razões” que foram colocadas sobre a prática do infanticídio entre os índios:

  1. Controle de natalidade – Isso em casos de assassinato de um dos filhos quando nascem gêmeos;
  2. Falta de recursos ou acesso para tratamentos – Em casos de crianças que nasciam com deficiências físicas;
  3. Por fim, a questão do ritual religioso. Aqui, algumas considerações são necessárias:

Ainda hoje essa prática está acontecendo no Brasil; quando uma criança nasce com deficiência física, deve ser enterrada viva ou abandonada na aldeia enquanto todos vão embora. Os índios alegam que “os espíritos” roubaram a alma daquelas crianças, assim, elas têm que morrer ou ser abandonadas para que a tribo toda não seja amaldiçoada. Abaixo, uma pequena consideração sobre a questão do infanticídio indígena.

Temos considerado com mais frequência sobre este assunto aqui na AMME Evangelizar, considerando os desafios das missões transculturais. Sem ser ignorantes da questão de contextualização e aculturação, por exemplo, temos conosco que o Evangelho não tem cultura, isso é inegociável. Ele é o poder de Deus para a salvação dos pecadores, como diz o apóstolo Paulo. Poderíamos  pensar sobre a cultura judaica em que o Evangelho foi recebido, no entanto, o evangelho foi colocado na cultura, ele não é judaico, ele é evangelho do Reino de Deus, incontaminado da ação humana. No que diz respeito a qualquer “prática cultural” aqui entre os indígenas no Brasil ou qualquer outro povo na Indonésia, por exemplo, deve haver prioridade do Evangelho à tal cultura ou à prática. O apóstolo Pedro queria obedecer às autoridades, desde que as mesmas fossem conforme as leis de Deus.

Continuaremos falando sobre essa questão do Indígena do Brasil, temos muito que falar, apreender e agir em favor da evangelizaçao e salvação deles. É claro que são cidadãos de 1ª !!!

Estamos juntos!!

1Remanescente

1 comment to Os índios são cidadãos de 2ª classe?

  • Daniel

    Sim, estamos juntos…
    Nada a acrescentar, somente minha paixão pelo povo que está no NOrte do país.
    Daniel

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