O mundo, a carne e o diabo saíram à procura de adolescentes e jovens. Todos os dias saem a procura, para oferecer presentes atraentes e astutos. E os encontram aos milhares, inclusive dentro de nossas igrejas. Ataques sedutores partem de todos os lados, invadem casas, celulares, livros didáticos, comunidades, revistas, TV, e alcançam o alvo. É uma verdadeira guerra.
Nossos adolescentes e jovens estão sendo bombardeados em todos os lugares, de todas as formas. Precisam ser mentoreados e ajudados nas mínimas coisas. Enfrentam um mundo diferente do que enfrentávamos, precisam de respostas contextualizadas, precisam de uma fortaleza ao seu redor, que lhes permitam se defender atacando.
Eles representam a próxima geração de líderes. A igreja precisa ser essa muralha no cotidiano deles. Não os tratar como importunadores, mas como quem necessita de ajuda para vencer. Um dos motivos da omissão da igreja é não saber como ajudar. A igreja se torna obsoleta quando não evangeliza, quando perde a comunicação com a realidade do lado de fora.
Pastores e líderes, observem, escutem seus adolescentes e jovens e os ajudem a construir estratégias que funcionem. Evitem as respostas prontas, desenvolvam-nas com sabedoria que vem do alto. Eles responderão quando sentirem que não estão sozinhos em combate. Preparem os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo, como diz Efésios 4:12 e 13
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