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Das árvores na selva de pedra

Os riscos que equívocos, no entendimento do que é vencer, trazem para a educação da criança em particular e para a sociedade como um todo.

O artigo a seguir, escrito por José Bernardo, líder da AMME Evangelizar, foi publicado no site da AECEP – Associação de Escolas Cristãs de Educação por Princípios em 05 de setembro de 2006. A AMME Está cooperando com a AECEP em seu 17o Workshop de educação Cristã único evento do gênero no Brasil.

Esta manhã, quando levava meus filhos à escola, me deparei com o novo outdoor de uma escola da região. Era uma floresta contra um céu azul, com apenas uma árvore se destacando acima das outras, ladeada pela frase “formando vencedores”. Como pai cristão e como evangelista, não pude evitar minha indignação diante de visão tão distorcida do que é ser vencedor.

Para o anunciante, ser vencedor é ser maior do que todos. Uma árvore entre muitas, com características particulares que a distinguem e destacam da maioria. O que propõe aquela escola, para satisfação de sua clientela abastada, é tratar seus pupilos de tal forma que se tornem maiores do que todos à volta. Ora, eu conheço algumas famílias que têm filhos naquela escola. Uma em especial, precisou tirar a filha dali porque, embora pudessem pagar, a criança não resistiu à pressão destrutiva que os alunos exercem uns contra os outros na ansiedade de cumprir a proposta estampada naquele cartaz.

Não sei se por malignidade ou por ingenuidade, aquela escola parece ignorar que uma árvore mais alta assim beneficia somente a ela mesma, porque faz sombra às outras, sufocando-as. O que aquela imagem propõe é a continuidade da “Lei de Gerson” – infeliz propaganda de duas décadas atrás em que o jogador de futebol dizia gostar de “levar vantagem em tudo”. Na verdade, uma criança que pensa ser uma árvore não beneficia nem a si mesma. A ilusão do individualismo, o conceito moderno de que a pessoa é um indivíduo, é a raiz de todas as psico e sociopatias. A busca da auto-suficiência, da realização individual, do ser sem os outros, é mórbida e destrutiva. Jesus disse: “Eu sou a videira; vocês são os ramos.” Enquanto o ser humano não se percebe como pessoa, parte de um indivíduo social, com o qual deve interagir e beneficiar para ser beneficiado, não faz bem a si mesmo nem ao seu próximo.

Ao pensar nessas palavras do supremo professor, noto, naquela propaganda, a falta de frutos. As árvores verdinhas daquela escola serão todas como a figueira à beira do caminho, na qual o Senhor procurou frutos, e não achando, ordenou que secasse. São os frutos que destacam os vencedores, aquilo que produzimos para a glória de Deus e para o bem dos outros é que faz de nós pessoas que mereçam atenção. Este é nosso desígnio: “…eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça…”. Sem frutos, somos simplesmente cortados, não temos real valor.

Neste momento, nossa missão se prepara para atacar a coluna central do templo da maldade em nossa nação: a ignorância. É quando percebemos o quanto, mesmo querendo parecer sabido e esperto, nosso povo está tão enganado. É preciso estar muito longe da luz para não enxergar que somos galhos e não árvores, partes do todo e não o todo em nossa parte; que são os frutos que nos fazem vencedores, não nossa aparência ou aquilo que conquistamos para nossa satisfação particular. Ainda assim não acho que tal árvore, mesmo infrutífera, deva ser cortada. Como o agricultor, na parábola de Jesus, relatada por Lucas, nossa oração é: “Senhor, deixe-a por mais um ano, e eu cavarei ao redor dela e a adubarei. Se der fruto no ano que vem, muito bem! Se não, corte-a.”.

Foi bom poder então chegar à escola de meus filhos e deixá-los ali nas mãos de diretores e professores decidos a me ajudarem a educá-los com princípios cristãos. Não me iludo com a maligna espectativa de que se tornem as árvores mais altas da floresta. Minha oração e meu trabalho é que meus filhos se tornem galhos mais frutíferos na videira; que seus frutos glorifiquem a Deus e alimentem nosso povo. E sabemos que “Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo se não permanecer na videira.”.

2 comments to Das árvores na selva de pedra

  • Sergio Grion

    Bom dia queridos irmãos, que a paz de Cristo esteja com todos vós.
    Muito bom artigo, meu desejo é que todos quantos o lerem, passem a pensar e agir dessa forma, sempre agindo como o Senhor nos ensinou: “…o maior entre vós seja como menor, e aquele que dirige
    seja como aquele que serve”. Lc. 22.26.

  • Excelente reflexão!
    Isso só vem a resaltar que a nossa luta é muito maior do que pensamos. Não podemos ficar presos à esfera da “religião”, a igreja de Cristo precisa ser agressiva e penetrar todas as esferas culturais e sociais: Precisamos de educadores e escolas, de juristas, de políticos, de homens e mulheres imbuidos de humildade e senso de compaixão que vivam em suas vidas a missão deixada por nosso Senhor de Abalar as portas do inferno – Há esperança – Jesus declarou: “…É-me dado todo poder no céu e na terra.” – Quem Tem Esperança Evangeliza!
    http://www.IBVideira.com.br
    Pr.Jairo

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