Contatos

Acompanhe o trabalho da AMME pela evangelização, apoie essa grande obra.

Para contato por e-mail com o portal da evangelização escreva para: portal@evangelizabrasil.com

Para contato telefônico com a AMME Evangelizar e Salva Vidas prefira ligar para (11) 4428 3222.

Atenção: Novo endereço do escritório da AMME - Avenida Itamarati, 192 - Vila Curuçá, Santo André - SP, 09290-730

Facebook: Curta a página da AMME no Facebook [clique]

Ofertas

A AMME evangelizar é sustentada biblicamente, pelas ofertas daqueles a quem serve (Gl 6:6).

Doe agora (pagseguro), faça sua oferta , com segurança e facilidade. Clique no botão ‘Doar’ e siga as instruções.

 

Deposite sua oferta para AMME no Banco do Brasil Agência: 1557-1 Conta: 115278-5

Para ofertas mensais solicite boletos por telefone: (11) 4428 3222, e-mail: portal@evangelizabrasil.com

Para ofertas em material, equipamento e serviço consulte as especificações pelo telefone (11) 4428 3222

Bookmark and Share

Oficina da AMME

Solicite agora uma oficina de evangelização para a sua igreja. Clique>

Bookmark and Share

O livro de Marcos

Essa é a nova publicação evangelística da AMME para ajudar sua igreja na evangelização. Para mais informações [clique aqui].

Bookmark and Share

A visão de Cristo

Para ajudar a Igreja Brasileira é preciso olhar para ela como Cristo a vê. Conheça o Manifesto da Visão que tem orientado a AMME evangelizar desde a sua fundação. Nossa visão é chamar a Igreja Brasileira de volta ao primeiro amor e ajudá-la a fazer as coisas mais importantes. Seis minutos de leitura: A Visão de Cristo (7884)

Bookmark and Share

Igreja Perseguida 5 – Butão

O budismo mahayana é a religião oficial do reino himalaio do Butão. Um líder-chave diz que há, aproximadamente, 13.000 cristãos butaneses no país. Oficialmente, a fé cristã não existe, e os cristãos não têm permissão para orar nem para celebrar sua fé em público. Os cristãos podem se reunir em família, mas não coletivamente com outras famílias cristãs. Nega-se visto de entrada no país para trabalhadores religiosos. As crianças cristãs são aceitas nas escolas, mas enfrentam discriminação quando descobrem que são cristãs, e há pressão constante para participar de festivais religiosos budistas.

É quase impossível para os estudantes cristãos chegar ao ensino superior. Para os cristãos com emprego no governo, a discriminação também é um problema, já que há casos de cristãos demitidos de empregos no governo apenas por causa de sua fé. Baniu-se a importação de material religioso impresso, e apenas os textos religiosos budistas são permitidos no país.

A perseguição vem principalmente da família, da comunidade e dos monges, que têm grande influência na sociedade. Alguns trabalhadores cristãos no governo enfrentam a discriminação, mas ela não é extrema. São esporádicos os casos de atrocidades (ou seja, de espancamento). A perseguição é principalmente na forma de pressão para tornar a se converter ao budismo, e as principais fontes de pressão são a família e a comunidade.

Dados gerais

Capital Timphu
Governo Monarquia absoluta, chefiada pelo rei Jigme Khesar Namgyel Wangchuck desde 2006
População 3 milhões (9,1% urbana)
Área 46.500 km2
Localização Centro-sul da Ásia, sem saída para o mar
Idiomas Zoncá, tibetano e dialetos nepaleses
Religião Budismo 75%, hinduísmo 25%, cristianismo 1,43%
População cristã Entre 7 e 70 mil
Perseguição Opressão severa
Restrições A evangelização e a conversão são proibidas

Mais sobre o Butão

Conhecido como Druk-Yul ou “A Terra do Dragão Rugidor”, o pequeno reino do Butão está localizado no alto da Cordilheira do Himalaia, em uma encosta seis mil metros abaixo das altas montanhas cobertas de neve que o separam do Tibete, uma das cinco regiões autônomas da China. Nas encostas do relevo montanhoso é comum encontrar vidoeiros, magnólias e rododentros, apesar da neve que cobre os cumes das montanhas por vários meses durante o ano.

O território do Butão é ocupado de maneira pouco concentrada pela população. Sua ocupação ocorreu ao longo dos séculos a partir de uma série de ondas migratórias provenientes das áreas vizinhas, especialmente do Tibete. A população de três milhões de habitantes divide-se em quatro culturas principais: tibetana, indiana, sul-asiática e nepalesa. A topografia montanhosa e as condições climáticas tornaram os butaneses um povo resistente, de boa constituição física e acostumados ao trabalho duro. Apesar do espírito valente e guerreiro que os capacitou a manter sua independência e soberania ao longo dos anos, os butaneses são pacíficos e alegres.

Enclausurado em seu montanhoso santuário e fechado aos estrangeiros até 1974, o Butão tem marchado ao ritmo de seus tambores por séculos. O país ainda não se anima com a idéia de ter estrangeiros caminhando por seus sinuosos vales e suas estradas recém-pavimentadas. Em 1990, o rei Jigme Singyhe Wangchuk decretou algumas medidas para manter o isolamento do país, procurando proteger ostensivamente a cultura butanesa de influências exteriores.

A área central do Butão é seu coração cultural e econômico. A política governamental segue a receita de um desenvolvimento sustentável que permite a preservação dos recursos naturais. Quase toda a população está envolvida na pecuária e na agricultura de subsistência, sendo o arroz a principal cultura. A sociedade divide-se em três grupos: a nobreza, os camponeses e escravos (embora estes últimos tenham sido oficialmente libertados). 47% da população considerada adulta é alfabetizada. No que concerne ao meio ambiente, o país tem sido considerado um dos mais ricos do mundo, mas isto não repercute em sua economia.

O Butão está em um período de transição entre uma monarquia budista absoluta e a democracia multipartidária. Entretanto, muitos butaneses gostariam que o rei Jigme permanecesse no poder. Segundo uma pesquisa feita em 2005 pelo Centro de Estudos do Butão, 68% da população está muito satisfeita com sua vida.

A nova Constituição, a ser implementada em 2008, é baseada em princípios budistas, e sua teologia se materializa na forma de um compromisso do Estado em maximizar “a felicidade geral da nação”. Direitos e responsabilidades expressos na Constituição são provenientes, em sua maioria, da cultura budista.

O lado religioso e espiritual do Butão está ligado ao vizinho Tibete, tanto teológica quanto historicamente. O budismo maaiana, introduzido no país no século VIII, é praticado por três quartos da população. Também chamado freqüentemente de budismo tibetano, o budismo maaiana repudia Deus e se apóia no animismo e no ocultismo. Os demônios são tão familiares aos seguidores desse ramo do budismo quanto os mosteiros nos penhascos, as bandeiras de oração e outros instrumentos budistas. O hinduísmo é praticado por um quarto da população, em sua maioria nepaleses.

A Igreja

O Butão permaneceu fechado ao cristianismo até 1965. Pelo testemunho fiel de cristãos no interior do país, e na fronteira com a Índia, o número de convertidos cresceu de forma consistente nos últimos 25 anos. Infelizmente, o aumento em conversões trouxe restrições.

Em 1969, a Assembléia Nacional aprovou uma resolução que afirma que nenhuma outra religião além do budismo e o hinduísmo seria reconhecida no país. Uma década depois, ela aprovou a legislação que proíbe outras religiões de evangelizar, embora as atividades privadas sejam permitidas.

Desde outubro de 2000, o governo de Butão parece ter empreendido uma campanha contra a minoria cristã no país. Os cristãos no sul, especialmente, ficaram sob severa pressão das autoridades para renunciar a sua fé.

Como os edifícios de igreja são ilegais, os cristãos reúnem-se em casas. As pesquisas variam quanto à estimativa da população cristã. Acredita-se haver entre 7 a 10 mil convertidos no país, cuja maioria está na capital, Timphu. Enquanto a maioria deles é pentecostal, as igrejas domésticas e as redes às quais pertencem são independentes umas das outras.

Poucos esforços evangelísticos são realizados para com a etnia drukpa, que compreende 68% da população. Há poucos convertidos entre eles; um líder cristão afirma haver não mais que 700 drukpas convertidos no país. Os poucos grupos e igrejas missionários que operam no Butão estão mais concentrados na etnia lhotshampa, mais receptiva – etnia de ascendência nepalesa.

Infelizmente, desunião e desconfiança flagelam a Igreja butanesa. Há a formação de zonas de influência, e também existe suspeita entre os grupos de Igreja. Alguns praticam o chamado “roubo de ovelhas”, fazendo discípulos entre os que já são convertidos. Há grande necessidade de líderes treinados.

A Perseguição

No século 13, a atuação de Phage Drogue Shiga fez com que a Drukpa Kagyupa se tornasse a escola budista predominante no Butão. Atualmente, esta seita ainda é a religião oficial do país. Os inúmeros mosteiros com seus milhares de monges desempenham um papel importante de centros da mais elevada cultura, mantendo vivas as tradições. Os monges são requisitados para atuar como médicos e para celebrar a maioria dos eventos sociais, como casamentos e funerais. Além disso, eles também são convocados para analisar horóscopos e para realizar os importantes rituais religiosos ligados a cada detalhe da vida cotidiana butanesa.

A influência dos mosteiros e dos monges na sociedade cria uma barreira cultural ao evangelho. Divulgar qualquer outra religião sob qualquer forma é um ato ilegal.

O cristianismo continua a sofrer oposição. Só se permite que os convertidos pratiquem sua fé em reuniões particulares nas casas, não a ponto de propagar a fé, ou de construir templos. Os funcionários do governo pressionam os cristãos para que se convertam ao budismo. Aqueles que se recusam são discriminados, e passam por um tempo difícil quando têm seus documentos ou licenças retidos. As crianças cristãs também sofrem na escola por causa de sua fé. Além de ser marginalizada socialmente, a Igreja butanesa é alvo freqüente da perseguição do governo. Edifícios das igrejas podem ser derrubados sem nenhum motivo, e acusações falsas às vezes são feitas contra cristãos. Pastores e evangelistas já foram detidos, encarcerados, torturados e mortos.

A maior parte da perseguição acontece em áreas onde os monges budistas opõem-se à presença de cristãos. Isto tem forçado os convertidos a reunirem-se de forma secreta e limitar suas atividades para não despertar a raiva dos monges budistas.

Motivos de Oração

1. A Igreja enfrenta o interesse mundial na preservação da cultura budista. O Butão recebe substancial atenção e auxílio internacionais devido a sua comunidade budista e, conseqüentemente, há um enorme amparo ao budismo de maneira geral. Peça a Deus que a Igreja cristã no Butão receba mais apoio.

2. Os cristãos estão sujeitos a uma esporádica, porém constante hostilidade. Ore pelos pastores que encontram suas igrejas incendiadas, pelas congregações que têm seus pastores presos e pelas viúvas e órfãos dos que são martirizados.

3. Os pastores e evangelistas pagam um alto preço. Eles continuam o trabalho apesar das ameaças, confiando que Deus pode proteger e libertar não só eles, mas também suas famílias. O batismo é alvo da maior perseguição devido ao seu caráter público. Peça a Deus que fortaleça as igrejas de forma que resistam aos ataques.

Fontes : www.portasabertas.org.br

- 2007 Report on International Religious Freedom (http://www.state.gov/g/drl/rls/irf/2007/)

- CIA Factbook 2008 (https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/)

- Países@ (http://www.ibge.gov.br/paisesat/main.php)

- Open Doors International

Atualizado em 17/04/2008

Bookmark and Share

1 comment to Igreja Perseguida 5 – Butão

  • Reginaldo Bruno Dos Santos

    Promete,incluir o país em minhas orações para que o Senhor Jesus de forma poderosa continue dando mais da sua graça à aqueles que levando as boas novas aos per- didos.Agradeço quando me enviarem informações e vídeos
    para mim.Que o nosso grande Deus continue abençoando a
    todos. A paz do Senhor.

Leave a Reply

  

  

  

You can use these HTML tags

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>