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Ex tribo I

Evangelização e tribalismo
A evangelização, o pastoreio têm sido constantemente afetados pelo conceito de “tribalismo”, ouvido da sociologia contemporânea. Sei que a maioria das pessoas que utiliza a idéia de tribos urbanas em nosso meio pensa muito mais no conceito original de tribo indígena do que na proposta do sociólogo francês Michel Maffesoli, que começou a utilizar o termo em meados dos anos oitenta para se referir aos grupos sociais urbanos que agregam os jovens no Pós-Modernismo das metrópoles. Nos dias atuais, é comum ouvir os crentes se referirem às tribos urbanas como se fossem povos de culturas distintas a serem alcançados em um esforço transcultural. A título de etnografia, muitos se propõem a formar grupos “gospel” para corresponder a cada uma daquelas tribos e desta forma evangelizá-las.

Gótico gospel, punk gospel, hip-hop gospel, head-banger gospel, surfistas gospel, skatistas gospel… Será que esta abordagem tem sido benéfica ou danosa? Tem resultado na transformação de vidas ou tem sido uma armadilha para iludir e afastar, de Cristo, os jovens? Tem facilitado o conhecimento da verdade ou tem cooperado para manter as pessoas cativas à ilusão? Não acho que a liderança tem pensado muito bem nisso. Alguns pastores fingem que não vêem e, como pais excluídos do quarto dos filhos, deixam seus jovens à vontade, torcendo para que tudo dê certo. Outros, horrorizados com o que não entendem, reagem sem conhecimento e sem sabedoria, afastando os jovens. Ainda outros, ávidos por números e por sucesso segundo os homens, facilitam e incentivam indiscriminadamente o tribalismo no meio da igreja. Quem está certo?

Qual é sua tribo?
Punks, góticos, headbangers, emos, hippies, rappers; pagodeiros, clubbers, regueiros, skinheads, surfistas, skatistas, bikers, rollers, otakus, geeks, rastafaris, patricinhas, playboys, nerds, gls’s, crossdressers… apesar de a maioria declarar-se contra a economia de mercado, o movimento tribalista segue o princípio da segmentação de mercado: há uma tribo para cada gosto, uma para cada bolso. Embora muita gente ainda veja tais grupos como movimentos sociais coerentes, e procure neles uma razão mais profunda, a fragilidade da identidade destes movimentos repousa em apenas três elementos comuns: 1) Estética – roupas, gestos, maquiagens, tatuagens, modificações físicas, gírias, artes e, principalmente, músicas; 2) Ambiente – local ou cenário onde se reúnem; fazer parte de uma tribo está relacionado com estar com pessoas da mesma tribo; 3) Atitude – Escolha de riscos, inclusive no esporte, na agressividade, na briga de rua, no uso de droga, no sexo alternativo etc.

Como Maffesoli observou, é possível constatar que as tribos urbanas são, de modo geral:

  • Agrupamentos sociais urbanos que resultam de pressões do ambiente das metrópoles para se agregar. A violência urbana, por exemplo, empurra e confina as pessoas em shopping centers, pistas de esportes e ambiente similares. Para conviver assim confinadas, as pessoas devem escolher um código social único que elimine as tensões e facilite a interação. É o caso dos skatistas por exemplo.
  • Pouco estruturados, já que, não evitando os males sociais originários da maldade inerente ao ser humano, decidem viver de maneira diferente. Não elegem representantes, mas a liderança emerge informalmente na ousadia, agressividade e astúcia dos formadores de opinião dentro de cada grupo. Estabelecem uma ampla tolerância se considerada a moralidade formal, mas discriminam e excluem quem não faça parte do grupo.
  • Intolerância externa baseada no exclusivismo para proteger a integridade do grupo da qual depende a identidade dos participantes e, também, o conformismo, que evita a mobilidade entre os grupos pelo sentimento de que nada há para se conquistar além da experimentação do momento. As pessoas simplesmente permanecem nestas tribos pela falta de esperança de obter algo melhor.
  • Mais emoção do que razão, as tribos urbanas não possuem uma agenda política clara, não se expressam por meios convencionais, nem trabalham com um objetivo definido. Há um senso geral de que a sociedade é hipócrita, perversa, destrutiva e reprovável, mas não há qualquer proposta transformadora ou trabalho de desenvolvimento que saibam ou queiram fazer.
  • Motivados por formas de prazer – sem projetos ou objetivos, sem trabalho ou esforço de transformação, tudo nesses grupos se resume na busca perene de uma experiência sensorial positiva e inovadora – como drogados em busca da próxima dose; estes grupos vivem o paradoxo de uma busca coletiva infindável por experiências individuais e momentâneas.
  • Dependentes de satisfação imediata, toleram qualquer coisa, menos que a gratificação individual seja impedida de qualquer maneira. A moral, a ética, os relacionamentos são pautados desta forma: se alguém deseja algo, isto é justo, correto e válido.
  • Ambientes de representação, cada tribo tem um enredo para o qual seus participantes se fantasiam e atuam. Muitas vezes estes enredos são copiados de agendas políticas como é o caso dos neo-nazistas e dos skin-heads que andam protestando contra a imigração, por exemplo. Tais enredos podem ser ainda mais dramáticos como o dos góticos ou dos emos.
  • Identidade frágil e mutável, baseada principalmente na estética, no ambiente e nos riscos que assumem. Só servem de referência para jovens que emergiram da infância com uma identidade pobre e mal formada, sem valores construídos e que fazem dos poucos e superficiais elementos destes grupos sua identidade provisória.
  • Resistência às instituições sociais. Embora sem uma proposta para a transformação social, a insistência na prática e na promoção da imoralidade destrói os valores e desestrutura a sociedade. É uma resistência passiva, mas altamente destrutiva.

Considerando a natureza deste fato social, suas causas, motivações e finalidades, admitir o tribalismo nas igrejas, mesmo a pretexto de evangelização, é uma atitude sábia? É uma base sólida para estabelecer o pastoreio de adolescentes e jovens? É inevitável e determinante que a Igreja se organize em tribos urbanas ou isto é apenas uma capitulação aos desejos da carne?

Mais sobre tribalismo
Este artigo foi publicado no portal
www.evangelizabrasil.com em três partes

Ex Tribo I – Do movimento e da natureza das tribos urbanas
Ex Tribo II – Das necessidades que impulsionam os adolescentes e jovens para as tribos urbanas
Ex Tribo III – De princípios bíblicos para orientar a atitude de adolescentes e jovens evangélicos quanto às tribos urbanas

9 comments to Ex tribo I

  • Tatiana

    Este assunto é realmente muito intrigante. Eu, como pastora e tendo um trabalho evangelístico ligado aos jovens, creio que é importante abrir os olhos dos jovens com relação a essas tribos, quanto a estilo de música para evangelização, acho importante trabalhar no meio dessas tribos, mas é importante que, ao trazê-los ao conhecimento de Cristo, todas essas amarras caiam por terra e o verdadeiro modelo desses jovens passe a ser JESUS e não mais os padrões de uma tribo urbana. Creio que por trás desses movimentos existe a forte atuação de demônios que tentam afastar esses jovens de Cristo, usando dessa indecisão e necessidade de referencial que todo jovem procura para se espelhar . Acredito que muitos jovens cristãos que “aderem” a esses movimentos, na verdade, nem sabem o que significam… acham que estão na moda e querem fazer igual, sem pensar que podem estar abrindo uma porta para o diabo em suas vidas. Cabe aos líderes ensiná-los e alertá-los.
    Um grande abraço, Pra Tatiana

  • 1Remanescente

    Bom, após ler as três partes deste artigo, uma convocação à uma vida de santidade mostrada em nossas atitudes de novas criaturas, fico muito feliz em lembrar de minha adolescência e juventude onde pude servir ao Senhor O colocando como meu referencial.

    A medida que lia cada parte, não consegui deixar de dar espaço a minha mente em lembrar dos jovens e adolescentes da Bíblia, os quais, depois de Jesus foram meus “espelhos”. E digo a verdade, ao pensar neles com sinceridade, desprovido de qualquer pré-conceito, não consegui ver Abel, Sem, José “do Egito”, Josué, Davi, Daniel e seus três amigos,…..Jesus em sua juventude (embora não temos relatado, nem precisa também), Timóteo, que teve por modelo o Apóstolo Paulo, etc….sem contar os mártires, e jovens que continuaram em toda história até hoje fazendo diferença em suas gerações, não consigo vêlos membros de tribos ou se moldando às exitentes em suas gerações, e olha que tinha muitas desde aquele tempo. Eles influenciaram com o caráter de Deus ou de Cristo, isso é modelo a ser seguido. Imagine se Jesus fosse agir como fariseu pra ganhar Nicodemos ou Saulo no caminho de Damasco….qual foi a mensagem que nosso Mestre os transmitiu? E o que dizer de como Jesus pregou ao o “jovem rico”?….

    É …camiseta branca…
    até nós termos que tomar sempre cuidado para não fazermos uma “tribo da camiseta branca”…não estamos alheios a possibilidade disso, mas, olhando para o Autor e Consumador da nossa FÉ, deixando para trás todo embaraço e pecado, conseguiremos ser sal e salgar, ser luz e iluminar este mundo que está se apodrecendo (e já cheira mau) e em densas trevas caminhando a passos largos para o Inferno.

    “Ainda há um remanescente do povo de Deus (Idosos, homens, mulheres, jovens, adolescentes, crianças) que não se prostaram perante baal e nem beijaram seus pés.” Antes, só se prostram aos pés do Senhor dos senhores e Rei dos reis JESUS CRISTO e de seus lábios só saem palavras que produzem salvação e vida eterna: o evangelho que gera mudança de caráter, “metanóia”.

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  • José Bruno

    Não concordo com a idéia defendida pelo autor do texto; acho que é pensar pequeno adimitir que um determinado estilo de música de se vestir é o mais adequado para um jovem cristão. Tal preconceito se assemelha ao preconceito que a sociedade tem para com nos evangélicos, um pensamento baseado, não em fatos reais, não em experiencias, mas numa idéia deturpada formada pela grande mídia e por outras pessoas igualmente preconceituosas, não conheço base bíblica que diga que música devemos ouvir, ou que gosto devemos ter. O preconceito de tradicionalistas só fazem afastar jovens que perdem uma boa opurtunidade de conhecer porque as portas das igrejas estão fechadas… sou totalmente contra masificação, somos idividuos, temos anseios diferentes, gostos diferentes e nem sempre seremos enquadrados nos padrões, mas com certeza Deus nos ama pelo que nós somos, como nós somos e só uma coisa pode nos libertar do velho homem, uma experiencia pessoal com Cristo Jesus, não vai ser regras, nem padrões pois somos salvos pela graça não pela mais pela lei… Lembrem se Jesus contestou o apego dos fariseus à lei e convenhamos João Batista era ou não um alternativo?!?
    *Resposta da edição da AMME: Talvez você não tenha percebido que o autor do texto escreveu um texto questionador e não rotulador. Os textos escritos sobre o tema foram resultados de pesquisa e, portanto, trazem uma amostragem e perguntas em cima daquilo que tem sido observado por estudiosos do assunto. Sua opinião pessoal sobre o tema é bem-vinda, evitando apenas que seja exemplo de “Narciso acha feio tudo que não é espelho”, afinal, a interação pode ser um meio muito rico para estimular o desenvolvimento de boas idéias.

  • Emanuel Demétrius Afonso do Carmo Aguiar

    Li e tenho o sonho de trabalhar com tribos tbm, principalmente com os góticos! Sem deixar de ajudar outros grupos.

    Gostaria de saber se vc´s tem com o qe me ajudar, apostilas, livros, palavras, dica.

    Qero saber como começar, como me preparar, como, como!

    Estou super animado pra isso!

    Se vc´s puderem me ajudar!

    Ou pelo menos orar! Obrigado! Emanuel.
    *Resposta da AMME por e-mail

  • lorena

    estou estudando na materia de filosofia sobre tipos que andam espancando sem nenhum motivo porai eoutros

    bjs

  • Ana Consuêlo Costa

    Na verdade não seria um comentário, mas uma dúvida. Como lidar quando os adolescentes da igreja estão na fase de ouvir músicas no estilo de rip-rop? E quando a letra fala da palavra, como acontece com o cd de Apocalipse. Não sou fã do estilo, mas lido com adolescentes e vejo que é apenas uma fase em que eles sentem a necessidade de ser diferentes, de ouvir algo diferente, o que fazer? E notei que todos eles passaram a se entrosar melhor após descobrirem a música como elo. Passaram a se encontrarem mais, coisa que eles não faziam. Deixaram suas diversões no sábado a tarde para estarem juntos. Passaram a ir a igreja aos domingos mais cedos para estarem colocando suas vidas diante de Deus para serem usadas. Tudo isso aconteceu após a descoberta da música. Então, eu como lider de adolescente me preocupo e quero o melhor para eles o que devo fazer? Como me comportar diante de tudo isso. Estava até mesmo programando uma peça teatral junto com uma das músicas do apocalipse (último dia) para que eles apresentasem na igreja, como meio de dizer a igreja “orem pelas tribos urbanas”. E agora?

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