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Ex tribo III

Evangelização e tribalismo
Uma máxima da administração militar romana era “dividir para vencer”. Um interlocutor de Martin Luther King deixou famosa a frase “a diferença entre segmentação e desintegração é apenas o tamanho dos pedaços”. Quando este mundo, que jaz no maligno, divide as pessoas em tribos, ele o faz para vencê-las: começa segmentando e termina desintegrando. Uma igreja que admite o tribalismo, mesmo sob o pretexto de evangelizar, está sendo seduzida por este jogo maligno e será irremediavelmente desintegrada. Se o tribalismo pode ser tão ruim, trazendo idéias e conceitos que são incompatíveis com a fé cristã, enfatizando e satisfazendo impulsos carnais que deveriam ser controlados, anulando princípios e valores essenciais, qual é a alternativa? Que se pode fazer?

Não serviremos a dois senhores
Antes de tudo, é preciso que nossos adolescentes, jovens e muitos líderes reconheçam que não é possível servir a dois senhores. Não é possível sustentar a bandeira do reggae e de Cristo ao mesmo tempo. Não é possível se vestir como um maconheiro, dançar e cantar como um maconheiro, falar como um maconheiro, admirar outros maconheiros e ainda assim se santificar como um cristão. Serviremos somente a Cristo, somente a ele daremos nossa admiração e respeito. Quando pensamos nos mártires Cristãos, em quanto importa sofrer por amor a Cristo, aprendemos que a bandeira de Cristo é tão pesada que não é possível carregar qualquer outra.

Não provocaremos divisões
Na lista de obras da carne, mais da metade das atitudes que impedem a entrada no reino de Deus se referem a problemas no relacionamento. Quando vemos jovens do rock gospel detestando e se separando de jovens do pagode gospel, sabemos que o corpo de Cristo não pode admitir que além do vergonhoso denominacionalismo que separa as igrejas, uma mesma igreja se veja dividida entre tribos urbanas. Seremos irmãos de todos os que servem a Cristo; não faremos de nossos costumes uma barreira para a unidade da igreja; não buscaremos segmentação.

Não seremos desobedientes
Vivendo em um mundo que admira, estimula e louva a rebeldia, nossos adolescentes e jovens correm o risco de se tornarem cegos para o pecado que as Escrituras fazem equivalente ao pecado de feitiçaria: a desobediência. A inversão do princípio da precedência, da valorização dos cabelos brancos, o esforço para superar a autoridade dos pais, dos professores, a rejeição de modelos adultos, a excessiva valorização do novo, do inexperiente, do não experimentado – tudo isso ameaça o princípio da submissão, “sujeitai-vos uns aos outros”, e da obediência. Ao abraçar o tribalismo nossos jovens imitam o mundo e agem como rebeldes.

Não amaremos o mundo
Fico pensando no que significa “não ameis o mundo nem o que no mundo há” para um jovem que tem seu I-pod cheio de música secular, e que gasta todo dinheiro que tem comprando tênis, calças, camisetas e bonés para parecer um rapper. Será que somos capazes de colocar nosso amor ao mundo, nosso apego aos estilos e aos interesses deste mundo sobre o altar, para amar somente a Deus acima de todas as coisas? Teremos nojo até mesmo da roupa manchada pelo pecado e evitaremos além do pecado, até mesmo aquilo que se parece pecado.

Pregaremos a toda criatura
A pregação do Evangelho é a tarefa essencial da Igreja, cada crente foi chamado para falar aos outros das virtudes daquele que nos tirou das trevas para sua maravilhosa luz. Todo crente deve pregar todo evangelho em todo mundo para toda pessoa. Quando nossa roupa, nosso estilo de música, o local que freqüentamos ou os riscos que assumimos nos afastam de outros grupos e impedem que possamos pregar a toda criatura, estamos agindo mal. Quando assumimos alianças com grupos de que nossa carne gosta e, com isso, nos tornamos incapazes de enxergar e condenar o pecado nestes grupos, estamos agindo mal. Quando deixamos de pregar o Evangelho a toda criatura, deixamos de ser verdadeiros salvos por Cristo, filhos de Deus.

Valorizaremos o que tem valor
Não andar ansioso pelo que vamos vestir ou o que vamos comer tem uma aplicação muito apropriada para quem é seduzido pelas ofertas das tribos urbanas, porque são estas coisas que têm valor nestes movimentos: a estética e a companhia. Desanimo sempre que um jovem vem me perguntar se é pecado usar piercing ou fazer tatuagem ou escutar música secular. A primeira coisa que penso é: por que ele não veio perguntar se pode orar mais, jejuar mais, evangelizar mais? Devemos fazer diferente, buscaremos primeiro e acima de tudo o Reino e trataremos de viver conforme a justiça do Reino. Se valorizarmos as coisas espirituais mais do que as materiais, não haverá tempo para se ocupar com tribos urbanas e as coisas que precisarmos nos serão acrescentadas!

Abraçaremos a simplicidade
Uma das poucas referências bíblicas sobre nosso estilo de vestir é: “A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e jóias de ouro ou roupas finas. Ao contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranqüilo, o que é de grande valor para Deus.” 1Pedro 3:3,4. A simplicidade nos permite concentrar nosso esforços naquilo que realmente importa.

Aceitaremos a vergonha da cruz
Jesus nos avisou de que o mundo nos odiaria por sermos dele. Qualquer crente que tente evitar o ódio do mundo, se afasta de Cristo. Aquele que ama Cristo, ama a verdade; enquanto o mundo ama a mentira, a promiscuidade e o que é material, ele ama a fidelidade e o que é espiritual. Não tem acordo – somos muito diferentes; para diminuir esta diferença seria necessário negar Cristo. Se não queremos que Cristo nos negue diante do Pai é melhor negarmos o mundo e aceitar sua rejeição.

Tenho defendido o que chamo de “camiseta branca” e quero desafiar nossos jovens a isso: abandonar todas as marcas, todos os estilos, todas as tribos e dedicar-se somente a Cristo. Deixe que suas vestes sejam branqueadas pelo sangue de Cristo, seja somente dele, sirva somente a ele. Que o mundo veja que esta é sua marca, este é seu estilo: ser um imitador de Cristo, viver como ele viveu. Eu sei que são as necessidades que sentimos que nos impulsionam para uma tribo, mas em Cristo há satisfação para todas as necessidades de um adolescente ou jovem. Em Cristo podemos achar toda alegria e satisfação que procuramos. Vista sua “camiseta branca” e venha experimentar viver a nova vida com Cristo em toda sua plenitude.

Mais sobre tribalismo
Este artigo foi publicado no portal
www.evangelizabrasil.com em três partes

Ex Tribo I – Do movimento e da natureza das tribos urbanas
Ex Tribo II – Das necessidades que impulsionam os adolescentes e jovens para as tribos urbanas
Ex Tribo III – De princípios bíblicos para orientar a atitude de adolescentes e jovens evangélicos quanto às tribos urbanas


http://pt.wikipedia.org/wiki/Tribo_urbana – consultada em 17 de maio de 2008

http://www.fashionbubbles.com/2006/moda-e-tribos-urbanas/ – consultada em 17 de maio de 2008

Herculano-Houzel, Suzana – Novas equações cerebrais – O olhar adolescente N. 1, Mente & Corpo, São Paulo – 2008.

Dunker, Christian Ingo Lenz – Espelho, Espelho meu – O olhar adolescente N. 1, Mente & Cérebro, São Paulo – 2008.

Birman, Joel – Escrituras Corporais – O olhar adolescente N. 1, Mente Cérebro, São Paulo – 2008.

Bevilaqua, Lia R. M., Cammarota, Martín e Izquierdo, Iván – Ganhos Cerebrais – O olhar adolescente N. 3, Mente & Cérebro, São Paulo – 2008.

2 comments to Ex tribo III

  • 1 Remanescente

    Bom, após ler as três partes deste artigo, uma convocação à uma vida de santidade mostrada em nossas atitudes de novas criaturas, fico muito feliz em lembrar de minha adolescência e juventude onde pude servir ao Senhor O colocando como meu referencial.

    A medida que lia cada parte, não consegui deixar de dar espaço a minha mente em lembrar dos jovens e adolescentes da Bíblia, os quais, depois de Jesus foram meus “espelhos”. E digo a verdade, ao pensar neles com sinceridade, desprovido de qualquer pré-conceito, não consegui ver Abel, Sem, José “do Egito”, Josué, Davi, Daniel e seus três amigos,…..Jesus em sua juventude (embora não temos relatado, nem precisa também), Timóteo, que teve por modelo o Apóstolo Paulo, etc….sem contar os mártires, e jovens que continuaram em toda história até hoje fazendo diferença em suas gerações, não consigo vêlos membros de tribos ou se moldando às exitentes em suas gerações, e olha que tinha muitas desde aquele tempo. Eles influenciaram com o caráter de Deus ou de Cristo, isso é modelo a ser seguido. Imagine se Jesus fosse agir como fariseu pra ganhar Nicodemos ou Saulo no caminho de Damasco….qual foi a mensagem que nosso Mestre os transmitiu? E o que dizer de como Jesus pregou ao o “jovem rico”?….

    É …camiseta branca…
    até nós termos que tomar sempre cuidado para não fazermos uma “tribo da camiseta branca”…não estamos alheios a possibilidade disso, mas, olhando para o Autor e Consumador da nossa FÉ, deixando para trás todo embaraço e pecado, conseguiremos ser sal e salgar, ser luz e iluminar este mundo que está se apodrecendo (e já cheira mau) e em densas trevas caminhando a passos largos para o Inferno.

    “Ainda há um remanescente do povo de Deus (Idosos, homens, mulheres, jovens, adolescentes, crianças) que não se prostaram perante baal e nem beijaram seus pés.” Antes, só se prostram aos pés do Senhor dos senhores e Rei dos reis JESUS CRISTO e de seus lábios só saem palavras que produzem salvação e vida eterna: o evangelho que gera mudança de caráter, “metanóia”.

  • […] Ex Tribo II – Das necessidades que impulsionam os adolescentes e jovens para as tribos urbanas Ex Tribo III – De princípios bíblicos para orientar a atitude de adolescentes e jovens evangélicos quanto às […]

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