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O método não funcionou

o método não funcionou 

Olá, evangelistas de plantão.

Recebi esse artigo por email e, depois de lê-lo, achei interessante para se refletir sobre o que estamos fazendo em nossas igrejas que nos distanciam da verdadeira essência do que é o Evangelho e, conseqüentemente, da Evangelização. Preste bastante atenção no que segue: 

A revista “CristianismoHoje” traz em sua última edição reportagem sobre uma importante pesquisa realizada pela Willow Creek Community Church (WCCC), que fica em Chicago, nos EUA. A WCCC é uma referência no atual cenário evangélico global, no que diz respeito à utilização de métodos de crescimento e direcionamento das atividades da igreja de modo a atrair pessoas, num modelo chamado por alguns de “sensível aos que buscam” e por outros de “igreja a gosto do freguês”. Seu líder Bill Hybels é um dos mais influentes na atualidade, com admiradores e seguidores em diversos países, inclusive o Brasil, onde o evento Leadership Summit, organizado pela associação Willow Creek no Brasil, faz grande sucesso.

Hybels e a WCCC são, juntamente com Rick Warren e a Saddleback Church, os maiores expoentes no momento de uma discussão antiga: até que ponto a renovação da liturgia e da abordagem de não convertidos é aceitável ou mesmo necessária?

Os mais tradicionais continuam afirmando que não há porque mudar a forma de pregação do Evangelho, posto que este não muda e sua mensagem deve ser suficiente para tocar os corações. Outros irão afirmar que embora o Evangelho não tenha mudado a sociedade mudou. E por isso a forma de expor a mensagem e de abordar as pessoas deve acompanhar estas mudanças, sob pena de não ser ouvida.

Evidentemente que você, inteligente leitor, concluiu o óbvio: ambos têm razão.

O Evangelho deve ser pregado sem nenhum tipo de alteração, deve ser levado integralmente, com seriedade e reverência. Mas é também verdade que numa sociedade tão dinâmica quanto esta em que vivemos há que se ter uma certa preocupação estética. Não vejo nenhum motivo para a não utilização de recursos tecnológicos ou de qualquer outro tipo para que pessoas sejam alcançadas com a mensagem da Graça. Não vejo também nenhum problema em uma igreja local possuir um método de trabalho, que a ajude organizar seu dia-a-dia e ser mais eficiente na obra.

O problema está em se colocar o método acima do Evangelho e a própria obra acima das pessoas. O problema está em não saber diferenciar prioridade e acessório. O problema está em confundir músicas emocionantes com louvor e adoração, mensagens onde pessoas são expostas com exortação e mensagens aguadas com amor. O problema está em considerar a estética mais importante que a ética. O problema está em se considerar presença nas atividades da igreja sinônimo de vida em comunidade, presença na escola bíblica com discipulado e presença nos cultos de oração com vida devocional.

E esta confusão ficou clara na WCCC, conforme demonstrou a reportagem citada no início deste artigo. O próprio Hybels diz: “Nós cometemos um erro. O que deveríamos ter dito e ensinado às pessoas quando elas atravessaram a linha da fé e se tornaram cristãs é que devem tomar responsabilidade para se nutrirem. Nós deveríamos ter cuidado das pessoas, ensinando-as a ler suas Bíblias entre os cultos, bem como praticar suas disciplinas espirituais mais agressivamente, de forma individual”.

A liderança da WCCC admite que as tais atividades e programas, embora colabore com o crescimento da igreja, não colabora com o crescimento espiritual das pessoas.

A sedução que os tais métodos exercem sobre os líderes eclesiásticos do Brasil é algo a ser repensado. Sem dúvida alguma as igrejas cristãs precisam mudar sua organização, sua gestão, sua forma de lidar com as pessoas e seus problemas. Precisam mudar também sua forma de comunicar a Palavra, de modo a faze-lo de forma integral mas tornando-a próxima da realidade do ouvinte. Estas mudanças, porém, não virão com a simples adoção de metodologias baseadas em meia dúzia de apostilas.

É preciso um grande e sério esforço no sentido de fazermos algo que é muito difícil no meio evangélico: ser simples.

O artigo é de Alexandre Galli e foi originalmente publicado em seu site http://www.anti-teses.blogspot.com/

4 comments to O método não funcionou

  • Irmãos,

    Graça e Paz! Escrevo para agradecer publicarem um dos meus artigos em seu site. Espero que tenha trazido algum tipo de informação relevante para todos os interessados no bem do Evangelho nesta terra. Peço apenas para, se possível, corrigir o endereço do site…
    http://www.anti-teses.blogspot.com

    No Pai,

    Alexandre Galli

  • admin

    Olá Letícia,
    paz lhe seja multiplicada

    Você se inscreveu no sistema de atualização que lhe informa sempre que um novo artigo é publicado em nosso portal. O artigo do missionário Daniel reproduz um artigo de Alexandre Galli do http://www.anti-teses.blogspot.com/ É um artigo para reflexão. Basicamente ele questiona o excesso de concentração em trazer pessoas para a igreja, mas a falta de bons programas para garantir a saúde espiritual das pessoas. É como se tivéssemos um hospital, convidássemos muita gente para vir todos os dias ao hospital, déssemos um maravilhoso atendimento a elas, criássemos um ambiente muito bom para estar no hospital, mas não fizéssemos exames, nem realizássemos os tratamentos de que as pessoas necessitam. Precisamos pensar sobre isso.

    Um grande abraço dos missionários da AMME Evangelizar
    http://www.evangelizabrasil.com

  • leticia de andrade

    A paz a todos,li seus esclarecimentos
    na realidade,e isto que tem acontecido em muitas igrejas,
    parece ate mesmo,pessoas com bastante tempo no evangelho,tem perdido o interesse pelo mesmo.O que fazer?orar,a resposta mais viavel,mas naõ e apenas isto,parece que esta faltando algo mais.trbalho com jovens[classe],e vejo pouco interesse da parte deles.há falta de interesse no geral,vidas realmente doentes espiritualmente.

  • Pastor José Adão

    Shalom, graça e paz a todos.
    De fato as igrejas evangélicas tem falhado no que diz respeito a aplicação do evangelho, e nós lideres temos que estar atentos ás mudanças que o tempo nos impoê, não mudando a mensagem, ela é imutável porque é perfeita,mas precisamos mudar os métodos, as estratégias precisam ser aprimoradas,contextualizadas de acordo com a realidade de cada campo. Nossas comunidades cristãs precisam buscar com mais intensidade e sinceridade a presença do SENHOR, quando isso acontecer, a mensagem do evangelho será ouvida,entendida e aceita.

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