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Vinhos e odres 2 | Evangeliza Brasil

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Vinhos e odres 2

Ainda a respeito da “Nota doutrinal sobre alguns aspectos da evangelização”, publicada pela Congregação para a Doutrina da Fé da Igreja Romana, a qual comentei anteriormente (clique aqui para ver), há a questão do ecumenismo: como a evangelização pode não ser proselitismo? A nota passa mais facilmente pela realidade de regiões com predominância de não cristãos, e então se detém em países onde vivem cristãos-não-católicos, destacando aqueles de tradições mais antigas, uma vez que há sempre maior resistência na Igreja Católica para o diálogo com os cristãos bíblicos.

O ecumenismo preferido pela Igreja Romana e que se reflete no texto é o que abriga a heresia delirante de ser a única Igreja. Os outros cristãos são “irmãos separados”: não estão na Igreja, mas separados dela, ainda que com alguns elementos da salvação. Segundo esta visão, todos os cristãos deveriam eventualmente abrigar-se à sombra do Vaticano.

Pensando nisso, depois de recomendar a política de boa vizinhança do ecumenismo, o documento diz, lembrando o Consílio Vaticano II: “Em qualquer lugar e sempre, cada fiel católico tem o direito e o dever de dar testemunho e proclamação pleno da própria fé. Com os cristãos não católicos, o católico deve entrar em um diálogo respeitoso da caridade e da verdade: um diálogo que não seja somente um diálogo de idéias mas de dons, de modo que se possa oferecer assim a plenitude dos meios de salvação. Deste modo se vai conduzir a uma sempre mais profunda conversão em Cristo. Conseqüentemente deve-se notar que se um cristão-não-católico, por razões de consciência e convicção da verdade católica, pede para entrar em plena comunhão com a Igreja Católica, isto deve ser respeitado com obra do Espírito Santo e como uma expressão de liberdade de consciência e de religião. Neste caso não há questão de proselitismo no sentido negativo deste termo”.

Em outras palavras, a nota ensina aos católicos que têm o direito e o dever de, através de um diálogo respeitoso, cheio de “amor”, procurar nos oferecer os meios da salvação que eles acham que têm e que faltam a nós. Isso nos conduziria a uma conversão mais profunda. Assim, se um de nós desejar ser conduzido à plena comunhão com a igreja católica, isso será obra do Espírito Santo e expressão de liberdade.

O que você pensa disso? Essa interessante postura recomendada para com os cristãos-não-católicos, deve nos fazer pensar, primeiro sobre as conseqüências da ação de católicos cada vez mais comprometidos com seu tradicionalismo sobre evangélicos mais e mais distantes da fé bíblica, enfraquecidos por doutrinas estranhas e por uma religiosidade festiva e descomprometida. Também deve nos fazer pensar sobre nossa posição para com os católicos, no que se refere à evangelização.

Uma vez que o documento recomenda o diálogo, e ensina que escutar vem antes de tudo, uma vez que é condição fundamental para o diálogo, essa é a porta ainda aberta para levar católicos a viverem uma fé bíblica, livre de doutrina de homens, dependendo unicamente da graça de Deus. Mas certamente não seremos efetivos em fazê-lo se não estivermos vivendo essa fé. Estes novos tempos não cabem em pressupostos antigos. A evangelização é cada vez menos uma questão de partidos religiosos e cada vez mais uma questão de uma verdade que funciona. Precisamos de vinho novo para os odres novos!

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