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Vinhos e odres 1

Na manhã da sexta feira, dia 14 último, como noticiado por vários meios do Brasil e do exterior, a Igreja de Roma, através de sua Congregação para a Doutrina da Fé, publicou uma “Nota doutrinal sobre alguns aspectos da evangelização”. A nota foi apresentada pelo cardeal William Joseph Levada, o prefeito daquela congregação. Procurei o documento para ler e consegui uma cópia em italiano,veiculada em diversos sites no exterior sob o título “NOTA DOTTRINALE SU ALCUNI ASPETTI DELL’EVANGELIZZAZIONE”.

Para mim, que estou tão envolvido em ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir sua tarefa de evangelizar todo mundo, a nota causa perplexidade, um misto de surpresa pela disposição dos católicos e tristeza pela indisposição dos evangélicos.

Uma nota bíblica! O que primeiro se nota é o tom profundamente bíblico da nota. Com abundantes referências aos Evangelhos, às cartas de Paulo e de Pedro, a nota se autoriza e se recomenda, apresentando a evangelização como mandamento e como dever de todo cristão. A razão para produzir e divulgar o documento é igualmente consistente: “Se verifica atualmente, no entanto, uma crescente confusão que induz muitos a ignorar e deixar inoperante o mandato missionário do Senhor (cf. Mt 28:19). Freqüentemente se considera que qualquer tentativa de convencer a outros em questões religiosas é um atentado à libertade religiosa”. É repudiando uma atuação que apenas procura produzir uma sociedade mais humana e mais justa, sem dar pleno conhecimento de Cristo, que se produziu o documento.

Implicações antropológicas. No capítulo dois, sobre implicações antropológicas, o documento contesta a idéia relativista de que a evangelização atenta contra a liberdade, argumentando que a liberdade não pode prescindir da verdade. Questiona também a idéia de que culturas com idéias opostas possam refletir todas a mesma verdade no mesmo nível. Citando João Paulo II, diz: “De qualquer maneira, a verdade ‘Não impõe a si mesma, exceto pela virtude da própria verdade’”. Assim, solicitar honestamente a inteligência e a liberdade de uma pessoa para que encontre Cristo e seu Evangelho não é uma intrusão indevida contra ela, mas legítima oferta de um serviço que pode tornar o relacionamento entre as pessoas mais frutífero.”

Implicações eclesiológicas. No capítulo três, versando sopre implicações eclesiológicas, o documento acusa os riscos que a Igreja corre quando deixa de evangelizar e estimula uma evangelização baseada no relacionamento pessoal, na amizade, no diálogo e até no martírio, mas nunca na coerção ou no engano. Falando de evangelização pessoal o documento adverte com firmeza, citando Vaticano II e em seguida Paulo VI: “Em todo caso é necessário recordar que na pregação do Evangelho, a Palavra e o testemunho de vida andam lado a lado; Para que a luz da verdade seja irradiada para todos os homens, é necessária, antes de tudo, o testemunho da santidade. Se a Palavra é desmentida pela conduta, dificilmente será aceita. Mas também não basta somente o testemunho, porque mesmo o mais belo testemunho logo se revela impotente se não é iluminado, justificado – como Pedro disse ‘dar razão da própria esperança’ (1Pe 3:15) – e explicitada por uma proclamação clara e inequívoca do Senhor Jesus”.

Heresia também. Como era de se esperar, pelo menos uma das heresias católicas foi bastante reafirmada no documento, a idéia anti-bíblica de que a instituição romana sediada no Vaticano é a Igreja instituída por Cristo, idéia que contradiz a citação de João Paulo II: “O reino de Deus não é –como alguns sustentam atualmente – uma realidade genérica que abrange todas as experiências ou tradições religiosas, e à qual se deve aceitar como uma comunhão universal e indistinta de todos que se buscam a Deus, mas (o reino de Deus é) acima de tudo uma pessoa, que tem o rosto e o nome de Jesus de Nazaré, a imagem do Deus invisível”.

Ao ler este documento só posso pensar que a Igreja Evangélica Brasileira deveria realizar uma consulta para tratar do reposicionamento do cristianismo bíblico com relação ao catolicismo. O vinho é novo, já não pode ser contido pelos odres velhos.

1 comment to Vinhos e odres 1

  • […] pela Congregação para a Doutrina da Fé da Igreja Romana, sobre a qual falei anteriormente (clique aqui para ver), há a questão do ecumenismo: como a evangelização pode não ser proselitismo? A nota passa […]

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