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Ore hoje por missões

Ore hoje pelo povo não alcançado: Berber Tekna do Marrocos

Povo Berber Tekna do Marrocos

Veja o mapa: (aqui)

População: 530,000

Língua: Tachelhit

Religião: Islamismo

Evangélicos: 0,00%

Fonte: Joshua Project

Motivos de Oração:

Por ser mais um povo não alcançado, ainda não conseguimos mais informações.. Caso você tenha, avise, incluiremos para maior conhecimento sobre intercessão missionária das igrejas evangélicas que estão interessadas em se envolver com missões.

  1. Ore para que o Senhor levante obreiros para esta parte da Seara;
  2. Peça que o Senhor abençoe as missões que trabalham ou estão planejando trabalhar com esse povo e vizinhos;
  3. Ore para que o Senhor abençoe este povo que sofre grandemente a influência do Islamismo.
  4. Que o Senhor levante mais grupos de intercessores em favos do povo Berber Tekna do Marrocos.

Sobre o país:

Bandeira

Idioma: árabe (oficial), francês e espanhol.
Moeda: dirrã marroquino; cotação para 1 US$: 8,60 em out./1996.
Forma de governo: Monarquia parlamentarista com chefe de Estado forte
País dominador: França.
Ano da independência: 1956.
Processo de descolonização: Violenta. Líder: Sidi Mohamed.
Linha do país: capitalista.
Fatos históricos: O Marrocos situa-se num território colonizado por navegadores de origem fenícia por volta de 1.100 a.C. Romanos, vândalos, visigodos e bizantinos dominam sucessivamente a área. Os árabes muçulmanos a conquistam no século VII da Era Cristã e, através dela, alcançam a Espanha.
O fácil acesso e as riquezas naturais do Marrocos aguçam a cobiça dos portugueses, que procuram se estabelecer na costa atlântica do país no século XV.

Seguem-se os franceses, em 1530. Mulay Ismail, o mais célebre sultão marroquino, reconquista, no início do século XVIII, quase todas as cidades tomadas pelos europeus. Mas a França afirma seu domínio sobre a região no final do século XIX. Em 1912, pela Conferência de Fès, o Marrocos torna-se oficialmente protetorado francês, enquanto a Espanha adquire o controle da região sudoeste do território (Saara Espanhol).
Agitações nacionalistas e levantes tribais ameaçam o poder franco-espanhol nas décadas de 20 e 30. Abdel Krim, líder dos berberes, chega a proclamar uma República das Tribos Confederadas e recebe ajuda da Terceira Internacional (comunista).

Um contingente de 40 batalhões franceses, com a ajuda de tropas espanholas, força Abdel Krim a capitular, em maio de 1926. No curso da 2ª Guerra Mundial (1939-1945), com a França ocupada pelos alemães, surge, em dezembro de 1943, o Partido da Independência (Istiqlal), de perfil moderado, que passa a liderar o movimento nacionalista marroquino, com apoio dos EUA.

Independência – Em 1947, o sultão Sidi Mohamed pronuncia-se a favor da independência, sendo deposto e exilado pelos franceses em 1953. O domínio francês, no entanto, é enfraquecido no ano seguinte pela derrota do país na Indochina e pela insurreição anticolonial na Argélia. Esses dois fatos estimulam a retomada da luta nacionalista no Marrocos. Por pressão popular, Sidi Mohamed retorna ao país em 1955, sendo triunfalmente recebido, e reassume o trono como rei, com o nome de Mohamed V.

Em 2 de março de 1956, é proclamada a independência do Marrocos.
A aliança nacionalista que promoveu a independência se mantém até 1958, quando o Istiqlal assume sozinho o governo. Esse partido logo se divide em duas facções. Excluída da administração central, a ala esquerda vence as eleições legislativas de 1960 nas principais cidades do país. Em 3 de março de 1961, com a morte de Mohamed V, sobe ao trono seu filho, Moulay Hassan, que assume o nome de Hassan II e permanece até hoje na chefia do Estado.
No ano seguinte, o rei faz aprovar, em plebiscito, uma nova Constituição, que concentra em suas mãos a maior parte do poder. A oposição, que havia boicotado o plebiscito, é duramente reprimida em 1963, sob a acusação de conspirar contra a Casa Real. Manifestações estudantis e de desempregados, em 1965, dão a Hassan II o pretexto para proclamar o Estado de emergência e assumir poderes ditatoriais.

Guerra no Saara – Em 1976, o Marrocos anexa dois terços da antiga colônia Saara Espanhol, uma área rica em fosfato. A Espanha retira-se logo depois e a Mauritânia incorpora o resto do território. A Frente Polisário proclama a independência da região e, apoiada pela Argélia, inicia guerrilhas contra os ocupantes marroquinos e mauritânios. Os EUA dão ajuda militar ao Marrocos, que acusa a Argélia de estar por trás das ações da Polisário.
Em 1980, a Mauritânia assina um tratado com a Polisário e se retira da região.

O Marrocos, então, ocupa pela força a terça parte restante do território (agora conhecido como Saara Ocidental), antes em poder dos mauritânios. Em 1987, o Marrocos completo a construção de um muro na fronteira do Saara Ocidental com a Argélia, a fim de isolar os guerrilheiros. A Polisário, mesmo assim, conquista a maior parte do interior, enquanto as tropas marroquinas controlam as cidades. Gestões de paz feitas por governos árabes e, mais tarde, pela ONU, fracassam diante da negativa de Hassan II de negociar com os rebeldes.

Protestos – Em 1984, o aumento dos preços dos alimentos provoca protestos no norte do Marrocos. O Exército abre fogo contra os manifestantes, matando pelo menos 110 pessoas. Tem início uma onda de repressão aos opositores políticos, que são presos aos milhares e mais tarde anistiados. A partir do final da década de 80, o governo passa a enfrentar também o desafio do fundamentalismo islâmico e reage colocando na ilegalidade suas principais organizações.

Eleições legislativas – Em 1990, a polícia reprime, com violência, uma nova onda de protestos contra os aumentos de preços, matando pelo menos 20 manifestantes na cidade de Fès. Em junho de 1993, são realizadas eleições legislativas reconhecidas pela oposição como as mais legítimas desde a independência. O Bloco Democrático, de oposição, obtém 99 das 222 cadeiras em disputa. Mas a eleição indireta de mais 111 deputados (dos quais a oposição obtém apenas 21) desequilibra a composição do Parlamento em favor dos partidos que apóiam o rei Hassan II.

Em maio de 1994, o rei Hassan II muda o ministério, visando dar novo impulso a seu projeto de modernização da economia do país. Em julho, num esforço para satisfazer a oposição e grupos humanitários, o rei autoriza a libertação de 424 prisioneiros políticos. Em fevereiro de 1995, o rei tenta se aproximar da oposição, mas o diálogo fracassa.
Em fevereiro de 1996, fortes enchentes causam sérios prejuízos no país. Em agosto, imigrantes marroquinos vivendo na clandestinidade na França são deportados pelo governo de Paris.

Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/marrocos.htm

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